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domingo, 1 de setembro de 2013

A Voz das Ruas

Nelio Azevedo

 

Por Nélio Azevedo

 

voz das ruasPassados alguns meses do início das manifestações por esse Brasil a fora o país mudou muito pouco, continuam as rixas entre o STF e o Legislativo; parlamentares continuam envolvidos em falcatruas e crimes, serão julgados e até mesmo presos, mas com o mandato garantido pelo espírito de porco, (digo, de corpo); prefeitos, governadores e outras altas autoridades continuam se servindo do Estado e suas mordomias com ou sem hélices; os meios de transporte de massa continuam prestando um péssimo serviço; os médicos dos hospitais públicos, ah! Esses então, continuam fugindo do serviço igual o capeta foge da cruz (e não é só em Araruama). A insegurança pública tá de fazer inveja na população Síria. O descaramento é tanto que vai faltar óleo de peroba, principalmente em Brasília e adjacências. Policiais continuam distribuindo balas e porradas indiscriminadamente, nos fracos e pacíficos manifestantes; os vândalos continuam vandalizando bancos e agências de automóveis e os candidatos que ainda não estão em campanha continuam descaradamente em campanha e praticando o que sabem fazer muito bem: baixaria, politicagem e calúnia. O Brasil segue seu rumo sem que nada mude.

Aquela gritaria das ruas não surtiram o efeito que se esperava e esse silêncio ou o grito localizado contra este ou outro político não reflete os anseios em sua real extensão.

Senhoras e senhores, penso que depois do carnaval esse país irá entrar em rota de convulsão social e nem um possível título de hexa irá nos salvar, o ápice deverá acontecer no período da Copa de 2014 e veremos coisas que nunca vimos e o recibo dessas ações será entregue nas eleições. Quem viver irá para a rua votará.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Vacina brasileira contra a Aids será testada em macacos

Por Karina Toledo

aids-vírusAgência FAPESP – Uma vacina brasileira contra o vírus HIV, causador da Aids, começará a ser testada em macacos no segundo semestre deste ano. Com duração prevista de 24 meses, os experimentos têm o objetivo de encontrar o método de imunização mais eficaz para ser usado em humanos. Concluída essa fase, e se houver financiamento suficiente, poderão ter início os primeiros ensaios clínicos.

Denominado HIVBr18, o imunizante foi desenvolvido e patenteado pelos pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) Edecio Cunha Neto, Jorge Kalil e Simone Fonseca. Atualmente, o projeto é conduzido no âmbito do Instituto de Investigação em Imunologia, um dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), um programa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), apoiado pela FAPESP no Estado de São Paulo.

O trabalho teve início em 2001, com apoio de um Auxílio Regular sob a coordenação de Cunha Neto. Em parceria com Kalil, o pesquisador analisou o sistema imunológico de um grupo especial de portadores do vírus que mantinham o HIV sobre controle por mais tempo e demoravam para adoecer. No sangue dessas pessoas, a quantidade de linfócitos T do tipo CD4 – o principal alvo do HIV – permanecia mais elevada que o normal.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

BRASIL, a cultura escravagista da desigualdade

lazaro

 

 

Por Lázaro Freire


Me emocionei com as falas do Papa e de Dilma no sentido de combater a DESIGUALDADE e de criticar modelos "econômicos" insensíveis onde o Estado não intervém a favor da população carente. Vaticano e governo tem pontos passíveis de críticas. Mas isso não importa nesse momento, trata-se de chefes de estado representando milhões e discutindo questões humanitárias e sociais de relevância mundial.

O papa tem tradição direitista e de apoio aos militares, e Dilma na época jogava no time contrário. Mas ISSO NÃO IMPORTA nesse momento e tópico. Não se trata de política, mas sim de COMBATE À DESIGUALDADE, algo com que TODOS [c̶o̶n̶c̶o̶r̶d̶a̶m̶] deveriam concordar. Trata-se do discernimento que devemos ter contra ideologias e políticas que promovam a meritocracia e o Estado-Zero - pelo risco de, na prática, favorecermos os mais poderosos - enquanto nossa insensibilidade à dor alheia é comprada com alguns iPhones ou programas de milhagem.

O papa é católico e costuma ser aclamado, Dilma parece laica ou agnóstica e costuma ser vaiada. Mas ISSO NÃO IMPORTA aqui, não se trata de religião ou popularidade, mas sim de COMBATE à DESIGUALDADE. E desigualdade só interessa aos que se beneficiam da miséria alheia.

Numa cultura sem redistribuição de impostos, sem (nenhuma) intervenção do Estado - na economia, na saúde, na educação - o que fazemos é dizer aos (muito) mais fracos que "cada um" deve se haver "com seus problemas". É retornar aos poucos à lei da selva, é rasgar aos poucos o contrato social que nos mantém minimamente humanos e civilizados, é retornar ao Estado de Natureza - no mau sentido Hobbesiano do termo - sem possibilidade de um Leviatã. É cruzamos os braços à dor, fome e doença alheia, mais interessados que estamos nos benefícios à nossa classe social, [à̶ ̶r̶e̶s̶e̶r̶v̶a̶ ̶d̶e̶ ̶m̶e̶r̶c̶a̶d̶o̶ ̶c̶o̶r̶p̶o̶r̶a̶t̶i̶v̶i̶s̶t̶a̶ ̶d̶e̶ ̶n̶o̶s̶s̶a̶ ̶p̶r̶o̶f̶i̶s̶s̶ã̶o̶] ao nosso partido favorito, à nossa causa em particular - [e̶ ̶o̶ ̶p̶o̶v̶o̶ ̶q̶u̶e̶ ̶s̶e̶ ̶d̶a̶n̶e̶] em detrimento da população.

Nisso, ambos concordam, o Papa e Dilma. Desavenças políticas, críticas, erros e acusações são normais na política de qualquer país. Não quero discutir aqui se os Democratas ou os Republicanos roubam mais, se somos Corinthians ou Palmeiras, ARENA ou MDB. Mas o que mais me [d̶á̶ ̶v̶o̶n̶t̶a̶d̶e̶ ̶d̶e̶ ̶v̶o̶m̶i̶t̶a̶r̶] INCOMODA é uma larga parcela da sociedade mais favorecida - e da imprensa, e das redes sociais - que ataca o governo não tanto pela política em si, mas no fundo por NÃO SUPORTAR INCLUSÃO SOCIAL:
- Gente que não tem tradição política, mas que vem às redes para dizer, "brincando", que "Odeia pobre" (se espelhando em fotos de Caco Antibes).

