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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

“Acorda Justiça”: OAB Manhuaçu promove manifestação nesta quarta

PrintManhuaçu (MG) - Nesta quarta-feira (28), a 54ª Subseção da OAB/ MG convida advogados e a sociedade em geral para manifestação contra a morosidade da justiça. A ação acontece simultaneamente em frente ao Fórum das cinco Comarcas de circunscrição da entidade (Manhuaçu, Ipanema, Manhumirim, Mutum e Lajinha), a partir das 16 horas.

De acordo com o presidente da OAB Manhuaçu, Alex Barbosa de Matos, o acúmulo e a demora no julgamento de milhares de processos contribui para a ocorrência diária de injustiças.
“Temos visto que a insatisfação da sociedade é com o poder de uma maneira geral e não apenas com os poderes executivo e legislativo. As mobilizações sociais que ocorreram e tem ocorrido desde junho deste ano em todo Brasil devem chegar também ao poder judiciário”.

Alex acredita que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais precisa entender que justiça está sucateada e sufocada com milhares de processos nas cinco Comarcas. Além disso o número de juízes e servidores é insuficiente. Muitos deles estão doentes e sem expectativa de que o quadro caótico que vive a justiça nestas comarcas seja revertido.

“A sociedade está cansada de esperar por uma justiça rápida e eficaz, que atenda os seus anseios sem lhe causar mais frustrações. A cúpula do poder judiciário mineiro precisa entender que a Justiça é tão essencial para a sociedade quanto a saúde, educação, segurança e outras áreas públicas fundamentais, e a busca pela efetivação de uma justiça social é um dever da Ordem dos Advogados do Brasil”.

Como diria Rui Barbosa: “justiça lenta é um risco à democracia. A justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualificada e manifesta”. Por isso, a OAB MANHUAÇU conclama você que está insatisfeito com a morosidade, com o desrespeito e a falta de organização do judiciário a se unir a nós neste movimento de cidadania.

Por causa da manifestação em Manhuaçu, a Praça Cinco de Novembro será fechada a partir das 16 horas. “Pedimos a colaboração e compreensão da sociedade. Esta luta é de todos nós. Convide seus amigos e familiares e venha para rua manifestar”, finalizou Alex.

Com informações de Sílvio Ferreira Júnior

terça-feira, 9 de julho de 2013

Tropa de choque da PRF dispersa manifestação em Realeza

realeza03Realeza (MG) - Terminou por volta das 17h desta segunda-feira, 08, com intervenção da Tropa de Choque da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o segundo protesto sobre o baixo preço do café e as dívidas dos cafeicultores, em Realeza, distrito de Manhuaçu.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, a intervenção foi necessária porque os manifestantes não cederam aos pedidos de liberação das pistas das BRs 262 e 116. O trevo ficou interditado durante seis horas.

DOIS MOMENTOS

A manifestação em Realeza teve dois momentos distintos até ser dispersada. Na primeira parte, logo pela manhã, representantes de entidades ligadas a cafeicultura e lideranças políticas participaram do ato com a presença de cafeicultores da região.

Com cartazes e faixas, o grupo acompanhou as declarações de autoridades e líderes do movimento. Por volta de 10:30, resolveram fechar as duas rodovias no trevo de Realeza.

Utilizando sacos de café e pneus, botaram fogo em pequenas barricadas feitas nas pistas nos quatro sentidos. Com a intervenção da PRF, o trânsito de ambulâncias e veículos de emergência foi autorizado.

No ato realizado nesta segunda, os manifestantes reivindicam a redução de impostos de insumos, a garantia de pagamento de um preço justo pelo café e a negociação de dívidas da agricultura familiar com os bancos.

O presidente da Associação da Agricultura Familiar do Leste de Minas, Admar Soares, diz que foi formada uma Câmara dos Municípios do Café das Matas de Minas para representar as demandas regionais.

Segundo Admar Soares, a mobilização de hoje já rendeu resultados. Uma pauta de reivindicações foi aprovada entre os cafeicultores e autoridades dos poderes Executivo e Legislativo da região que estiveram no trevo de Realeza nesta manhã. O documento será levado a Brasília (DF).

RESISTÊNCIA

A segunda manifestação em uma semana começou pacífica e os líderes do movimento se retiraram do local por volta de 13:30. Porém, parte dos manifestantes decidiu ficar.  Um dos manifestantes explicou o motivo da resistência: “Nós fomos convocados para fechar a estrada e só iríamos sair quando viesse um representante do governo. Ninguém veio dar satisfação para a gente, então vamos continuar aqui. Chamar a polícia para nós é fácil. Porque não vieram conversar com a gente sobre os nossos pedidos?”, questionou.

Houve negociação para liberar as duas rodovias, mas um grupo de pessoas insistiu em manter as pistas fechadas nas rodovias BR-262 e 116. Houve, inclusive, algumas incitando o confronto, enquanto a maior parte dos cafeicultores e os líderes do movimento já havia ido embora.

