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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Presidenta Dilma libera apoio financeiro emergencial para prefeituras

Prefeitura de Raul Soares é uma das beneficiadas e receberá R$ 530.413,32

amapiA presidente da República, Dilma Rousseff, anunciou um apoio financeiro emergencial, durante participação na XVI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. Na manhã de quarta-feira, 10 de julho, a presidente informou que as prefeituras receberão R$ 3 bilhões. Todos os 16 municípios filiados à AMAPI irão receber a verba.

O montante anunciado será repassado em duas parcelas, uma em agosto deste ano e a outra em abril de 2014. Este aporte não terá desconto do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), tão pouco vinculação a alguma área.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) fez os cálculos, e antecipa os valores de cada ente municipal deve receber, de acordo com o anúncio de Dilma. Segundo a entidade, os R$ 3 bilhões representam o que geralmente é repassado às prefeituras em julho, por meio do Fundo de Participação (FPM).

“Não é o que queríamos. É paliativo e a discussão precisa continuar, mas é um alívio para quem está com tantas dificuldades”, avalia o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.

Com informações da CNM. Para saber os valores visite o site: http://www.cnm.org.br

Clarissa Guimarães
Assessora de Comunicação da AMAPI

domingo, 22 de janeiro de 2012

Aprovação de Dilma supera a de Lula após primeiro ano

Hoje na FolhaA presidente Dilma Rousseff atingiu no fim do primeiro ano de seu governo um índice de aprovação recorde, maior que o alcançado nesse estágio por todos os presidentes que a antecederam desde a volta das eleições diretas, informa reportagem de Bernardo Mello Franco, publicada na Folha deste domingo.

Segundo pesquisa Datafolha, 59% dos brasileiros consideram sua gestão ótima ou boa, enquanto 33% classificam a gestão como regular e 6% como ruim ou péssima.

Ao completar um ano no Planalto, Fernando Collor tinha 23% de aprovação. Itamar Franco contava 12%. Fernando Henrique Cardoso teve 41% no primeiro mandato e 16% no segundo. Lula alcançou 42% e 50%, respectivamente.

O Datafolha ouviu 2.575 pessoas nos dias 18 e 19 de janeiro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Presidente ou presidenta? O iG esclarece a dúvida

Linguistas explicam a correção da palavra presidenta e mesmo a oposição vê no seu uso uma evolução dos costumes

A palavra “presidenta” existe na língua portuguesa desde 1872. E desde 1925 ela consta como verbete do dicionário Caldas Aulete, revela, com exclusividade para o iG, um estudo feito pelas lexicógrafas Marina Baird Ferreira e Renata de Cássia Menezes da Silva, da equipe do dicionário Aurélio. Mas quase um século depois de ser dicionarizado, o substantivo feminino de presidente ainda causa estranhamento e leva muitos leitores do iG, que adota o uso do termo, a questionar sua correção ortográfica.

O principal argumento contra o uso de presidenta se baseia no fato de que na língua portuguesa existem os particípios ativos como derivativos verbais. Assim, quem ataca é “atacante” e não “atacanta”, mesmo em uma partida de futebol feminino. Dessa forma, o particípio ativo do verbo ser, que é “ente”, também não permitiria a flexão de gênero. Ela se daria apenas pelo artigo feminino que antecede a palavra.

Portanto, a forma correta, segundo essa teoria, seria sempre a presidente, como é a estudante ou a gerente. “Não existe estudanta porque ninguém reivindicou”, diz o linguista Marcos Bagno, professor da Universidade de Brasília. “Mas à presidenta, por ser um cargo único e muito importante, é mais do que justo que seja dado este direito.”

De acordo com as lexicógrafas Marina Baird Ferreira e Renata de Cássia Menezes da Silva, a origem de presidenta prende-se, é claro, ao vocábulo presidente, mas não por flexão e, sim, por derivação. “Houve a substituição da vogal temática (-e) pela desinência formadora do feminino em português (-a). Fato que se deu por analogia com inúmeras outras palavras da língua, como chefa e governanta”, escreveram elas no estudo publicado agora pelo iG.

Para elas, não se trata de exceção, mas de uma possibilidade reconhecida pela história da língua. “Tal processo é possível no nosso idioma desde sempre, como se vê no substantivo feminino infanta, registrado na língua desde o século 13”, diz o parecer das lexicógrafas.