- Gente que diz gostar de Jesus Cristo, mas convenientemente "rasga" as muitas páginas do Evangelho sobre igualdade social.
- Gente que ri ou agride quando o pobre usa algo da mesma marca que a dele.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

O que REALMENTE está por trás das manifestações no Brasil?

Pra quem não sabe o que está acontecendo no Brasil, este é um texto traduzido da CNN Americana: (#naosao20centavos)

manifestações

Os protestos que vêm ocorrendo no Brasil vão além do aumento de R$ 0,20 na tarifa dos transportes públicos.

O Brasil está experimentando atualmente um colapso generalizado em sua infraestrutura. Há problemas com portos, aeroportos, transporte público, saúde e educação. O Brasil não é um país pobre e as taxas impostos são extremamente altas. Os brasileiros não veem razão para uma infraestrutura tão ruim quando há tanta riqueza tão altamente taxada. Nas capitais, as pessoas perdem até quatro horas por dia no tráfego, seja em automóveis ou no transporte público lotado que é realmente de baixíssima qualidade.

O governo brasileiro tem tomado medidas remediadoras para controlar a inflação apenas mexendo nas taxas e ainda não percebeu que o paradigma precisa compreender uma aproximação mais focada na infraestrutura. Ao mesmo tempo, o governo está reproduzindo em escala menor o que a Argentina fez há algum tempo atrás: evitando austeridade e proporcionando um aumento com base em interesses da taxa Selic, o que está levando à inflação alta e baixo crescimento.

Além do problema de infraestrutura, há vários escândalos de corrupção que permanecem sem julgamento, e os casos que estão sendo julgados tendem a terminar com a absolvição dos réus. O maior escândalo de corrupção da história do Brasil finalmente terminou com a condenação dos réus e agora o governo está tentando reverter o julgamento usando de manobras através de emendas constitucionais inacreditáveis: uma, o PEC 37, que aniquilará os poderes investigativos dos promotores do ministério público, delegando a responsabilidade da investigação inteiramente à Polícia Federal. Mais, outra proposta busca submeter as decisões da Suprema Corte Brasileira ao Congresso – uma completa violação dos três poderes.

Estas são, de fato, a revolta dos brasileiros.

Os protestos não são movimentos meramente isolados, unificados ou badernas de extrema esquerda, como parte da imprensa brasileira afirma. Não é uma rebelião adolescente. É o levante da porção mais intelectualizada da sociedade que deseja pôr fim a esses problemas brasileiros. A classe média jovem, que sempre se mostrou insatisfeita com o esquecimento político, agora “despertou” – na palavra dos manifestantes."

Com informações da CNN Americana

terça-feira, 18 de junho de 2013

O Gigante acordou?

Por Nélio Azevedo

manifestações de rua


Quando assistíamos pela TV aos protestos nos países árabes e, agora na Turquia, poderíamos pensar que estaríamos longe de termos situações semelhantes aqui no Brasil.

Estaríamos enganados e, ninguém em sã consciência poderia prever as cenas que assistimos neste fim de semana e nesta segunda-feira em várias capitais brasileiras.

Cenas tristes de violência e vandalismo que preocupa a todos ou pelo menos, aqueles que enxergam esses episódios além do oba-oba da Copa das Confederações.

Protestos que tiveram início em Porto Alegre contra o aumento das passagens de ônibus e se estenderam para todos os estados numa onda que pode afogar a nossa frágil democracia e as conquistas de um aparente estado de direito.

Hoje, segunda-feira, a exemplo de outras capitais, a cidade de São Paulo foi tomada por um tsunami humano que representa claramente a insatisfação de todo um povo que vem aceitando (ou não) essa situação em que a falência de instituições políticas e sociais são representadas pelo pouco interesse pelas questões mais importantes do país. Estamos às portas de uma nova eleição para os mais altos cargos do executivo e legislativo e não se vislumbra uma luz no fim do túnel e, essa gritaria das ruas é um alerta aos candidatos e partidos que ocupam o horário nobre da TV e não têm nada a dizer para esse povo.

Os estudantes que estavam adormecidos acordaram e se lançaram com o afã contra o gás lacrimogêneo e as balas de borracha distribuídas sem nenhum critério, fazendo vítimas manifestantes, transeuntes e jornalistas numa demonstração de selvageria e estupidez que mostra a nossa verdadeira cara para os estrangeiros que aqui vieram para a Copa e para os jornais do mundo. Aquela imagem de povo pacífico e ordeiro há muito já a perdemos ou nunca a tivemos.

Acorda, Brasil! O povo perdeu a inocência quando perdeu a segurança de andar livremente pelas ruas; quando perdeu o trem da história da educação de qualidade; quando perdeu noites de sono pelos péssimos serviços da saúde; perdeu o trem, o metrô e o ônibus que não virão nem para a Copa de 2014; por fim perdeu o medo e enfrenta a Pátria Armada que não tem sido sua mãe gentil.

Agora essa pátria assiste estupefata que seus filhos não fogem à luta.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Considerações sobre o Bolsa Família

Por Nélio Azevedo

bolsa-familia

Ouvindo, lendo e assistindo as notícias sobre boato do fim do Bolsa Família e de suas consequências, fiquei muito impressionado com alguns comentários a esse respeito. No Jornal O Tempo várias pessoas teceram comentários agressivos e que demonstram total desinformação a respeito do benefício.

Uns reclamavam da aparência física das pessoas que estavam nas aglomerações nas agências da Caixa, imaginavam que somente deficientes, doentes e fracas teriam direito ao benefício, pensam que a bolsa é uma espécie de salário. Não sabem que muitas famílias recebem essa ajuda, chamada de esmola por alguns, tem pessoas que trabalham e que o critério para ter acesso à ela é a renda per capta da família. Outro perguntava porque não oferecem trabalho para aquelas pessoas, como se tivesse vaga para todos e não houvesse desemprego nenhum no país e, tivesse essa oferta em todos os lugares, inclusive onde ela é mais utilizada, nas regiões norte e nordeste, onde a oferta de emprego sempre foi um problema sério por não haver investimentos ao longo da história desse país, são as regiões mais pobres e menos industrializadas.

Só na última década é que os governantes resolveram investir nelas, criando um fenômeno que é o inverso do se conhecia, migração de pessoas do sudeste e de outras regiões para o nordeste em busca de emprego. Essa região tem sido tratada como um apêndice indesejável, poço sem fundo de verbas governamentais em nome de combater fenômenos como o da seca e pobreza endêmica, mas se esquecem de que vieram de lá as mãos que construíram o progresso de grandes centros como São Paulo, berço de intolerância e preconceito ao valoroso povo nordestino.