Segundo o Inspetor Fernando César, da Polícia Rodoviária Federal, houve negociação e o que estava acertado foi descumprido por um grupo de agitadores. “Como a imprensa acompanhou desde o início, fizemos a negociação. Primeiro, conseguimos a liberação de veículos de emergência, como ambulâncias ou carros com pessoas doentes. Depois, às 13h houve uma reunião com os líderes do movimento e foi decidido que seria liberado às 13h15. A estrada chegou a ser reaberta, porém algumas pessoas ficaram incitando os outros para prosseguir com a manifestação. Passaram dos limites do que foi acertado”.

Ele argumentou que durante toda a tarde tentaram acordo com os manifestantes. “Continuamos a negociação, mas foi necessário vamos utilizar de outros meios para garantir a liberação da rodovia. A negociação foi até o último momento”, afirmou.

Com três helicópteros, uma tropa de choque da Polícia Rodoviária Federal aterrissou em Realeza por volta de 16h. Com bombas de efeito moral, os agentes da PRF dispersaram o grupo em poucos minutos. Não houve confronto direto e ninguém se feriu.

VEJA GALERIA DE FOTOS

Pouco tempo depois, o trânsito foi reaberto. Equipes do Corpo de Bombeiros fizeram a limpeza da pista. Policiais militares de Manhuaçu participaram da ação e tentaram também nas negociações com os manifestantes. A fila formada nos quatro sentidos ainda demorou algumas horas para acabar.

Veja a vídeo

Com informações do Portal Caparaó

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Em Realeza, BRs 262 e 116 estão fechadas

realeza01Realeza (MG) - Cafeicultores, trabalhadores rurais e lideranças de movimentos ligados à cafeicultura da região  fecharam novamente o trevo das BRs 262 e 116, em Realeza (distrito de Manhuaçu), na manhã desta segunda-feira, 08 de julho. A manifestação é a segunda em uma semana e reivindica a redução de impostos de insumos, a garantia de pagamento de um preço justo pelo café e a negociação de dívidas da agricultura familiar junto a bancos.

realeza02Marcada para as 9 horas, a manifestação começou com presença de um grupo de trabalhadores e produtores, mas sem fechar as rodovias. Num primeiro momento, o objetivo era aguardar a presença de um representante do governo para negociar com os manifestantes. Eles iriam fechar as pistas somente às 12 horas.

Por volta de 10:30, um grupo decidiu ir para a rodovia com sacas de café e fechar o trânsito. O fluxo de veículos foi interrompido nas duas rodovias federais: BR-262 e BR-116. Não há previsão de liberação.

A região de Manhuaçu é o principal produtor de café das Matas de Minas e a segunda de Minas Gerais. A economia dos municípios é muito dependente do café e os baixos preços refletem em todos os setores produtivos.

Durante a manifestação, os cafeicultores levaram cartazes e faixas. Ainda segundo os manifestantes, o baixo preço de comercialização do café não cobre os custos da produção ainda mais na região das montanhas, onde o segmento é empregador de grande quantidade de mão de obra. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o preço do café está 24% mais baixo. O preço mínimo definido pelo governo federal não atende a realidade regional.

Os cafeicultores também exigem a prorrogação dos prazos para pagamento do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar). Eles querem isenção do pagamento pelos próximos dois anos.

Com informações do Portal Caparaó

sexta-feira, 5 de julho de 2013

O poder das redes sociais

Nélio-Azevedo

 

 

Por Nélio Azevedo

 

redes sociais

Quando se iniciaram os movimentos de protesto na Tunísia, Líbia e Egito, a força e o poder das redes sociais na conclamação de participantes ficou determinado que elas tivessem um papel decisivo em outros países onde a possibilidade de reunião e protesto por parte dos cidadãos era quase impossível de acontecer. Depois vieram a Síria, a Turquia, a Arábia Saudita, finalmente essa onda alcançou países não tanto fechados como os EUA, a Grécia, Espanha e o Brasil.

Outras consequências ainda estão por vir, algumas delas inimagináveis no momento atual, países como Irã, China e Rússia que esperem, a vez deles irá chegar, com certeza. Mesmo em países como os EUA, Inglaterra e França, onde existe um pouco mais de liberdade e a população atendida em suas necessidades tiveram seus momentos de perturbação da ordem pública, pois em todo o mundo cresce o número de jovens “sem-sem”, sem educação e sem trabalho; é a geração Y, nascidos a pouco mais de uma década e meia que não querem estudar e ainda não podem ou não conseguem trabalhar tanto pelos estatutos locais como pela falta de perspectivas criadas pela crise econômica que assola tanto o mundo rico quanto o pobre.

No Brasil, essa parcela da população pulou de 8% para 12% em uma década, quando se olha de perto as manifestações em cidades brasileiras, o que se vê é justamente essa turma que não tem ideologia, não tem noção de classe e se vê meio que perdida nesse mundo criado pelo consumo sem ter os meios que lhe garantam uma igualdade de acesso a ele.