Para o professor da Universidade de Campinas Sirio Possenti a discussão é absurda. “Você tem um dicionário bom aí? Então, pronto”, responde à reportagem. Segundo ele, os termos “correção e aceitabilidade” não são universais, pois envolvem cultura ou política. “É correto? Pelos critérios das gramáticas e dos dicionários, sim. Mas é curioso que os que apelam para gramáticas para criticar “os livro” não aceitam as gramáticas quando abonam presidenta”, diz.

Possenti se refere à polêmica causada por um livro utilizado em 4.236 escolas públicas do País que considera como válida a expressão “nós pega o peixe”. Se outras palavras que ganharam o feminino por derivação, como mestra, monja, governanta e infanta não causam a mesma estranheza, qual o problema com a palavra presidenta?

A primeira resistência de muitas pessoas está na sonoridade. Como até hoje foi uma palavra pouco pronunciada, presidenta enfrenta uma barreira natural a ser superada pelo costume. Na Argentina, Cristina Kirchner prefere ser chamada de “presidenta” ou ainda “chefa de Estado”. No site da Casa Rosada, sede da Presidência argentina, ela é sempre tratada como “presidenta”.

Mas lá, talvez por já ter tido outra presidenta, a palavra não suscita o mesmo debate: praticamente todos os veículos de comunicação a adotam, mesmo os jornais de oposição, como o Clarin, chamam Cristina Kirchner de “presidenta”. “Os argumentos contrários (à palavra presidenta) podem vir da sua conotação política ou feminista”, diz o professor Possenti. “Se se tratar de problemas “de ouvido”, há duas soluções: ler mais ou ir ao otorrinolaringologista”.

De fato, menos de um ano depois do discurso da vitória de Dilma Rousseff, quando ela se anunciou publicamente como presidenta eleita, gerando a primeira onda de debates sobre o tema, a palavra começa a cair na rotina. Entre os políticos, poucos são os que não usam “a presidenta” (ou pelo menos não a usam ocasionalmente). A grande maioria o faz de forma natural, como o governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB). Mas outros dão a ela um sentido irônico, como um cacique do PMDB, descontente com Dilma, que se refere a ela como “essa presidenta”.

No mesmo PMDB, tanto o vice-presidente Michel Temer como o presidente do Senado, José Sarney, integram a lista dos que hesitam entre “presidente” e “presidenta”. Sarney já levou até bronca da senadora Marta Suplicy (PT-SP), primeira vice-presidenta do Senado. Em fevereiro, Sarney chamou Dilma de “presidente” e Marta pediu para corrigi-lo. "Pela ordem! É presidenta", disse em plenário. Já o vice-presidente Temer chama Dilma de “presidenta” quando se lembra, segundo seus assessores. Na maioria das vezes, contudo, diz “presidente”.

“Sou contra o uso, embora ache legítimo, porque tem um sentido político, não partidário com o governo, mas em relação à posição feminista”, diz o professor de linguística da Universidade Federal do Paraná Bruno Dallari. Dallari acrescenta que considera ruim quando “presidenta” é usado de forma isolada, apenas para tratar de Dilma Rousseff. “Se a flexão fosse atribuída a todas as funções com a mesma terminação, como assistenta ou gerenta, seria uma reforma maior”, afirma.

Provavelmente a língua portuguesa não sofrerá tamanha reforma. Mas a popularização da palavra presidenta e o seu significado político estão vencendo outras barreiras.

No PSDB, maior partido de oposição ao governo federal, a deputada estadual de São Paulo Maria Lúcia Amary defende o uso do gênero feminino. Presidenta da Comissão de Constituição de Justiça da Assembleia Legislativa, Maria Lúcia diz que o uso de “presidenta” é uma forma de as mulheres ocuparem mais espaço na política, com maior visibilidade.

A tucana não acredita que o tratamento “presidenta” signifique alinhamento com o governo Dilma. “Desde que a presidenta Dilma foi eleita, existe uma tendência a forçar esse tratamento. Eu gosto da expressão pela questão da luta pelo gênero feminino. A briga partidária fica em segundo lugar”, afirma. Das 15 comissões da Alesp, apenas a CCJ tem uma mulher na presidência.

“As pessoas que são contra o termo presidenta estão defendendo um machismo ou colocando partidarismo em uma questão linguística”, afirma o linguista Marcos Bagno, da Universidade de Brasília.