Nos últimos anos, 1,6 milhão de pessoas devolveram espontaneamente seus cartões do Bolsa Família por não mais precisar dele, por ter conseguido aumentar a renda familiar com o salário, mas ainda são 13 milhões de famílias que contam com esse acréscimo na sua renda para oferecer um pouco de dignidade aos seus filhos; esse contingente é maior do que a população de muitos países.

Infelizmente, temos ainda no país uma quantidade enorme de pessoas que vivem na miséria, eram mais de 30 milhões há 10 anos, isso nunca incomodou essa gente que acha que estão tirando da classe média e dando para os pobres, que os pobres são pobres porque não trabalham nem querem trabalhar e outras formas de ver o problema que só é bom para quem o vê de longe, longe da porta de sua casa.

Acho que a Ministra tem razão de culpar a desesperada oposição, afinal essas duas regiões é justamente onde o PT tem mais votos e, como falar em inflação e crescimento ínfimo não está dando certo, sobra o quê? Depois, se não foram os tucanos, seria o próprio PT como sugere o leitor Leônidas Marques, com uma prática comum na tucanada, um belo tiro no próprio pé.

San Tiago Dantas tinha razão quando afirmava que o Brasil ao contrário da Índia tinha um grande povo e uma elite de bosta, uma elite que pensa que o país é só deles e se sente muito bem e rico se estiver rodeado de pobreza.

domingo, 5 de maio de 2013

Paul McCartney faz show inesquecível no Mineirão e emociona mais de 50 mil pessoas em Belo Horizonte

Eu, como Beatlemaníaco, não poderia deixar passar em branco um show tão maravilhoso como esse. Para os leitores do POL, a reportagem do Estado de Minas.

Paul MacCartney

Depois de muita espera finalmente Belo Horizonte assistiu ao show de Paul McCartney. O beatle subiu ao palco de um Mineirão lotado pouco antes da hora marcada: 21h22. Usando um blazer azul sobre uma camisa branca com detalhes pretos, o britânico levou as cerca de 53 mil pessoas que estavam no local ao êxtase, abrindo a apresentação já com um hit dos Beatles, ‘Eight Days a Week’.

Veja galeria de fotos com imagens do show.

Nas duas horas e trinta e cinco minutos seguintes, Paul e sua banda, que o acompanha há mais de dez anos, formada por Paul Wickens (teclados), Brian Ray (baixo e guitarra), Rusty Anderson (guitarra) e Abe Laboriel Jr. (bateria), fizeram a alegria dos fãs mineiros, que responderam à altura acompanhando cada música. Simpático como já tinha demonstrado desde que chegou à cidade, na última sexta-feira, o músico cumprimentou a plateia falando em português. “Oi BH. Boa noite povo bão!”. Essas foram as primeiras palavras de muitas que ainda iam surgir na noite, todas recheadas com um bom mineirês. Mas o beatle, que já tinha ganhado o público antes mesmo de subir ao palco, levou os presentes ao delírio quando admitiu: “Paul veio falar Uai”.

Se o artista já entrou em cena com o público ganho, não deixou de impressionar pela animação, simpatia e qualidade musical, do alto dos seus 70 anos. Lá pela 4ºmúsica não aguentou o calor e se livrou do blazer. Dobrou as mangas e começou a desfilar sua habilidade no famoso baixo, guitarra, piano e ukelele. No repertório, grandes sucessos dos Beatles, como ‘Paperback Writer’, ‘Lady Madonna’, ‘And I Love Her’, ‘Get Back’, ‘Eleanor Rigby’ e ‘Yesterday’, mesclados com músicas da carreira solo do cantor, como ‘Junior’s Farm’, ‘Listen to What the Man Said’ e ‘Hi hi hi’. Um dos momentos de grande emoção foi quando Paul, sozinho, tocou ‘Blackbird’. Uma plataforma levantou o músico melhorando a visão de quem estava na pista. Em seguida, McCartney prestou homenagem a John Lennon, tocando ‘Here today’.

Lennon não foi o único homenageado da noite. A atual mulher de Paul, Nancy Shevell, foi lembrada na canção‘Maybe, I'm amazed’, presente no último disco do artista, ‘Kisses on the Bottom’. O clipe da faixa, com Johnny Deep e Natalie Portman traduzindo a letra na linguagem de sinais, foi projetado no enorme telão no fundo do palco. Para Linda McCartney, falecida esposa de Paul, foi dedicada a musica ‘The Long and Winding Road’. Já o parceiro George Harrison ganhou homenagem com a belíssima ‘Something’, tocada inicialmente apenas com Paul e seu ukelele e finalizada com toda a banda.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Governo pede ajuda ao Google para levar internet a "deserto digital"

Ministério das comunicações pensa em iniciar parceria com a gigante da web

governo googleO ministro das comunicações, Paulo Bernardo, e o presidente do Google Brasil, Fábio Coelho, devem iniciar uma parceria para levar a internet às periferias das grandes cidades e à região norte, apelidadas de "deserto digital". Segundo Bernardo, o Google pode ajudar o governo em locais com baixa penetração de tecnologia.

"Nós precisamos acelerar o acesso do brasileiro à internet e uma parceria com o Google será muito bem-vinda", declarou. "Daqui a alguns poucos anos tudo estará dentro da internet e todos devem procurar se localizar neste novo ambiente, inclusive de negócios", completou o ministro.

Segundo Bernardo, em 2012, a internet estava em cerca de 40% dos domicílios brasileiros, mas no norte este número se reduzia para 8% dos domicílios. Quando há internet nesta região, no entanto, os preços são muito elevados, informou.
O presidente do Google, por sua vez, disse que o Brasil é o segundo país do mundo em consumo de audiovisual e é considerado pela matriz como um "mercado prioritário". Entretanto, o país é apenas o 9º em produção de conteúdo audiovisual. Bernardo destacou que parcerias neste sentido tendem a dar resultados "extraordinários" para incentivar os desenvolvedores nacionais de conteúdo.

Olhar Digital

domingo, 14 de abril de 2013

Papel jornal e tomates

tomateAna Maria Braga usou colar de tomates (que, aliás, lhe caiu muito bem…) Abril e Globo dão capa ao tomate. O Brasil está despencando. Os índices de crescimento, desenvolvimento e distribuição de renda são fabricados por Lula, Ahmadinejad, Fidel e Chaves para iludir o povo brasileiro. Ninguém consegue pagar a prestação. A bola da Copa será quadrada e o apito será assobio. Lula, Dirceu, Genoino e filhos são milionários. O mensalão de Roberto Jefferson é o maior escândalo da paróquia. Vem aí o apocalipse…

Imprimem o verde em papel jornal pra colher maduro. Se não der, voltam com Apagão, Gripe Suína, Dengue e factoides genéricos para apavorar.

