Nos meados do ano de 1995, em Raul Soares, um grupo de pescadores percebendo a situação ao qual caminhava o rio Matipó e afluentes, devido à depredação ambiental, com a possível extinção das espécies da fauna e flora nativa, em especial os peixes, resolveram criar uma Associação Civil, com o objetivo de lutar pela recuperação e preservação do rio Matipó e afluentes.
Durante o período aproximado de 5 anos o grupo cresceu com o compromisso e responsabilidade ambiental.
Liderado por dois sócios fundadores passaram a trabalhar a fim de cumprir e fazer cumprir o objetivo ao qual foi criado. Mobilizaram as autoridades civis e militares, poderes públicos, população em geral, escolas etc.
Conseguiram uma área às margens do lago do Emboque para sede, onde seria um Ponto de Monitoramento ambiental e área de lazer e turismo para os sócios e convidados em parceria com a Policia de Meio Ambiente e a empresa detentora do empreendimento da barragem do Emboque em Raul Soares.
Tudo ia bem, enquanto a administração primeira estava sob a liderança de pessoas comprometidas com o objetivo ao qual foi criada, até que, com a mudança da liderança, descomprometidos com o objetivo, transformaram o Ponto de Monitoramento Ambiental somente em área de lazer e recreação.
Clareamos: Não somos contrários ao uso do espaço cedido para o lazer e turismo, visto que esta, é a contrapartida exigida pelos fundadores.
Daí , do ano 2000 ate hoje continua a mesma situação;
1- O rio Matipó e afluentes continuam sofrendo degradação ambiental.
2- A cada dia as espécies nativas da flora e fauna, em especial os peixes estão em processo de extinção.
3- Os pescadores continuam reclamando a falta de providências.
4- A Associação tornou-se somente mais um clube náutico de lazer.
Perguntamos: Onde está a APAVAMA?
Antônio Geraldo (Toninho Januário)
Após vários dias de trabalho de recuperação das estradas de Granada e Córregos como os da Serrinha ou Valão, como é mais conhecido, a empresa geradora de energia canadense tentou fazer parceria com a Prefeitura de Abre Campo, mas não conseguiu.
As estradas que ligam Granada a Ponte Preta e Bicuíba não estão deixando nada a desejar. Como este percurso é de trânsito intenso nos finais de semana, uma vez que chegam muitos turistas para acampar, ou mesmo passar um domingo no conhecido "Bar do Zé", estão cada vez chegando mais, porque tempos atrás não havia como transitar por estas bandas, pois havia somente buracos e mato. Agora a impressão que se tem é de estar em um asfalto, literalmente.