Vimos há alguns anos esses jovens em manifestações violentas na França onde virou moda por fogo em carros e no Reino Unido onde o alvo eram as lojas em que os fetiches tecnológicos eram vendidos. Gente com um nível de educação e de vida muito superior ao que se vê por aqui, agindo como vândalos destruindo tudo que encontrava pela frente. Não serviu de alerta para países como a Grécia e a Espanha, onde mais de 25% desses jovens estão sem ter o que fazer. Uma bomba relógio que se arma e se expande.

No momento em que escrevo vejo nas redes sociais, principalmente o Facebook uma nova conclamação prontamente aceita por milhares de participantes para novas manifestações que atormentam os moradores das grandes cidades e, que é legítima diante de tanta omissão por parte dos governantes que fingiam até agora estarem trabalhando para atender às necessidades desses que agora engrossam as fileiras dos que protestam e que em breve irão votar em mais um show da democracia eleitoral.

Um aviso para os políticos oportunistas de plantão: O Gigante acordou e irá votar!

terça-feira, 2 de julho de 2013

Manifestantes bloqueiam BRs 262 e 116 por causa do café

protesto realezaRealeza (MG) - Desde as 9 horas da manhã desta segunda-feira, 1º de julho, cafeicultores fecharam o trevo das rodovias BR-262 e BR-116, em Realeza, distrito de Manhuaçu, num protesto contra o baixo preço do café e a falta de políticas do governo para remunerar melhor o segmento.

Pacífica e sem registro de tumultos, a manifestação começou fechando as pistas nos quatro sentidos um pouco antes do trevo. No entroncamento das duas rodovias, foram jogadas sacas de café e ateado fogo.

A proposta da mobilização é seguir até a cidade de Manhuaçu durante a tarde e protestar na frente do Banco do Brasil, na praça central. Os cafeicultores também exigem a prorrogação dos prazos para pagamento do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar). Eles querem isenção do pagamento pelos próximos dois anos.

PROFESSORES

Além do grupo de cafeicultores, diversas professoras da rede municipal de ensino de Manhuaçu também estão protestando contra os baixos salários e a falta de atenção do governo municipal nas escolas e creches de Manhuaçu.

Elas participam do ato em Realeza e querem se deslocar para uma manifestação na área central da cidade.

RUAS BLOQUEADAS

No centro de Manhuaçu, toda a extensão das ruas José Fernandes Rodrigues, Praça Cinco de Novembro e Praça Cordovil Pinto Coelho foram bloqueadas para trânsito e estacionamento de veículos.

A Polícia Militar desviou o trânsito para deixar o espaço liberado para a manifestação.

Com informações de Jailton Pereira / Carlos Henrique Cruz - portalcaparao@gmail.com

quarta-feira, 19 de junho de 2013

O que REALMENTE está por trás das manifestações no Brasil?

Pra quem não sabe o que está acontecendo no Brasil, este é um texto traduzido da CNN Americana: (#naosao20centavos)

manifestações

Os protestos que vêm ocorrendo no Brasil vão além do aumento de R$ 0,20 na tarifa dos transportes públicos.

O Brasil está experimentando atualmente um colapso generalizado em sua infraestrutura. Há problemas com portos, aeroportos, transporte público, saúde e educação. O Brasil não é um país pobre e as taxas impostos são extremamente altas. Os brasileiros não veem razão para uma infraestrutura tão ruim quando há tanta riqueza tão altamente taxada. Nas capitais, as pessoas perdem até quatro horas por dia no tráfego, seja em automóveis ou no transporte público lotado que é realmente de baixíssima qualidade.

O governo brasileiro tem tomado medidas remediadoras para controlar a inflação apenas mexendo nas taxas e ainda não percebeu que o paradigma precisa compreender uma aproximação mais focada na infraestrutura. Ao mesmo tempo, o governo está reproduzindo em escala menor o que a Argentina fez há algum tempo atrás: evitando austeridade e proporcionando um aumento com base em interesses da taxa Selic, o que está levando à inflação alta e baixo crescimento.

Além do problema de infraestrutura, há vários escândalos de corrupção que permanecem sem julgamento, e os casos que estão sendo julgados tendem a terminar com a absolvição dos réus. O maior escândalo de corrupção da história do Brasil finalmente terminou com a condenação dos réus e agora o governo está tentando reverter o julgamento usando de manobras através de emendas constitucionais inacreditáveis: uma, o PEC 37, que aniquilará os poderes investigativos dos promotores do ministério público, delegando a responsabilidade da investigação inteiramente à Polícia Federal. Mais, outra proposta busca submeter as decisões da Suprema Corte Brasileira ao Congresso – uma completa violação dos três poderes.

Estas são, de fato, a revolta dos brasileiros.

Os protestos não são movimentos meramente isolados, unificados ou badernas de extrema esquerda, como parte da imprensa brasileira afirma. Não é uma rebelião adolescente. É o levante da porção mais intelectualizada da sociedade que deseja pôr fim a esses problemas brasileiros. A classe média jovem, que sempre se mostrou insatisfeita com o esquecimento político, agora “despertou” – na palavra dos manifestantes."