Em uníssono, o oligopólio midiático faz campanha maciça pelo aumento dos juros e a volta da inflação. Usam e abusam da palavra “inflação” diariamente em suas capas. Esperam com isso, contaminar o comércio e outros setores da economia de pessimismo que leve ao pânico e ao aumento dos preços. Apostam que convertem sua especulação barata em fato. Como antigamente… Porque, diferentemente de quando calaram nas falências seguidas de FHC, falir o país – mesmo que seja apenas nas manchetes – é a ÚNICA maneira de desalojar o PT do Planalto. Logo mais vem pesquisa avaliando se suas manobras surtiram efeito…

A direita fascista quer levar o país de volta à década de 90 e retomar o rumo da subserviência vira-lata que Serra e FHC imprimiram ao seu governo. Os vampiros das multinacionais falidas pelo neoliberalismo exigem que se abra a porteira para voltarem à pilhar nossas riquezas naturais.

Para a casa Grande, a doméstica deve voltar a dormir na Senzala, que é o seu lugar, antes de começar a se achar a azeitona da empada.  Segundo Delfim Neto: “A empregada doméstica virou manicure ou foi trabalhar num call center. Agora, ela toma banho com sabonete Dove. A proposta desses ‘gênios’ é fazer com que ela volte a usar sabão de coco, (sem direito trabalhista)”. Quer dizer, que volte ao regime de 16 horas diárias de escravidão. 

Nossa relação com a imprensa é assim: nunca os venceremos, mas nunca nos calarão. Eles morrem aos poucos, tragados pela nova era, onde a informação voa e o papel impresso é lento, caro e mentiroso. Analistas, entrevistadores e apresentadores embusteiros – que ainda vendem o peixe do patrão – mentem em merrecas de audiência. Jornalista encurralado em redações fétidas pensa em mudar patrão ou de profissão: o PiG não contrata nem faxineiro, só demite… Os falsários que vomitam o JN diariamente na mesa de jantar dos brasileiros, morrem de medo de perder o emprego. E com ele o padrão…

E nós, pela Internet, nos apropriamos da liberdade de expressão que a Constituição nos garante. Sem negociações! Hoje, a rede se impõe e projeta o futuro das comunicações, O UOL sustenta a Folha que o pariu nos tempos em que FHC afundava o país.

Não é uma questão ideológica apenas. É uma disputa de poder sem escrúpulos ou comprometimento com população alguma. O que está em jogo não é apenas o destino do Brasil, mas da América do Sul. As razões sempre as mesmas: somos vira-latas (o povo, não as elites, que não tem nacionalidade) e devemos servir ao Tio Sam, nossa vocação eterna. Como dizia Tia Carmela, querem viabilizar a todo custo o acordo CARACU entre Brasil e os EUA, onde os EUA entram com a CARA…

O Capitão do Mato está de olho no andar a carruagem, e o PiG lhe dá “cobertura”. Se não for ele a acabar com o PT, só Deus. O golpe caminha. Não basta prender Lula, Dirceu, Genoino e criminalizar toda a nação petista. Não basta desestabilizar o governo Dilma com alarmismo falso. O problema está na Copa do Mundo e nas Olimpíadas. Dois eventos que consolidariam a imagem do Brasil da era petista. Como apagar da história a presidenta Dilma na tribuna de honra na abertura da Copa? E novamente nas Olimpíadas? Eles não vão engolir Dilma, Lula e o PT cravados na história brasileira e mundial do século 21. Mas quem disse que são eles que a escrevem?

Fonte: Blog O que será que me dá?

sábado, 13 de abril de 2013

Maria Stopa: Uma executiva no mundo dominado por homens

maria-s01Maria Aparecida Stopa, mineira de Abre Campo, com sangue italiano os Taglio Di Po, em Rovigo, passou sua adolescência em Raul Soares e começou a sua jornada em Belo Horizonte em 1988, onde ficou até o ano 2000, quando veio a passeio à Flórida para estudar e apaixonou-se com o Sudoeste da Flórida, e resolver fincar raízes na região de Fort Myers e Cape Coral.

Em Belo Horizonte, Maria Stopa estudou e se formou na UFMG, Universidade Federal de Minas Gerais em dois cursos de graduação em Letras, o primeiro em Português e o Segundo em Inglês. Também completou o curso de pós-graduação na UFMG, em Português para Estrangeiros. Igualmente na UFMG estudou a língua francesa e italiana. Foi a melhor aluna em Latim, tornando-se Monitora de Latim na Faculdade de Letras, FALE/UFMG. Completou vários outros cursos paralelamente, tais como informática, taquigrafia, datilografia, direito, legislação, administração e até de modelo. Trabalhou no saudoso BEMGE - Banco do Estado de Minas Gerais, hoje parte do Banco Itaú durante oito anos. Além disto, ela fez parte do time da TV Bandeirantes, foi modelo em comerciais de televisão e uma das candidatas a Miss Minas Gerais em 1992.

maria-s02Maria Stopa também é intérprete para o Tribunal (Courthouse) Estadual e Federal no Sul da Flórida desde 2003. Por causa da empresa que tinha quando chegou à Flórida, a All About Computer, ela engajou-se no mundo de construção, primeiro com uma empresa de revestimento (tile & marble) e em seguida, tornou-se General Contractor/Builder, com as devidas licenças, certificações e requerimentos legais. Sua empresa "STOPA, INC." realiza obras comerciais, residenciais, aeroportuárias e governamentais, principalmente do Governo Federal.

Unindo a construção com o ramo imobiliário, Maria Stopa ainda está presente na corretagem, ela é Corretora/Realtor e faz parte da NAHB, Associação Nacional de Construtores de Casas, do USGBC, Conselho Nacional de Construção Verde/Sustentável, NAR, Associação Nacional de Realtors, NAPEW, REIA e de várias outras Câmaras e Associações Comerciais locais e nacionais. Em formação, a nossa Câmara de Comércio Brasileira do Sudoeste da Flórida, a costa do Golfo do México.

Ela explica que para se tornar General Contractor e Realtor/Corretor e Broker na Flórida são necessárias experiência e escolaridade. Ambas as licenças requerem um exame estadual, e as licenças de Realtor e de Broker requerem um curso obrigatório antes e depois do exame.

