quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Eleitores de Padre Aníbal fazem protesto em Bom Jesus do Galho

bom_jesusA manifestação aconteceu durante o início da noite desta segunda-feira (03/12), na Praça Padre Dionísio, no Centro de Bom Jesus do Galho. O protesto reuniu centenas de eleitores de Padre Aníbal Borges (PT). Com cartazes e apitos, os manifestantes organizaram o movimento para chamar a atenção da Justiça Eleitoral de Caratinga, que apura denúncias de suposta compra de votos envolvendo o prefeito reeleito de Bom Jesus, Jadir José da Silva, e o vice Eduardo Raspante, ambos do (DEM).

O possível esquema de compra de votos teria sido cometido durante o período de campanha eleitoral nessas eleições 2012.  Maria Silva, presidente do (PV) e coligada ao (PT), espera que a Justiça dê uma resposta rápida à população. Um carro de som também deu apoio ao protesto, que durou por mais de uma hora.

Revoltados com as denúncias da suposta compra de votos contra o prefeito Jadir e o vice Eduardo, alguns manifestantes também falaram ao microfone. Os protestantes desejam que Padre Aníbal volte ao pleito, criticaram a gestão do prefeito Jadir e clamaram por Justiça.

Durante o movimento, uma equipe da Polícia Militar também foi acionada e compareceu ao local para preservar a ordem pública. O advogado do processo que investiga essa suposta compra de votos é Sidiney Menezes Moreira. Um documento mostra que ação judicial sobre o caso foi protocolada na Justiça Eleitoral, no último dia 9 de novembro.

Segundo Sidiney Moreira, advogado do processo de quase 500 páginas, o prefeito Jadir e o vice Eduardo, investigados por essa suposta compra de votos ameaçariam os eleitores de ter o benefício do Programa Bolsa Família cortado, caso eles não votassem no partido de Jadir.

Ainda conforme o advogado, outros meios de compra de votos também teriam sido utilizados para tentar convencer os eleitores como o oferecimento de materiais de construção e cestas básicas.

As provas materiais como documentos e CDs com depoimentos de possíveis eleitores foram entregues ao Ministério Público (MP) na semana seguinte após as eleições. João Batista, presidente do PMDB, é quem foi o autor da denúncia junto ao MP.

A manifestação aconteceu durante o início da noite desta segunda-feira (03/12), na Praça Padre Dionísio, no Centro de Bom Jesus do Galho. O protesto reuniu centenas de eleitores de Padre Aníbal Borges (PT). Com cartazes e apitos, os manifestantes organizaram o movimento para chamar a atenção da Justiça Eleitoral de Caratinga, que apura denúncias de suposta compra de votos envolvendo o prefeito reeleito de Bom Jesus, Jadir José da Silva, e o vice Eduardo Raspante, ambos do (DEM).

O possível esquema de compra de votos teria sido cometido durante o período de campanha eleitoral nessas eleições 2012.  Maria Silva, presidente do (PV) e coligada ao (PT), espera que a Justiça dê uma resposta rápida à população. Um carro de som também deu apoio ao protesto, que durou por mais de uma hora.

Revoltados com as denúncias da suposta compra de votos contra o prefeito Jadir e o vice Eduardo, alguns manifestantes também falaram ao microfone. Os protestantes desejam que Padre Aníbal volte ao pleito, criticaram a gestão do prefeito Jadir e clamaram por Justiça.

Durante o movimento, uma equipe da Polícia Militar também foi acionada e compareceu ao local para preservar a ordem pública. O advogado do processo que investiga essa suposta compra de votos é Sidiney Menezes Moreira. Um documento mostra que ação judicial sobre o caso foi protocolada na Justiça Eleitoral, no último dia 9 de novembro.

Segundo Sidiney Moreira, advogado do processo de quase 500 páginas, o prefeito Jadir e o vice Eduardo, investigados por essa suposta compra de votos ameaçariam os eleitores de ter o benefício do Programa Bolsa Família cortado, caso eles não votassem no partido de Jadir.

Ainda conforme o advogado, outros meios de compra de votos também teriam sido utilizados para tentar convencer os eleitores como o oferecimento de materiais de construção e cestas básicas.

As provas materiais como documentos e CDs com depoimentos de possíveis eleitores foram entregues ao Ministério Público (MP) na semana seguinte após as eleições. João Batista, presidente do PMDB, é quem foi o autor da denúncia junto ao MP.

Com informações da TV Supercanal

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Todos os comentários são moderados e não serão aceitas mensagens consideradas inadequadas.