Com informações da CNN Americana

terça-feira, 18 de junho de 2013

Segunda-feira branca em Manhuaçu: protesto mobiliza populares

SegundaFeiraBranca (15)MANHUAÇU (MG) - Um grupo de aproximadamente 150 estudantes e pessoas da comunidade aderiu ao movimento de protesto chamado “Segunda-feira Branca”. A exemplo de dezenas de cidades brasileiras, a mobilização feita a partir de redes sociais levou pessoas para um ato público no centro da cidade.

Empunhando cartazes, gritando palavras de ordem e com rostos pintados, os manifestantes se concentraram em frente ao Paço Municipal para o ato pacífico. Em seguida, saíram em passeata até a Casa de Cultura na Baixada, retornaram pelo bairro Coqueiro e voltaram ao ponto inicial.

Pelo Facebook, o movimento Segunda-Feira Branca convidou as pessoas a vestirem roupas brancas: "o branco não é só contra o aumento. É contra a violência e é nossa resposta de paz, é o nosso silêncio de indignação, é o nosso pedido de atenção e clareza nas políticas, é o nosso não contra a corrupção, é a nossa vontade de mudar alguma coisa no país", dizia a convocação.

Enquanto o grupo de estudantes chamava a atenção para a sociedade manhuaçuense vir para a rua, muitas pessoas ficaram de braços cruzados, observando sem saber ao certo o que estava acontecendo. A mobilização foi rápida, mas não continha um tema específico ou local. Era um apoio ao movimento nacional.

APOIO AO MOVIMENTO NACIONAL

Segundo um dos participantes, Igor Oliveira, a proposta começou a partir do momento em que houve o aumento da passagem (transporte público) e a truculência policial em São Paulo.
Ele conta que o movimento “Segunda-Feira Branca” serviu para demonstrar que todos querem uma manifestação pacifica. “Nós, aqui em Manhuaçu também estamos apoiando a causa e ficamos indignados com o que aconteceu. Estamos no interior, mas estamos comungando os mesmos pensamentos”, destacou.

Durante a manifestação pelas ruas de Manhuaçu, nenhum incidente foi registrado pela Polícia Militar, que acompanhou de perto os manifestantes para garantir a ordem pública.

Ao final, ficou acordado que outro ato público acontecerá no dia 26 de junho, na Praça Cordovil Pinto Coelho.

MINAS GERAIS

No estado, um grupo de manifestantes protestou pela manhã na BR-040, em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a Central de Informações Operacionais da Polícia Rodoviária Federal (PRF), para reivindicar melhorias no transporte público da região, foram montadas barricadas na estrada, com a queima de pneus e entulhos. O congestionamento chegou a 12 quilômetros na rodovia.

No início da tarde, manifestantes ocuparam a Praça Sete, em um dos pontos mais centrais de Belo Horizonte, e tentaram chegar até o Estádio Mineirão, onde Nigéria e Taiti se enfrentaram pela Copa das Confederações. Ruas e avenidas foram bloqueadas na capital mineira. Houve confrontos.

A série de protestos que toma conta das ruas do Brasil nas últimas semanas deve continuar. Organizados pelas redes sociais, os eventos são ampliados dia a dia através da internet.

Eduardo Satil / Jailton Pereira / Carlos Henrique Cruz - portalcaparao@gmail.com

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Eleitores de Padre Aníbal fazem protesto em Bom Jesus do Galho

bom_jesusA manifestação aconteceu durante o início da noite desta segunda-feira (03/12), na Praça Padre Dionísio, no Centro de Bom Jesus do Galho. O protesto reuniu centenas de eleitores de Padre Aníbal Borges (PT). Com cartazes e apitos, os manifestantes organizaram o movimento para chamar a atenção da Justiça Eleitoral de Caratinga, que apura denúncias de suposta compra de votos envolvendo o prefeito reeleito de Bom Jesus, Jadir José da Silva, e o vice Eduardo Raspante, ambos do (DEM).

O possível esquema de compra de votos teria sido cometido durante o período de campanha eleitoral nessas eleições 2012.  Maria Silva, presidente do (PV) e coligada ao (PT), espera que a Justiça dê uma resposta rápida à população. Um carro de som também deu apoio ao protesto, que durou por mais de uma hora.

Revoltados com as denúncias da suposta compra de votos contra o prefeito Jadir e o vice Eduardo, alguns manifestantes também falaram ao microfone. Os protestantes desejam que Padre Aníbal volte ao pleito, criticaram a gestão do prefeito Jadir e clamaram por Justiça.

Durante o movimento, uma equipe da Polícia Militar também foi acionada e compareceu ao local para preservar a ordem pública. O advogado do processo que investiga essa suposta compra de votos é Sidiney Menezes Moreira. Um documento mostra que ação judicial sobre o caso foi protocolada na Justiça Eleitoral, no último dia 9 de novembro.

