O Escritor e Poeta de Timóteo, Jaeder Teixeira Gomes, esteve em Raul Soares com a família para curtir o Carnaval mais famoso da região e aproveitou a sua vinda para presentear o POL com um de seus mais recentes livros, "Pelo buraco da fechadura", para ser sorteado entre os internautas.
Resolvemos, então, aplicar os mesmos métodos utilizados nos sorteios de camisas no carnaval e criamos a frase abaixo, que deverá ser decodificada.
Aquele que acertar primeiro, leva o livro.
A frase é: SEMOGARIEXIETREDEAJ
Dica: tem tudo a ver com o tema.
Coloque a resposta nos comentários e, logo abaixo, o e-mail de identificação.
Quem se habilita?
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Escritor e Poeta Jaeder doa livro para sorteio no POL
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Revivendo um passado não tão distante, mas não tão presente como deveria
Poesia de autoria do saudoso Professor Edward Leão e escrita de próprio punho pelo autor, que publicamos para deleite dos leitores. Esta é uma das muitas obras deste símbolo da cultura raul-soarense que deveria, no mínimo, estar presente nos trabalhos de português preparados pelos professores das escolas de Raul Soares.
Sua obra e biografia poderão ser conhecidas através deste blog, nos tópicos (links) “Cultura Literária”, “Fragmentos da História de Raul Soares” e “Nossa Terra Nossa Gente”.
sábado, 12 de novembro de 2011
Na Semana da Consciência Negra, padre autografa em Ponte Nova livro sobre dom ‘Pelé’
O padre Mauro Passos, de BH, autografa na noite de 17/11, no Centro Pastoral/Palmeiras, o seu livro “Um Profeta em Movimento: Dom José Maria Pires Desatando Nós”. O evento, com presença do próprio bispo (emérito da Paraíba), marca a Semana da Consciência Negra na Paróquia São Pedro. A noite de autógrafos ocorrerá após missa afro das 19h, na Igreja-Matriz, antecedida de cortejo de grupos de reisado desde o bairro de Fátima, como informa o pároco, padre José Luiz da Silva.
A promoção da Paróquia, com apoio das Pastorais Sociais e de entidades de origem afro, tem aval da Academia de Letras, Ciências e Artes de PN/Alepon e parceria da Folha de Ponte Nova. Professor de Mestrado de Ciências da Religião da Universidade Católica/MG, padre Mauro disse à Folha, nesta semana, que o seu livro de entrevistas “encarna a presença da Igreja na história, além de marcar o profetismo com o colorido mineiro, o diálogo e a sensibilidade em face do humano”.
Pioneirismo negro
Primeiro negro a ser nomeado bispo, dom José - já apelidado de dom Pelé ou dom Zumbi - teve sua trajetória marcada a partir do Concílio Vaticano II, iniciando “caminhada em busca da raiz das coisas, fundamentadas no Evangelho e na melhor reflexão teológica do século 20. Ele assumiu a realidade de sua negritude e aprofundou com coragem a aproximação da liturgia da Igreja com a liturgia dos afrodescendentes. Sua Missa Conga é de extraordinária beleza e de grande simbologia mística”, assinala o padre/autor.
“Irmão e parceiro de dom Hélder Câmara em 1966, quando este era arcebispo da Paraíba, dom José tomou o partido dos pobres, dos despossuídos e, de modo especial, assumiu liderança na cultura popular. Assim, foi aprofundando sua relação com os últimos deste país e os perseguidos no período da ditadura militar”, como ressalta o autor.
Direitos humanos
Segundo padre Mauro, o principal personagem de seu livro teve “iniciativas ousadas, como a criação do primeiro Centro de Defesa dos Direitos Humanos do Brasil, sendo responsável pelo Setor Social do Conselho Episcopal Latino-Americano/Celam”. Note-se que, sendo o mentor da Missa dos Quilombos (1981), dom José atuou na Paraíba, inclusive na solução de conflitos agrários.
Dom José se viu em evidência ainda ao estimular a formação de bibliotecas populares com o slogan “Dê um livro e espalhe sabedoria”. “O grande passo que a Arquidiocese da Paraíba deu no período de dom José foi a mudança de seu lugar social. De uma igreja ligada às classes privilegiadas para uma igreja a partir dos pobres, em prol de uma evangelização em crescente nível de participação e comunhão”, sublinha o padre Mauro.
Fonte: Folha de Ponte Nova
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Bom Dia, Doutor
Conto extraído do livro "Pelo Buraco da Fechadura", de autoria do poeta e escritor Jaeder Teixeira Gomes.
BOM DIA, DOUTOR
O doutor vinha pelo corredor do Pronto Socorro em sentido contrário ao meu. Como é imperioso nessas situações, aguardei o momento em que nossos olhares se cruzariam para cumprimentá-lo, ainda que fosse com um trejeito de cabeça ou um corrugar de testa. Surpreso constatei, porém, que ele preferiu ao meu cumprimento, observar o voo da sua mosca imaginária no espaço à sua frente.