Pioneirismo

A chegada de mulheres ao poder nas últimas décadas resultou não apenas na adoção do gênero feminino para a descrição de cargos públicos, como também em adaptações de protocolo e cerimonial. As mudanças ocorreram, por exemplo, quando Luiza Erundina (PSB-SP) tornou-se a primeira mulher a comandar a Prefeitura de São Paulo, em 1988. O mesmo aconteceu nove anos antes no Senado. Em 1979, a amazonense Eunice Michiles foi a primeira senadora eleita no Brasil.

A senadora Lídice da Mata (PSB-BA), que atuou como deputada na Constituinte entre 1987 e 1988, lembra que na época não havia, no plenário, banheiro privativo para as parlamentares, mas apenas para os parlamentares. Em seu site, a senadora relata o preconceito que enfrentou. “Nós chegamos num Congresso que não tinha sequer banheiro feminino. O plenário só tinha banheiro de homem, um banheiro único porque a presença da mulher era tão minúscula que não se fazia necessário esse tipo de equipamento”.

O iG concorda com os linguistas que entendem o português como uma língua viva, capaz de incorporar novas expressões de acordo com as transformações da sociedade. Além disso, em todas as cerimônias públicas, a ordem do cerimonial é tratar Dilma como presidenta. Adotar “a presidente” levaria o leitor a ver duas formas de tratamento quando o iG transmitisse eventos oficiais ou publicasse algum discurso presidencial com referência ao termo. Por isso, as reportagens se referem a Dilma Rousseff como “presidenta”.

Mas o uso diário do termo que há 139 anos consta da língua portuguesa e há mais de oito décadas faz parte da norma culta não implica qualquer alinhamento partidário. Da mesma forma que os veículos que preferem usar “a presidente” não estão fazendo campanha contra Dilma, adotar o termo “presidenta” não significa ser oficialista.

Fonte: Último Segundo / IG

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Presidenta Dilma Roussef autoriza Instituto Federal em Manhuaçu

A presidenta da República, Dilma Rousseff, anunciou nesta terça-feira, 16, a criação de quatro universidades federais, a abertura de 47 campus universitários e 208 unidades dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia, espalhados em todo o país. A cidade de Manhuaçu foi uma das cinco contempladas em Minas Gerais. Uma comitiva dos Poderes Executivo e Legislativo acompanhou a cerimônia no Palácio do Planalto.

Até 2012, serão implementados 20 campus universitários em oito estados e 88 unidades de institutos federais em 25 estados. Além disso, o Prefeito Adejair Barros assinou termo de compromisso para a construção de uma unidade do instituto federai tecnológico (IFET) em Manhuaçu. No total, são cinco em Minas Gerais e 119 no país.  municípios dos 26 estados e no Distrito Federal. Pelas previsões, todas as unidades estarão em funcionamento nos próximos três anos.

A conquista do IFET de Manhuaçu foi comemorada pelo Deputado Federal João Magalhães (PMDB) acompanhado do Prefeito Adejair Barros, os vereadores Nelci Alves Gomes (Teté) e Francisco de Assis Dutra (Chico do Juquinha) e o Secretário de Administração Geraldo Dângelo.

A Prefeitura de Manhuaçu se comprometeu em oferecer terreno para a instalação da unidade de educação profissional. A área inicialmente teria dois mil metros quadrados, mas segundo o Prefeito Adejair Barros, o terreno será ampliado para cinco mil metros, conforme solicitado pelo Ministério da Educação.

Ele defendeu a conquista e ressaltou a importância da união de diversas lideranças para viabilizar o projeto de Manhuaçu. “Temos aqui a representação dos Poderes Executivo e Legislativo, o empenho do Deputado João Magalhães e de várias lideranças envolvidas por viabilizar essa importante conquista”, afirmou.

No projeto, somam-se as 120 unidades de educação profissional às 88 que estão em construção, com término previsto para o fim de 2012. Ao final de 2014, portanto, o país terá ganho 208 unidades de educação profissional.

Fonte: Portal Caparaó

terça-feira, 3 de maio de 2011

Contrariar interesses empresariais, a agenda silenciosa de Dilma

imagePassados os primeiros cem dias de mandato, presidenta começa a impor uma agenda própria disposta a aproveitar maioria política e fragilidade de adversários para enfrentar alguns interesses empresariais que atrapalhariam o desenvolvimento e o interesse nacional. Bancos e telefônicas já sofrem com os planos governistas.

André Barrocal

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Quem viu?