Segundo Sidiney Moreira, advogado do processo de quase 500 páginas, o prefeito Jadir e o vice Eduardo, investigados por essa suposta compra de votos ameaçariam os eleitores de ter o benefício do Programa Bolsa Família cortado, caso eles não votassem no partido de Jadir.

Ainda conforme o advogado, outros meios de compra de votos também teriam sido utilizados para tentar convencer os eleitores como o oferecimento de materiais de construção e cestas básicas.

As provas materiais como documentos e CDs com depoimentos de possíveis eleitores foram entregues ao Ministério Público (MP) na semana seguinte após as eleições. João Batista, presidente do PMDB, é quem foi o autor da denúncia junto ao MP.

A manifestação aconteceu durante o início da noite desta segunda-feira (03/12), na Praça Padre Dionísio, no Centro de Bom Jesus do Galho. O protesto reuniu centenas de eleitores de Padre Aníbal Borges (PT). Com cartazes e apitos, os manifestantes organizaram o movimento para chamar a atenção da Justiça Eleitoral de Caratinga, que apura denúncias de suposta compra de votos envolvendo o prefeito reeleito de Bom Jesus, Jadir José da Silva, e o vice Eduardo Raspante, ambos do (DEM).

O possível esquema de compra de votos teria sido cometido durante o período de campanha eleitoral nessas eleições 2012.  Maria Silva, presidente do (PV) e coligada ao (PT), espera que a Justiça dê uma resposta rápida à população. Um carro de som também deu apoio ao protesto, que durou por mais de uma hora.

Revoltados com as denúncias da suposta compra de votos contra o prefeito Jadir e o vice Eduardo, alguns manifestantes também falaram ao microfone. Os protestantes desejam que Padre Aníbal volte ao pleito, criticaram a gestão do prefeito Jadir e clamaram por Justiça.

Durante o movimento, uma equipe da Polícia Militar também foi acionada e compareceu ao local para preservar a ordem pública. O advogado do processo que investiga essa suposta compra de votos é Sidiney Menezes Moreira. Um documento mostra que ação judicial sobre o caso foi protocolada na Justiça Eleitoral, no último dia 9 de novembro.

Segundo Sidiney Moreira, advogado do processo de quase 500 páginas, o prefeito Jadir e o vice Eduardo, investigados por essa suposta compra de votos ameaçariam os eleitores de ter o benefício do Programa Bolsa Família cortado, caso eles não votassem no partido de Jadir.

Ainda conforme o advogado, outros meios de compra de votos também teriam sido utilizados para tentar convencer os eleitores como o oferecimento de materiais de construção e cestas básicas.

As provas materiais como documentos e CDs com depoimentos de possíveis eleitores foram entregues ao Ministério Público (MP) na semana seguinte após as eleições. João Batista, presidente do PMDB, é quem foi o autor da denúncia junto ao MP.

Com informações da TV Supercanal

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Site Mineiratividade faz protesto pela não realização de debate político em Rio Casca

riocasca_lutoO Site Mineiratividade, da vizinha cidade de Rio Casca, lançou um movimento de cinco dias de luto como forma de protesto por ações tomadas para evitar a realização do debate entre os candidatos a prefeito, que estava programado pela mídia rio-casquense. O debate não pode ser realizado em virtude do não comparecimento de um dos candidatos.

Veja a manifestação publicada no site:

SEGUE À ÍNTEGRA A NOTA DE ESCLARECIMENTO PELA NÃO REALIZAÇÃO DO DEBATE, DIVULGADA NA NOITE DO DIA 2 DE OUTUBRO DE 2012 :

Boa noite senhoras e senhores presentes ao salão da Câmara Municipal de Rio Casca e ouvintes da rádio Extra.

Quando realizamos a primeira rodada de entrevistas entre os prefeitáveis de Rio Casca, comentamos com ambos os candidatos sobre nosso interesse em promover um debate nos moldes já comumente praticados por vários instrumentos de comunicação.

Como ambos os candidatos demonstraram interesse em participar do debate, buscamos desenvolver a ideia, discutimos as implicações, buscamos informação sobre as regras existentes para a realização deste tipo de evento, e após nos certificarmos de todos os detalhes protocolamos o regulamento no Ministério Público da Comarca de Rio Casca e também no Cartório Eleitoral.

Desde então, após a data 17 de setembro, os candidatos foram avisados tanto pessoalmente como por intermédio dos seus assessores dos comitês de campanha sobre o regulamento, tiraram dúvidas pessoalmente e pelo telefone sobre o funcionamento e sobre o regulamento, e viemos em franca discussão, até então saudável, com ambos os comitês para a realização do debate.

Com o não comparecimento do candidato José Maroca aqui nesta noite, informamos em primeiro lugar que sua participação é facultativa e quanto a isso, só lamentamos sua ausência.