Essa brasileira tem muito a compartilhar com todos nós! O conhecimento extraordinário e domínio da língua com certeza faz toda diferença no crescimento de qualquer se humano! Foi o que aconteceu com essa vencedora de vários prêmios, hoje sendo uma referência em sua área de atuação e também para toda comunidade!

Reportagem publicada na Revista Facebrasil, Edição 28, em 09/04/2013.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Somos todos “João”

gol_ronaldinhoA partida corria normalmente. À cobrança de lance lateral, os jogadores fizeram uma parada para se hidratarem. O atacante compartilhou a garrafa do goleiro adversário. E por ali ficou. Seu companheiro lançou a bola para ele que, sozinho, teve tempo de preparar a jogada e dar o passe para um companheiro marcar o gol. Então todos ficaram sabendo que em lance manual, não há marcação de impedimento.

A discussão, matéria-prima da manutenção do futebol como paixão nacional, foi se o atacante fez certo ou errado.

- Não é ético, mas é legal! (os torcedores do seu time)

- É legal mas não é ético! (os adversários)

Não é ético mas é legal. Não é legal, mas é ético...

E assim ficaríamos nesta rosca sem fim, fazendo esta espuma passional, tão oportuna à manutenção dos privilégios de todos os felizardos deste grande circo do futebol. Mas nós temos pressa e vamos em frente.

O esporte é fundamentalmente a arte do blefe. Mais do que músculos fortes e habilidades treinadas, o que faz a diferença é o oportunismo do atleta para se aproveitar do engano ou do descuido do adversário. A mentira expressa na finta eleva o ativo a ídolo e o passivo a “joão”, conforme dizia Mané Garrincha. A plasticidade de uma jogada, a intimidade do artista para “penusear” a bola confere a ele preciosos pontos em sua classificação , que pode ser expressa em milhares de dólares.

A partir de uma cena gravada e exposta exaustivamente pela mídia, nós, os verdadeiros “joões” da história, passaremos a louvar o artista, ter olhos apenas para ele e a consumir tudo o que ele nos propuser. Aí está a justificativa das cifras astronômicas pagas a esta elite.

Nunca paramos para admirar o trabalho de um pedreiro, artista da construção civil, capaz de dar solidez e acabamento a um edifício. Também não somos capazes de nos comover com outras questões reais como o combate à dengue ou com a direção insegura nas estradas. Parece que estas coisas são o ornamento e o futebol é a síntese da vida. E o pior, para finalizar; estou incluído nesta avalanche humana, o que prova que esta inversão não é por falta de conhecimento, mas tem motivos bem mais sólidos.

Jaeder Teixeira Gomes

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

O que falta na educação?

Nossas crianças do fundamental

Dois terços das crianças matriculadas no 3° ano do ensino fundamental da rede pública não dominam o básico da matemática, ou seja, não sabem fazer operações simples de somar e subtrair. 

Já entre os alunos de escolas particulares, três quartos sabem o mínimo esperado de matemática. Estes dados sobressaíram da divulgação nesta quinta-feira, 25, do resultado da Prova ABC, que avaliou 6 mil alunos de 250 escolas públicas e privadas das capitais do país. 

Apenas um terço (32,58%) dos alunos da rede pública alcançou o índice que reflete o conhecimento esperado dos alunos do terceiro ano (crianças com idades por volta dos oito anos) segundo escala do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Por outro lado, 74,30% dos alunos da rede privada alcançaram o índice, mais que o dobro dos alunos da rede pública. 

Até cerca de 1860, não existia diferenciação de sapatos para pés esquerdo e direito. Os sapatos eram simétricos, ainda que, em todas as pessoas, os pés direito e esquerdo sejam diferentes entre si. Cabia aos pés do freguês “deformar” os sapatos para adaptá-los ao formato dos pés. Por isso as pessoas tinham tantos calos. Eram muitas batalhas diárias de pés macios contra couros duros. 

Em 2011, a educação brasileira está mais ou menos no mesmo estágio em que estava a indústria de sapatos até 1860. Não importam as preferências, pendores ou interesses dos alunos. Todos têm que estudar as mesmas coisas: basicamente matemática, língua, história e geografia. 

Daí para adiante ensina-se a mais, não o que os alunos desejam aprender, mas todos os tipos de matérias que os educatecas do Ministério da Educação (ou das secretarias estaduais de educação), que controlam a educação brasileira por teleguiado, desejam que eles aprendam. 

Além disso, em nome da participação social e da correção política, adicionam-se todos os tipos de matérias que interessam a grupos militantes de várias causas políticas, ideológicas, sociais ou que estão na moda, desde que os respectivos lobbies ou grupos de pressão tenham capacidade de influir sobre as autoridades para criar mais matéria inútil para as crianças, adolescentes e adultos. 

Não é de admirar, portanto, que os alunos saiam calejados e, de maneira geral incapazes de fazer o que gostam, ou o que o mercado demanda porque foram educados de acordo com critérios que não levam em conta nem os gostos pessoais nem as demandas do mercado. 

Conclusões, várias:

1. Muita gente infeliz. 

2. Muita gente com dificuldade de arranjar empregos. 

3. Um excesso de informações sobre história de coisas que pouco interessam a qualquer pessoa, fórmulas que poucos sabem como e em que aplicar, leis de física e química que não levam ninguém a conseguir fazer nada de prático com elas, pois foram quase todas ensinadas fora de qualquer contexto. 

Assim, muita gente sabe calcular tensão superficial, mas não tem a menor noção de para que serve isso. 

A verdadeira educação profissional só começa na faculdade e, novamente, é definida por um conluio entre educatecas governamentais e lobistas de grupos de interesse que determinam o que deve ser ensinado a quem estiver interessado em exercer, direito, engenharia, arquitetura, meio ambiente, medicina, etc., para que possam tornar-se membros das ordens e conselhos, pagar anuidades e ter o direito de ganhar o dinheiro. 

Enquanto isso, os bem sucedidos (e viva eles) conseguem sucesso como empresários batendo com a cabeça na parede porque nada lhes foi ensinado sobre isso, fazendo sucesso como líderes de grifes, designers, conjuntos de musicais, atores, jogadores de futebol ou palhaços. 

Notem que todas as pessoas que ganham dinheiro com estas coisas citadas como exemplos no parágrafo anterior fizeram-no graças a uma habilidade inata ou preferida, seja como autodidatas, seja aprendendo seus ofícios fora das escolas que fazem parte dos sistemas formais de educação, que são, em boa parte, financiados com o dinheiro dos cidadãos que pagam impostos ou com mensalidades pagas pelos pais iludidos, para que seus filhos ganhem um diploma, ainda que aprendam, na realidade, muito pouca coisa útil na vida. 