Por Nélio Azevedo

Muitas vezes eu fui e sou questionado sobre o que melhorou na vida das pessoas durante o governo do ex-presidente Lula, algumas vezes eu nem dei uma resposta, noutras eu indiquei onde estariam essas respostas.

Acho que se as pessoas estão realmente interessadas em se informar, não deveriam se limitar a ler revistas como Veja ou ouvir pessoas como Mainard e Neumane Pinto, pois, ai não encontrará resposta para suas indagações.

Para quem assistiu ao Globo Repórter da última sexta-feira pôde constatar o que venho afirmando há muito tempo, a vida melhorou para muita gente nesse país.

No referido programa mostra um fenômeno que nunca ocorrera antes, nordestinos, acostumados a abandonar seu chão e buscar oportunidades em outras paragens, acostumados a construir a riqueza em Estados que lhes tratam tão mal, que lhes segregam impiedosamente, não reconhecendo seu valor; agora estão retornando ao rincão natal onde proliferam as oportunidades de emprego.

No sul vemos o surto de crescimento que o estaleiro onde estão construindo plataformas de exploração de petróleo oferecer oportunidades nunca vistas na região, e, diga-se de passagem, são as plataformas que o FHC queria comprar prontas em países europeus como a Itália, que fabricou a P-37, que afundou na bacia de Campos. Agora temos três estaleiros trabalhando a pleno vapor para atender à demanda de plataformas e superpetroleiros encomendados pela Petrobrás, que uns e outros aí queriam privatizar.

Por fim mostrou a onda de progresso que assolou cidades como Itaboraí e circunvizinhanças onde se constrói o maior polo petroquímico do mundo, com uma oferta de vinte mil empregos diretos e mais uma centena de milhar de empregos indiretos, provocando uma busca de excelência na mão-de-obra oferecida e melhoria nas condições de vida dos habitantes, principalmente os que não tinham oportunidades.

Uma coisa chamou à atenção, é que esses novos consumidores agora pensam em adquirir não só bens de consumo, mas, querem uma coisa que lhes fora negado desde o descobrimento e povoamento do Brasil: o direito de estudar e se capacitar para uma vida melhor e a tão almejada ascensão social.

Como se viu, o país melhorou e não foi só para os mais ricos que aumentaram sua riqueza e a quantidade de milionários, nunca esse país viu tamanha mobilidade social, em menos de uma década.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Dilma anuncia remédios para diabetes e hipertensão de graça

A presidenta da República, Dilma Rousseff, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciam às 11h desta quinta-feira (3), no Palácio do Planalto, em Brasília/DF, a gratuidade dos medicamentos contra hipertensão e diabetes disponíveis no Programa Aqui Tem Farmácia Popular.

A ampliação do acesso da população à Política Nacional de Medicamentos e a melhoria da assistência à saúde dos brasileiros são prioridades da presidenta e do ministro Padilha. O estado da Bahia tem 274 estabelecimentos credenciados, inclusive em Eunápolis.

Para estrear a gratuidade de medicamentos no Aqui Tem Farmácia Popular, o programa ganha o slogan “Saúde não tem preço”. Durante o anúncio das mudanças no Aqui Tem Farmácia Popular, Alexandre Padilha assinará portaria normatizando a oferta gratuita de medicamentos para hipertensão e diabetes, doenças com alta prevalência no país.

“O nosso objetivo é ampliar o atendimento à população como também estimular o uso adequado de medicamentos”, explica Alexandre Padilha. “Com isso, será possível melhorar a qualidade de vida e aumentar a longevidade dos brasileiros acometidos por hipertensão e diabetes, independentemente de eles serem usuários ou não do Sistema Único de Saúde”, acrescenta o ministro.

No Brasil, a hipertensão arterial é diagnosticada em cerca de 33 milhões de brasileiros. Destes, 80% – ou aproximadamente 22,6 milhões de hipertensos – são atendidos na rede pública de saúde. Entre os 7,5 milhões de diabéticos diagnosticados no país, seis milhões (80% do total) recebem assistência no SUS.

O aumento da prevalência de hipertensão, diabetes e obesidade – também conhecidas como “epidemia do século” – é atribuído a padrões alimentares e de qualidade de vida, fortemente associados à má alimentação, falta de atividade física e ao estresse. O envelhecimento da população também contribui com o aumento da prevalência dessas doenças. Fatores genéticos devem ser considerados.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Já é um começo de golpe

Por Rui Martins*



Se você faz parte dos 87% que apoiavam o governo Lula, fique alerta – no mais escondido covil de serpentes e escorpiões trama-se um golpe institucional contra o governo de Dilma, mesmo se esse governo começou com 62% de aprovação popular.