Agradecemos a presença do candidato Paulinho de Itamar e de seus assessores de campanha; agradecemos pelo esforço no comparecimento e pela dedicação provavelmente empregada na montagem da estratégia que provavelmente desenvolveram para este debate.

A prática do debate eleitoral é amplamente conhecida por todos nós, não se tratando de uma invenção de dois visionários do Mineiratividade em busca de realizar um espetáculo ou de se promover, buscando carona na evidência e interesse de todos os cidadãos durante a disputa eleitoral. O debate eleitoral é uma prática não só permitida, como regulamentada pelo Tribunal Superior Eleitoral, sendo assim uma prática legal e incentivada pelo TSE.

Pensamos que, se a promoção de debates como este se dá de forma natural em todo o território nacional, em todos os tipos de mídia, e se tal prática nunca é tida como prejudicial a quaisquer dos candidatos envolvidos, obviamente o debate não é prejudicial a nenhum dos nossos dois candidatos em Rio Casca.

Se o momento de campanha eleitoral é o momento para que as ideias e planos de governo se façam conhecidos numa saudável competição pelo eleitorado municipal, pensamos que é um privilégio participar de um evento que, democraticamente, indagará aos candidatos sobre suas propostas, em paridade para que sejam comparados e avaliados pelos expectadores.

No entanto, Rio Casca tem peculiaridades das quais muitas vezes chegamos a desacreditar como verídicas.

Ficamos torcendo para que ambos os candidatos comparecessem ao debate para discutir suas intenções para com o nosso município, o que naturalmente enfraqueceria esses rumores e também demonstraria a todos os eleitores, um grau de maturidade na disputa política, acima destes exageros, o que contribuiria para evolução de todo o processo de disputa política em Rio Casca.

Sem falsa modéstia temos a consciência de que o Mineiratividade marca a história desta cidade, demonstrando que há sim espaço para a disputa política de maneira franca, aberta e civilizada.

Não temos a pretensão de modificar o resultado desta eleição, entendemos que esta capacidade está unicamente depositada no voto praticado individualmente por cada cidadão rio-casquense. Temos sim a intenção, como já dito, de colocar um novo ponto onde historicamente todos saibam que dois visionários, tiveram a mínima coragem de remar contra a maré e a tradição, propondo no seu entendimento, uma nova, moderna e mais saudável forma de se discutir política, por entenderem que travar uma guerra eleitoral tem muito mais similaridade com o histórico do coronelismo do que com democracia e república.

Não concordamos em nenhum momento com a manipulação das inscrições para os assentos distribuídos aos expectadores do debate. A divisão igualitária da totalidade dos assentos não refletiria um debate democrático e popular, mas um confronto entre comitês de campanha. Também a organização dos comitês para conseguirem maioria presencial por meio de inscrições sistematizadas e organizadas, apesar de não concordarmos com tal ação, não é ilegal, por não ferir o regulamento proposto para o debate e também por tal ação estar ao alcance de ambas as coligações.

No entanto, para continuarmos fundamentados nos princípios que nos levaram à realização do debate, criamos um mecanismo de inscrição totalmente livre por entendemos que o principio de democracia existe sobretudo sobre os pilares de liberdade e ordem, não existe um sem o outro.

A preocupação do Mineiratividade é unicamente com o futuro da nossa cidade.

Não apoiamos a nenhum dos candidatos. E mantivemos imparcialidade em todas as matérias divulgadas no site durante a campanha eleitoral. Ainda que por falta de sabedoria e distorção vinda da guerra travada durante o período de campanha, algumas pessoas tenham tentado por algumas vezes nos acusar de partidarismo a ambos as coligações.

Manter a imparcialidade significa, até ao final, proporcionar igualdade e paridade no espaço proporcionado para a discussão de ideias pelos candidatos.

Entendemos que não manteríamos a imparcialidade do Mineiratividade realizando o debate com um único candidato, mesmo com toda a transparência com que conduzimos todas as ações em todos os momentos.

Se estamos aqui nesta noite e neste momento, com todos os preparativos para que o debate acontecesse, é porque não há princípio de irregularidade por parte do que propusemos.

Lamentamos por este episódio, e oferecemos nosso muito obrigado à presença de todos os expectadores, aos assessores de campanha do candidato Paulinho de Itamar e muito especialmente ao próprio candidato pela disposição em aceitar a participação no debate, demonstrando desde o início interesse na sua participação.

Pedimos a compreensão de que entenda que encerraremos nossas atividades sem a realização do debate proposto não por desrespeito à sua pessoa e candidatura, antes pela preocupação na manutenção da nossa imparcialidade política.

Estaremos com sentimento de dever cumprido e certos de termos marcado a história de Rio Casca, porém de luto nos próximos dias por termos desejado transparência num processo totalmente democrático e por não a virmos frutificar.

Desejamos que o processo eleitoral rio-casquense termine em paz e que somente vingue o genuíno resultado apresentado pelas urnas, pois a história da humanidade nos permite constatar que gênios discutem ideias, tolos fazem guerras.