Alguns exemplos para que pensemos um pouco se já não está na hora de derrubar os educatecas e cuidar de uma educação que combine a felicidade do educado com um pouco de criatividade socialmente útil. 

P.S. – Se somarmos todas as horas desperdiçadas tentando ensinar matemática, geometria, álgebra, física e química a um discalcúlico como eu, e tivessem deixado que eu gastasse mais do meu tempo lendo o que me interessava, estou seguro que seria uma pessoa muito mais feliz. Nada do pouco que aprendi de matemática, além de conversões de medidas e moedas (sétima série), me serviu de nada na vida. Nunca. Não contribuiu, nem para o meu sucesso, nem para a minha felicidade, tampouco contribuiu para a felicidade coletiva, como tenho certeza que fizeram Romário e Tiririca, jogando futebol e fazendo-nos rir. 

Com informações do Blog Debatendo a Educação

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Lista aponta 10 ‘práticas de corrupção’ comuns no dia a dia do brasileiro

Quase um em cada quatro brasileiros (23%) afirma que dar dinheiro a um guarda para evitar uma multa não chega a ser um ato corrupto, de acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Minas Gerais e o Instituto Vox Populi.

Protesto AFP
Os números refletem o quanto atitudes ilícitas, como essa, de tão enraizadas em parte da sociedade brasileira, acabam sendo encarados como parte do cotidiano.

"Muitas pessoas não enxergam o desvio privado como corrupção, só levam em conta a corrupção no ambiente público", diz o promotor de Justiça Jairo Cruz Moreira.

Ele é coordenador nacional da campanha do Ministério Público "O que você tem a ver com a corrupção", que pretende mostrar como atitudes que muitos consideram normal são, na verdade, um desvirtuamento ético.

Como lida diariamente com o assunto, Moreira ajudou a BBC Brasil a elaborar uma lista de dez atitudes que os brasileiros costumam tomar e que, por vezes, nem percebem que se trata de corrupção.

  • Não dar nota fiscal
  • Não declarar Imposto de Renda
  • Tentar subornar o guarda para evitar multas
  • Falsificar carteirinha de estudante
  • Dar/aceitar troco errado
  • Roubar TV a cabo
  • Furar fila
  • Comprar produtos falsificados
  • No trabalho, bater ponto pelo colega
  • Falsificar assinaturas

"Aceitar essas pequenas corrupções legitima aceitar grandes corrupções", afirma o promotor. "Seguindo esse raciocínio, seria algo como um menino que hoje não vê problema em colar na prova ser mais propenso a, mais pra frente, subornar um guarda sem achar que isso é corrupção."

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Na época da Ditadura

ditadura

Na época da 'chamada' ditadura...
Podíamos namorar dentro do carro até a meia- noite sem perigo de  sermos mortos por bandidos e traficantes.
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos ter o INPS como único plano de saúde sem morrer a míngua nos  corredores dos hospitais.
Mas não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem  era cidadão de bem,quem era bandido e quem era terrorista.
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos paquerar a funcionária, a menina das contas a pagar ou a  recepcionista sem correr o risco de sermos processados por “assédio  sexual”.
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei! negão!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua  bicha!) e não éramos processados por “discriminação” por isso.
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos cortar a goiabeira do quintal, infestada de taturanas,sem que isso constituísse crime ambiental.
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos ir a qualquer bar ou boate, em qualquer bairro da cidade, de carro, de ônibus, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, sequestrados ou assassinados.
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Hoje a única coisa que podemos fazer...
...é falar mal do presidente!

Pascoal Online, com informações do Blog Nó Cego e Bengala de Cego

domingo, 12 de agosto de 2012

Caratinga tem comemoração especial no ouro do vôlei em Londres

volei_caratingaO Brasil contrariou todos os prognósticos, bateu com propriedade o time mais temido e é bicampeão olímpico de vôlei feminino. Em um jogo emocionante e que retratou bem a campanha da equipe em Londres, a seleção de Jaqueline, Sheilla e Dani Lins fez 3 sets a 1 (11-25, 25-17, 25-20 e 25-17) nos Estados Unidos e entrou para a história como o primeiro time do país a conseguir dois títulos seguidos nos Jogos.

A meio-de-rede da Seleção Brasileira de Vôlei, Fabiana Marcelino Claudino, mais conhecida como Fabiana, chamou mais a atenção em uma casa de Caratinga neste sábado de ouro para o voleibol nos Jogos Olímpicos de Londres contra a seleção dos Estados Unidos. Quem ficou com os olhos grudados na tevê foi a moradora da Rua da Piedade, no Bairro Esplanada em Caratinga, Rita Zacarias da Silva, avó de Fabiana.

Dona Rita tem 76 anos, é nascida em Pocrane, porém mora em Caratinga. Ela é mãe de 11 filhos, entre eles Maria do Carmo Marcelino, que é mãe de Fabiana Claudino, jogadora da seleção brasileira de vôlei.

Dos filhos de Rita, dez moram em Belo Horizonte e só um mora com ela no bairro Esplanada em Caratinga. A mãe de Fabiana mora em Santa Luzia, região metropolitana de BH. Segundo dona Rita a família sempre se reúne no Natal, mas nem sempre Fabiana está presente. “Acompanho ela desde que nasceu, faço questão de assistir a todos os jogos, semana passada mesmo ela jogou. Fabiana tem um irmão que mora nos Estados Unidos e que é jogador de basquete (Bruno), converso com ela pelo telefone e sei que ela mora no Rio de Janeiro e treina em São Paulo e de lá mesmo viaja para o exterior. Ela demora muito a vir na casa da mãe dela, mas elas conversam muito pela internet. Tenho muita saudade dela, sempre peço a Deus pra que olhe por ela e fico muito feliz de vê-la jogar”.

Pascoal Online, com informações do Diário das Gerais

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Jamir Lima solta a língua e diz o que precisa ser dito

CONSELHO MEIO DESABAFO

(Segundo o autor, o texto foi postado no Facebook e, posteriormente em seu blog)

Nada mais preciso e "intenso" do que um dia após o outro, a pressa é inimiga da perfeição, devagar e sempre!

Aprendi no passar da idade, no decorrer do tempo, que não devemos julgar a pessoa e, sim sua ideia. Por exemplo, não me interessa se Lula procura o melhor hospital para se tratar (tem mais é que procurar mesmo!), o que me interessa é o que ele faz, seu comportamento como político, seu caráter!

Tive aqui um "pega" pra valer. Alguém foi categórico, e em outras palavras me disse: -"vai te catar", vai procurar sua turma, vai fazer um passeio turístico pela África sem viagem de volta!!!