Desta vez, ao contrário do golpe de 1964 não se trama nos quartéis com o apoio declarado dos Estados Unidos. A trama é bem mais sutil – não se acena com a paranoia do perigo vermelho, mas com base em pretensos arrazoados jurídicos se quer desmoralizar e desautorizar o ex-presidente Lula e se colocar no ridículo a presidenta Dilma, que será destituída do poder de decisão.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Tremendo mau cheiro

As cascas de banana e a intriga grosseira começam a tomar algumas manchetes jornalísticas na indisfarçável tentativa de criar embaraços a um governo que mal começou. O PMDB se tornará mais uma vez o ‘fiel da balança’ de um sistema partidário viciado, ineficiente e sensivelmente corrupto em muitos dos seus integrantes.

Izaías Almada

domingo, 2 de janeiro de 2011

Walter Navarro, a viúva do Serra

Por Nélio Azevedo

Walter-Navarro-001É com extremo desgosto que me refiro a esse sujeito, um recalcado que pensa que é jornalista que a partir de sua coluna no Jornal “O tempo” destila toda sua perversidade e ignomínia ao atacar de forma visceral o ex-presidente Lula.

Recomenda ao Lula que se recolha à sua insignificância ao sair da Presidência, que o melhor seria que lhe atirasse uma carteira de trabalho ou um dicionário, como recomendava o direitista juramentado Espiridião Amin, que achava que o lugar do Serra estaria sendo ocupado pela Dilma, como se a vitória nas eleições não significasse nada e, como se a grande maioria do povo brasileiro fosse idiota ao reconhecer os sucessos do governo Lula. Insignificante? O mundo sabe quem é Lula. Quem é Walter Navarro?

Olha, eu relutei por quase 2 minutos antes de escrever este texto, não sou advogado de defesa de ninguém, mas, como a maioria dos brasileiros eu me sinto ofendido quando alguém tenta formar uma opinião distorcida sobre a realidade de alguns fatos a mando de forças sinistras como o PIG e os arautos da direita idiota.

Esse tipo de gente não tem nenhum respeito pelas pessoas ou instituições como afigura do Presidente da República, demonstrando assim, que o Lula tem toda razão ao afirmar que a imprensa tem que ter um freio, pois, a meu entender, liberdade de imprensa não significa poder escrever o que se quer sem arcar com as consequências nem responsabilidade sobre o que foi escrito. Se quiser fazer oposição política, vá fazê-lo através da tribuna das casas legislativas do país, não se esconder atrás de uma coluna de jornal onde a impunidade se esconde atrás da tal liberdade de imprensa.

Não tenho a menor dúvida de que esse senhor é uma perfeita ex-viúva de FHC e atualmente é uma viúva do Serra, pois, se comporta da mesma forma que o Cidinho- bola-nossa nos áureos tempos, só que agora não se trata de uma partida de futebol, mas, os destinos de uma nação inteira, uma nação que andou a reboque do mundo dito civilizado e industrializado por obra e graça dos seus mandantes que pensavam igualzinho a esse infeliz que destila seu ódio através de uma coluna de jornal.

Vejo que ele tenta copiar o Zé Simão ou outros que tem a veia crítica e cômica; nem irônico consegue ser, pois, cai logo no lodo do sarcasmo, onde se sentem tão bem.

Não sou idiota nem desinformado ao ponto de aceitar isso como sua opinião a que teria direito de revelar aos seus pares, o jornal é um meio de comunicação e formador de opinião poderoso, mesmo num país onde se lê tão pouco, sua responsabilidade é tão grande quanto a de quem o lê

Felizmente, não são muitos os que se parecem com essa anta direitista, esse pseudo jornalista e pseudo intelectual que a única coisa que faz para sobreviver é ser lacaio de um poder que apesar, de falido, ainda tem seus tentáculos peçonhentos e quando menos se espera olha eles aí nos arcabolsonaros da truculência e da maledicência.

Não sei o que será dessa coisa agora que o Lula transferiu a faixa para a Dilma, não sei o que será daquela coisa Mainard e dos que ainda não conseguiram aceitar que tivemos um governo que atendeu aos desejos da maior parte da população, tornando o país de todos e não de uma única classe.

Como dizia o Rui Lessa, “Vá se roçar nas ostras”!