PARA ADERIR AO PROTESTO, CLIQUE AQUI.

Fonte: Portal Mineiratividade

sábado, 14 de julho de 2012

Protesto em local de acidente e representação no MP contra vereadores de Ponte Nova

protesto_pnovaO ponte-novense Paulo de Carvalho Couto (Paulinho Boteiro), na manhã de 12/07, juntamente com outras pessoas, realizaram na Avenida Custódio Silva, em frente ao Auto Posto Rio Doce, um protesto no local onde aconteceu em 2008 um acidente fatal, que tirou a vida de Lucas Couto, seu sobrinho, e em 10/07, onde foi vitima uma jovem que conduzia sua moto e foi colhida violentamente por outro veículo que fazia conversão no local.

O protesto, segundo Paulinho é para chamar a atenção das autoridades de trânsito de Ponte Nova, para que tome providência urgente no local.

Paulinho entrou com uma REPRESENTAÇÃO no Ministério Público de Ponte Nova, contra os vereadores, já que em 2008, ele havia falado na Tribuna Livre da Câmara Municipal, da necessidade de se colocar um canteiro central no local e não foi tomada nenhuma providência.

Para Paulinho, os vereadores foram coniventes com os acidentes que aconteceram e que fatalmente acontecerão, se nada for feito no local.

Leia na íntegra a Representação contra os vereadores:

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Ponte-novense protestou com cruz de 40 kg na Rio+20 pela preservação ambiental

cruz

O empresário André Luiz dos Santos, 51 anos, saiu de Ponte Nova, no interior de Minas Gerais, na terça-feira do dia 12/06, para protestar a favor do equilíbrio do meio ambiente. Com uma cruz de madeira, que pesa 40 kg, ele passou 14 horas em pé com o objeto nas costas, com fotos e mensagens de apelo pela proteção do planeta em frente ao Riocentro, no bairro da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Para Santos, o sacrifício é uma maneira simbólica de mostrar o quanto o meio ambiente está crucificado.

— Em 1992, o mundo lançou a ideia de um mundo sustentável, mas isso não saiu do papel. Será que a Rio+20 vai mudar alguma coisa? O meio ambiente está crucificado e a condição humana fica em segundo plano.

O empresário esteve no Rio por conta própria. De lá, ele foi para Brasília protestar contra o mensalão.

Pascoal Online, com informações do R7

domingo, 24 de junho de 2012

Estudantes pedem segurança na BR-262 durante missa de 7º dia

O último final de semana foi marcado em nossa região por dois acidentes com mortes na BR-262. No município de Martins Soares, morreu o soldado da PM de Reduto e estudante de Direito da Fadileste Fabrício Leandro Garcia.

Na noite desta sexta-feira, 22, foi celebrada a missa de sétimo dia em homenagem a Fabrício. A celebração foi conduzida pelo Padre Evandro, na Matriz de São Lourenço, em Manhuaçu, e os leitores e comentaristas foram os alunos da Fadileste.

A celebração também lembrou o motorista da prefeitura de Manhuaçu, André Luiz, que morreu no mesmo dia em acidente na região da Ponte do Evaristo, também na rodovia federal.

No final da missa foram realizadas homenagens a Fabrício pelos alunos da Fadileste e por sua esposa Fabiana.

Após o encerramento da celebração religiosa, alunos da Fadileste, colegas de estudo de Fabrício, fizeram um protesto pacífico, exibindo cartazes cobrando do DNIT mais segurança na rodovia.

Segundo o aluno José Delôgo Júnior, cerca de 90% dos alunos da Fadileste transitam diariamente pela BR- 262 para estudar e que na última semana foram registrados dois acidentes envolvendo alunos da Faculdade no trecho entre Martins Soares e Reduto, "não somos contra a reforma da estrada, queremos é que ela seja bem feita e com segurança", salientou Delôgo.

Pascoal Online, com informações do parceiro Portal Caparaó

sábado, 28 de abril de 2012

Ponte-novense André Luiz faz protestos na Argentina

andreluizO empresário ponte-novense André Luiz esta na argentina desde o dia 17 de abril onde esta fazendo manifesto sobre a paz, justiça e lutando contra a impunidade pelo mundo.

Primeiro fez um protesto no aeroporto internacional de Confins em Belo Horizonte e, em seguida, fez outro  na aeronave da empresa Pluna e seguiu com destino a Bueno Aires, Argentina, onde está fazendo manifesto na Praça de Maio, com as mães da Praça de Maio, como ficaram conhecidas, que lutam por seus filhos há 35 anos, onde, todas as quintas-feiras às 15h30, fazem seus protestos.

André também fez uma manifestação em frente ao Congresso Nacional Argentino. Ele ficou na Argentina até na última quarta-feira, 25.

O empresário fez protesto também na embaixada da Inglaterra, defendendo a soberania da Argentina, através da Paz. Esteve conversando com alguns soldados e algumas pessoas que participaram da guerra que completa 30 anos.