Então, aconselhei: nunca julgue alguém, nunca "despache" logo a sentença condenatória!!!

Isto me remeteu a um passado não muito distante, numa barbearia no Bairro Amazonas, em Belo Horizonte, onde um cartaz afixado na parede alertava: "Proibido discutir futebol, política e religião"! Trio infalível para não acabar bem e o "ferido" ou se julgado ofendido pegasse uma navalha (muitas ali à disposição) e partisse para a ignorância.

Sou crítico feroz ao Lula de hoje, ao Brasil abandonado à própria sorte (toda a discussão começou por ter chamado o Brasil de "Brasilzinho")!

Um país que esquece do seu professor, de suas estradas, de seus aeroportos, de seu imenso mar, de colocar polícia nas ruas, de fazer leis que punam de verdade (não essas de "prende-e-solta"). Um país-paraíso dos políticos mal intencionados, onde o dinheiro é roubado/desviado e ninguém é preso nem devolve o que foi surrupiado!

Como não chamar um país assim no diminutivo, quando quem deveria zelar pelo bom nome e pela sua grandeza nada faz nesse sentido?

Então, amigos, aqui não é o "foro" privilegiado para esses debates, prefiro fazer no meu local adequado, no meu blog!

Aqui, prefiro descontrair, sem censurar ninguém, mesmo que mereça, mesmo que o "postado" contrarie meus pensamentos e meu modo de agir, meus princípios!

Mas, como dizem muito aqui: fica a dica!

Não julgue a pessoa, julgue suas ideias, argumente com a delicadeza que o assunto requer, nunca extrapole baixando o nível!!!

É salutar debater, mas o respeito é a lei maior, que vai levar à conciliação e à conclusão, chegar a um denominador comum, se for o caso.

Não sendo assim, cada um na sua!

Ninguém é obrigado a concordar nem a discordar!

Que me perdoem se fui longe demais nesse "desabafo", mas num "lance" desses sempre fica algo positivo! A gente sempre tira uma lição!

E tenho dito!!!

Texto retirado do blog “Quando Tudo é importante”, do meu parceiro e amigo Jamir Lima

terça-feira, 17 de abril de 2012

Um país de Tolos

Por Jamir de Sousa Lima

Estava vendo uma reportagem da Tv Mirante sobre uma escola estadual onde falta tudo: cadeiras com braços, mesa para professores, banheiros inadequados e tudo o mais naquela escola em completo abandono.

A reportagem foi até lá movida pelo movimento de protesto de alguns estudantes denunciando o descalabro.

Interessante esse nosso país, um país de “trocentos” ministérios, “trocentos” deputados e senadores. Além deles, um monte de suplentes com as facas nos dentes doidos por uma boquinha, assim que o titular se afastar por motivos vários, inclusive sem necessidade, somente para dar vez ao “substituto eventual”.

Um país de arranjos, onde o nepotismo está em todo lugar disfarçadamente, menos no Senado, onde é permitido pai e filho numa mesma chapa (titular e suplente). Tudo é possível!

Para esse “povo”: ministros de todo gênero, deputados de toda espécie e senadores de toda maneira, não falta dinheiro, verbas, auxílios, bolsas, planos de saúde eternos, proventos acima da lei, tudo feito para que os incomuns façam o que bem entenderem com o dinheiro público.

Para o simples mortal, aquele “comum” que não sabe (ou não quer saber) escolher seu governante e representante no alto escalão governamental, sobra a incumbência e a obrigação de manter esse “pessoal” nas alturas, pagando impostos estratosféricos que não dão o menor retorno, não aparecem sob a forma de benefícios para o povo. Saúde na UTI, educação na sarjeta e segurança só para eles, porque, para o povão, resta ficar lutando no dia a dia contra ladrões de toda forma e das maneiras mais variadas, arriscando a vida no simples sair de casa.

Assembleias com 18 salários por ano, com diárias anuais beirando milhões, “abiscoitando” verbas indenizatórias fraudulentas, “auferindo” auxílios diversos sem ter direito ou fazer jus, uma baderna, uma esculhambação, uma afronta a quem trabalha no sol a sol e honestamente.

Nosso político, no fundo, é um aproveitador, está ali para se enriquecer não importando de que forma e como! Não tem compromisso com ninguém (na sua concepção ele faz por merecer – comprou o voto ou soube enganar com competência).

É isto o que temos aí no nosso cotidiano. Escândalos “pipocando” a cada minuto (se não é assim é por falta de investigação ou de fiscalização – é só procurar). o universo é amplo, tem escândalo para todo gosto e formato. E os “atingidos” não estão nem aí, sabe que não vai dar em nada, que tudo vai acabar e pizza e com muito dinheiro no bolso.

É a dura realidade: para os “incomuns”, tudo o que quiserem e mais alguma coisa.

Para o comum, nada, a não ser uma escandalosa carga de impostos, humilhações nos diversos atendimentos nesses balcões da vida, restando única e exclusivamente ficar lamentando e chorando no meio-fio (como diria Nelson Rodrigues).

É isso!!!

Fonte: Blog Quando Tudo é Importante

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Nossos representantes no Congresso?

Por Nélio Azevedo

desratizacao_congresso

De acordo com a avaliação dos nossos Deputados e Senadores em Brasília, o DIAP – Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar – estamos pra lá de mal representados, apesar de termos a segunda maior bancada do país.

Pela avaliação do DIAP temos a vergonhosa participação do Senador Aécio (PSDB) em 11º e o Deputado Gilmar Machado (PT), que é o vice-líder do governo na casa, em 42º e Júlio Delgado (PSB) em 66º, depois a vergonha aumenta, políticos inexpressivos para um Estado inexpressivo. A atuação dos nossos representantes não faz jus aos votos e a confiança neles depositados pelos nossos milhões de eleitores.

Imagine o que será esse ano para nós, as nossas estradas estão um verdadeiro caos, os prefeitos das cidades atingidas pelas intensas chuvas de fim de ano esperam de pires nas mãos a ajuda que depende dos “representantes” na hora de encaminhar pedidos de verbas de emergência. Lembre-se de que estamos em ano eleitoral e boa parte dos deputados estará em campanha, cuidando dos interesses deles, não dos nossos; durante o período das chuvas e tragédias em mais de cem cidades mineiras, os nossos parlamentares estavam de férias, o Aécio que é o candidato do PSDB a Presidente da república, estava em Miami e, por lá permaneceu, não deu as caras por aqui nem para dar um tchau da janela do helicóptero, logo ele que precisará dos votos dos mineiros para se eleger; que tipo de representante é esse que se mantém distante do povo nas horas em que esse povo mais precisa do apoio dos seus representantes? .

