A manifestação aconteceu durante o início da noite desta segunda-feira (03/12), na Praça Padre Dionísio, no Centro de Bom Jesus do Galho. O protesto reuniu centenas de eleitores de Padre Aníbal Borges (PT). Com cartazes e apitos, os manifestantes organizaram o movimento para chamar a atenção da Justiça Eleitoral de Caratinga, que apura denúncias de suposta compra de votos envolvendo o prefeito reeleito de Bom Jesus, Jadir José da Silva, e o vice Eduardo Raspante, ambos do (DEM).
O possível esquema de compra de votos teria sido cometido durante o período de campanha eleitoral nessas eleições 2012. Maria Silva, presidente do (PV) e coligada ao (PT), espera que a Justiça dê uma resposta rápida à população. Um carro de som também deu apoio ao protesto, que durou por mais de uma hora.
Revoltados com as denúncias da suposta compra de votos contra o prefeito Jadir e o vice Eduardo, alguns manifestantes também falaram ao microfone. Os protestantes desejam que Padre Aníbal volte ao pleito, criticaram a gestão do prefeito Jadir e clamaram por Justiça.
Durante o movimento, uma equipe da Polícia Militar também foi acionada e compareceu ao local para preservar a ordem pública. O advogado do processo que investiga essa suposta compra de votos é Sidiney Menezes Moreira. Um documento mostra que ação judicial sobre o caso foi protocolada na Justiça Eleitoral, no último dia 9 de novembro.
Segundo Sidiney Moreira, advogado do processo de quase 500 páginas, o prefeito Jadir e o vice Eduardo, investigados por essa suposta compra de votos ameaçariam os eleitores de ter o benefício do Programa Bolsa Família cortado, caso eles não votassem no partido de Jadir.
Ainda conforme o advogado, outros meios de compra de votos também teriam sido utilizados para tentar convencer os eleitores como o oferecimento de materiais de construção e cestas básicas.
As provas materiais como documentos e CDs com depoimentos de possíveis eleitores foram entregues ao Ministério Público (MP) na semana seguinte após as eleições. João Batista, presidente do PMDB, é quem foi o autor da denúncia junto ao MP.
A manifestação aconteceu durante o início da noite desta segunda-feira (03/12), na Praça Padre Dionísio, no Centro de Bom Jesus do Galho. O protesto reuniu centenas de eleitores de Padre Aníbal Borges (PT). Com cartazes e apitos, os manifestantes organizaram o movimento para chamar a atenção da Justiça Eleitoral de Caratinga, que apura denúncias de suposta compra de votos envolvendo o prefeito reeleito de Bom Jesus, Jadir José da Silva, e o vice Eduardo Raspante, ambos do (DEM).
O possível esquema de compra de votos teria sido cometido durante o período de campanha eleitoral nessas eleições 2012. Maria Silva, presidente do (PV) e coligada ao (PT), espera que a Justiça dê uma resposta rápida à população. Um carro de som também deu apoio ao protesto, que durou por mais de uma hora.
Revoltados com as denúncias da suposta compra de votos contra o prefeito Jadir e o vice Eduardo, alguns manifestantes também falaram ao microfone. Os protestantes desejam que Padre Aníbal volte ao pleito, criticaram a gestão do prefeito Jadir e clamaram por Justiça.
Durante o movimento, uma equipe da Polícia Militar também foi acionada e compareceu ao local para preservar a ordem pública. O advogado do processo que investiga essa suposta compra de votos é Sidiney Menezes Moreira. Um documento mostra que ação judicial sobre o caso foi protocolada na Justiça Eleitoral, no último dia 9 de novembro.
Segundo Sidiney Moreira, advogado do processo de quase 500 páginas, o prefeito Jadir e o vice Eduardo, investigados por essa suposta compra de votos ameaçariam os eleitores de ter o benefício do Programa Bolsa Família cortado, caso eles não votassem no partido de Jadir.
Ainda conforme o advogado, outros meios de compra de votos também teriam sido utilizados para tentar convencer os eleitores como o oferecimento de materiais de construção e cestas básicas.
As provas materiais como documentos e CDs com depoimentos de possíveis eleitores foram entregues ao Ministério Público (MP) na semana seguinte após as eleições. João Batista, presidente do PMDB, é quem foi o autor da denúncia junto ao MP.
Com informações da TV Supercanal
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