Outro local que também fez protesto, foi na maior faculdade da Argentina e no cemitério Ricoleta, onde estão os restos mortais de Evita Peron. Ele já participou de várias manifestações de sem terra, atos contra a corrupção e contra a energia nuclear.

André considerou como seu maior protesto realizado naquele país, o na considerada maior das avenidas do mundo, a 9 de Julho onde ficou prostrado no Obelisco, considerado um dos maiores símbolos da Argentina.

Ele confirmou que ainda este ano pretende viajar por outros países, sempre fazendo protestos, para chamar a atenção dos governantes.

Fonte: Unidade Notícias

sábado, 10 de março de 2012

PROTESTO: Ponte Nova amanhece com os buracos das ruas circulados com tintas

pretesto_rua_2Sob forma de protesto a cidade de Ponte Nova amanheceu nesta quinta-feira, 08, com alguns buracos existentes nas rua circulados com uma tinta branca e a inscrição do lado IPVA.

O protesto é para chamar a atenção do executivo ponte-novense quanto à aplicação dos 50% da arrecadação do IPVA que retorna para o município que, segundo as informações do site da Secretária de Fazenda do Estado de Minas Gerais, foram enviados ao município de Ponte Nova o montante de R$ 3.045.281,53 (três milhões quarenta e cinco mil duzentos e oitenta e um reais e cinquenta e três centavos) durante o ano de 2011.

O dinheiro é destinado a obras de infraestrutura e melhorias de vias públicas.

O protesto mais contundente com as marcações está na Av. Dr. José Mariano, no Bairro Palmeiras, onde a mesma está quase intransitável, sendo esta avenida a principal via de ligação de quem passa pela cidade com destino ao Estado do Espírito Santo.

Ainda não se sabe quem organizou este protesto, mas sabe-se que a população esta aderindo.

O Unidade Notícias, por duas vezes, já fez matéria mostrando o descaso da prefeitura com esta avenida principal. Na ultima vez após a publicação da matéria, a prefeitura fez um serviço de tapa buracos no local para remediar, mas já se encontra do mesmo jeito.

Aguardamos agora o pronunciamento do executivo quanto a este protesto.

Confira no link abaixo os valores recebidos de IPVA pelo município de Ponte Nova :http://www.fazenda.mg.gov.br/governo/assuntos_municipais/repasse_
receita/repasse mensal/ipva/portariaipva.htm

Fonte: Unidade Notícias

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Homem se amarra a cruz em frente ao Congresso Nacional

Empresário mineiro afirma que veio a Brasília para protestar e "pedir paz".Ele diz que protestou em outras ocasiões, como no julgamento do caso Nardoni.

Naiara Leão Do G1 DF

Depois de viajar por 15 horas em um ônibus entre Ponte Nova (MG) e Brasília, o empresário André Luiz de Santos, 50 anos, deve passar outras 15 horas em uma posição desconfortável. O mineiro se amarrou na madrugada desta terça-feira (11), por volta das 5h, a uma cruz em frente ao Congresso Nacional para "pedir paz".

Em sua cruz estão penduradas placas sobre temas que vão desde corrupção no Legislativo até criminalização da homofobia. "O que carrego é a síntese das pessoas terem capacidade de lutar, e não guerrear", explica. "Não tem nada a ver com política, a minha bandeira é a paz. Sem paz, há violência e a violência começa aqui [no Congresso]".

Empresário mineiro se amarra a cruz em frente ao congresso (Foto: Naiara Leão/ G1)
Empresário mineiro se amarrou nesta terça-feira (11) a cruz em frente ao Congresso Nacional para "pedir paz" (Foto: Naiara Leão/ G1)

Santos carrega nas costas uma cruz que, segundo ele, pesa 50 quilos. Um de seus braços está algemado. "A outra algema é para prender uns ladrões", afirmou.

Ele disse que veio a Brasília para participar da Marcha Contra a Corrupção, marcada para esta quarta (12), às 10h, em frente ao Museu da República. No último dia 20, ele participou do protesto com vassouras contra a corrupção realizado pelo movimento Rio de Paz, na Cinelândia, no Rio de Janeiro.

"Fiz greve de fome por três dias na frente do STF [Supremo Tribunal Federal] quando votaram o Ficha Limpa. Fiquei na porta do fórum por oito dias desse jeito, dois em greve de fome, no julgamento do caso Isabela Nardoni. Fui ainda para a Parada Gay de São Paulo e fiz também a manifestação da greve dos bancários", diz.

Apesar da longa lista de protestos, André rejeita o rótulo de "protestante profissional". "De jeito nenhum! Faço tudo com meu próprio dinheiro. Gastei RS7.500 só fazendo esse material", diz.

Em sua agenda futura de protestos, estão os julgamentos do caso Bruno e da juíza Patrícia Acioli, onde ele quer pedir o fim da impunidade. "Esses também eu estou acompanhando e vou. Não adianta fazer meu discurso só pra um, preciso me comunicar com as pessoas".

Fonte: Portal Pontenet