O Senado que votou quase mil matérias em 2010, só votou 600 em 2011, deixando matérias como a reforma tributária sempre para trás enquanto que a distribuição dos Royalties do petróleo se tornou o assunto mais discutido e ganhou a maior importância na casa, totalmente compreensível, afinal alguns desses deputados serão candidatos a prefeitos ou têm suas bases eleitorais (leia-se currais) justamente onde querem que vá o dinheiro do petróleo.

Essa casa não nos representa de fato, precisamos fazer uma limpa, já que fizeram uma desratização há poucos dias lá, que tal pegar as ratazanas que vestem terno e gravata também? O raticida mais eficaz é o voto depositado nas urnas em outubro. Isto me fez lembrar um slogan político da década de 60 que dizia que “Se o Brasil não acabar com a saúva, a saúva acaba com o Brasil”, o bicho agora é outro e bem mais voraz; acho até que o exemplar pego na África, um rato de 10 quilos, pode ser algum parlamentar nosso em visita ao continente africano.

Antigamente a gente podia mandar um recado na cédula ao anular o voto, hoje nem isso é possível e o voto nulo ajuda sempre o picareta, o jeito é se informar mais sobre o candidato a quem você entregará um cheque em branco som a sua assinatura.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Mulheres ricas

Por Nélio Azevedo

O programa sobre mulheres milionárias brasileiras, apresentado na Band no início da semana (02/01/2012), é uma verdadeira ofensa aos não ricos desse país. O programa apresentou flashes do cotidiano delas, uma coletânea de futilidades e baboseiras dignas de uma comédia pastelão americana.

A socialite carioca Narcisa Tamboridegui que já é uma antiga conhecida desse ramo juntamente com uma loura descerebrada gastam seus mimos e afagos uma com a outra se vangloriando do tanto que é bom ser rico e dos prazeres que a dinheirama proporciona. As duas nasceram ricas e, provavelmente, nunca tiveram que trabalhar nem sabem que as pessoas são pobres ou ricas por opção nem por pré-destinação; o são por contingências que as levaram às situações de cada um.

Num mundo onde a riqueza é sempre fruto da usurpação, apropriação ou roubo, menos pelo próprio trabalho honesto e digno, soou muito mal ver toda aquela gastança para aplacar a TPM ou simplesmente o exercício do desfrute gratuito e idiota delas. Uma delas vai a uma feira da aviação e compra um jatinho por 30 milhões (ela tinha outro) como alguém compra um par de sapatos, somente para atender ao ego e satisfazer seus desejos de ir às compras em Paris sem ter que fazer escalas. Depois, para fechar o desplante, acham que os ricos são necessários porque compram muito e esse dinheiro circulando, proporciona mais empregos e gira a roda da fortuna. Todas essas encenações acompanhadas de expressões em inglês, se achando linda repetindo à exaustão os “Hello” e Darling, igualzinho um papagaio ou Mico de Realejo.

Outra coisa muito comum nesse meio e que vem sendo copiada por pessoas de outras classes sociais é a esquisita mania de tratar cães e gatos de estimação como se fossem filhos, como se fossem pessoas; o que sempre leva ao mais estranho costume de tratar pessoas como se fossem animais. Minha consciência socialista não me deixa concordar com um absurdo desse e não pensem que eu sou contra a riqueza, sou contra a pobreza e a favor de uma divisão mais justa dela; menos exploração do trabalho alheio e menos poder para o capital.

Não sei o que a Band pretendia com esse programa, se era expor essas pessoas ao ridículo ou nos brindar com esse descalabro, seja lá o que for, me deixou vexado e, tenho uma sugestão para um próximo programa, mostrar a miséria dos brasileiros que lutam dia-a-dia para conquistar o duro pão que o diabo amassou para alimentar as bocas famintas da prole que irá substituí-lo no futuro, já que a única herança que irão receber será a pobreza material, que nem de longe é pior do que a pobreza de espírito.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O Brasil é o sexto país mais rico

Por Nélio Azevedo

ricosO Jornal The Guardian, da Inglaterra, publicou matéria em que indica o Brasil como o sexto país mais rico do mundo, superando a poderosa Grã-Bretanha, sede de um império que dominou a maior parte do Globo, onde se dizia que na extensão dos seus domínios o sol jamais se punha. Pois é, foram superados por uma ex-colônia de Portugal, que até outro dia era um paíseco do terceiro mundo. Uma nação emergente que tinha como destino traçado pelo G-3 (EUA, Japão e Alemanha) nos idos de 1980, de ser simplesmente um mero exportador de matéria-prima e importador de manufaturas (leia-se bugigangas e refugos) dos países do primeiro-mundo.

Dá até para imaginar os muxoxos e chistes que os nobres bretões não estão fazendo pelo ato indigno dessa republiqueta de bananas dos trópicos de superar os domínios da Realeza Bretã.

Agora somos de um seleto grupo de países que têm crescimento econômico significativo mesmo com a crise que assola as maiores economias do planeta, acostumados a mandar que seus lacaios do FMI sujeitar governos e nações mundo afora a se prostrarem de joelhos e pires na mão, mendigando as sobras do seu sucesso imperialista e colonialista, mas, com a cara de ex-rico, que viu o fim do dinheiro chegar junto com as contas do desemprego, do crescimento zero e dos apertos e ajustes da economia que começam a assombrar a população europeia.

Ufanismo à parte, eu estou em estado de graça por estar vivo e presenciar o que eu pensava que nem meus filhos ou netos fossem assistir: Ver o Gigante adormecido despertar; ver o Celeiro do mundo se realizar diante dos meus olhos e saber que o meu trabalho pode ter contribuído de uma forma modesta, porém, honesta, pelo sucesso do meu país.

Sei que ainda falta muito para que a população brasileira tenha os padrões de vida dos ricos europeus, que ainda temos um terço da sua renda per capta e que os níveis de escolaridade de nossos trabalhadores é quase a metade dos deles. Essa movimentação nos estamentos da prateleira do poder político-econômico do mundo, vendo o avanço da China, Índia, Brasil e Rússia e, a perspectiva de que num futuro breve, (2020) essa ordem será outra em que EUA, China, Japão, Rússia, Índia, Brasil, Alemanha e Reino Unido serão os países do G-8, trás um gostinho doce desse sucesso para todos nós. Uma grande diferença de duas décadas atrás em que não víamos nada no fim do túnel e, se pintasse uma luzinha, provavelmente, seria o farol da locomotiva que nos atropelaria.