Senti-me como que de mão estendida, segurando um doce que se oferecia. Fosse um maltrapilho qualquer a se comportar dessa forma, julga-lo-ia tímido, adjetivo que não costumamos emprestar a nenhum cidadão bem sucedido na vida. Mas o estereótipo não é o tema em questão e ficará para outra oportunidade.
Nossas ideias precisam do cruzamento com a dos nossos semelhantes para vingarem e darem bons frutos. Sozinhas, tornam-se híbridas, geneticamente inúteis. Daí a nossa vocação natural para a interação social. A vida não tem a consistência firme e definitiva da batata, mas a dinâmica brincalhona da cebola. Nossa história vivencial é construída com a sobreposição de momentos e ignorar as oportunidades é empobrecê-la definitivamente. O meu doutor não teve tempo para o meu “Bom dia”. Teria ele em mente um complicado tratado de medicina ou a evolução clínica dos últimos pacientes? O certo é que ele ignorou solenemente a minha presença, em dissonância com a forma cordial de clinicar.
Os corredores da vida são generosos e não medem nossas oportunidades. Daqui a pouco eles nos colocam frente a frente de novo, só para ver como evoluímos. Aí então, poderemos ter uma crônica a menos e dois sorrisos a mais.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Rose Vieira Rocha lança o livro "Poesias Encantadas"
A professora Rose Vieira Rocha está lançando o livro Poesias Encantadas. Um livro interativo, porque dá ao leitor a oportunidade de ilustrar cada poesia, trazendo cor e alegria com sua criatividade. O que faz com que esse livro não seja apenas criação de sua autora, mas, também, daquele que adquire o livro.
Este é um livro infantil, o que não impede que adultos possam também brincar. Contém dez poesias que falam dos contos de fadas misturados com temas da nossa realidade. Por isso, além de ler, ilustrar, se divertir e se emocionar, o leitor poderá refletir sobre temas como a morte, a droga, preconceitos e a amizade.
Cada poesia deve ser saboreada lentamente, podendo proporcionar a pais e filhos gostosos momentos de interação.
Na primeira página vem à folha de rosto com o espaço reservado para a assinatura do ilustrador.
Adquira os livros nas papelarias Revelação, Mápla e criativa em Raul soares e papelaria Lilian em são Pedro dos ferros.
Ou, ainda, pelo e-mail rvieirarocha55@gmail.com.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Escritor vermelhense lança o livro "Pelo Buraco da Fechadura"
O escritor Jaeder Teixeira Gomes esteve recentemente em visita à sua cidade natal, Vermelho Novo, onde aproveitou para fazer o lançamento de seu livro "Pelo Buraco da Fechadura".
Na oportunidade, entregou ao Prefeito Geraldo Jonas um exemplar do livro e um banner com uma foto e um teto sobre uma gameleira multicentenária lá existente.
Abaixo, em trecho do livro.
A GAMELEIRA
Ela é uma anciã imune ao tempo. Ou melhor, vive dentro do tempo e parece ter feito com ele um casamento perfeito. Gerações vêm e vão, mas os dois permanecem bem senhores da história de Vermelho Novo. Na impossibilidade de andar, ainda que fosse até ali na curva da estrada para ver a cidade, resolveu este teorema se esticando acima do morro, de onde trava com a torre da matriz diálogos celestiais. Proibida de acompanhar o caminheiro para protegê-lo do sol causticante, alargou-se para cobrir um vasto segmento de estrada, do qual se sai de ânimo renovado. Sob seus galhos, até o tropel do cavalo fica mais solene, numa acústica quase de catedral.
Frondosa além do nosso conhecimento, tornou-se misteriosa em sua inexplorada geografia, campo fértil à nossa imaginação criança. Em seus galhos já moraram muitos duendes do bem e do mal, todos acolhidos com a mais completa indiferença dos fortes. Em seus salões suspensos, a noite se esconde ao romper da aurora para sair quando o sol se põe. Ver, eu não vi, mas panelas já despencaram vazias de suas alturas, para lembrar ao humano o direito mais urgente e mais igual da sua espécie que é a saciedade vital.
Dona Gameleira, você não pode vir aqui comigo, conhecer os outros riachos, trepar nas serras, brincar nos tobogãs dos montes, como fazemos nós, com nossas máquinas inquietas e barulhentas que lhe salpicam de poeira, mas saiba que trazemos você conosco por onde vamos. Seja ali além do morro, pelas cidades vizinhas, pelos outros estados. Por este Brasilzão ou além-mar. Estará você sempre conosco onde quer que nos encontremos, a nos lembrar de proteger suas amiguinhas menos dotadas do que você. Não duvido nem mesmo que quando um de nós se vai deste mundo, você o acompanha além, já que o espírito deve ser quase igual ao nosso, para compensar nossas diferenças materiais.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Uma grande confraternização no lançamento do CD "Vestido Roxo" em Belo Horizonte
Quase todo o Raul Soares estava lá para prestigiar José Henrique. Amigos, ex-professores, ex-alunos em uma noite bonita e, por incrível que pareça, agradável (está chovendo a cântaros em Belô, inclusive no próprio dia de lançamento).
No dia 09 de dezembro, deu-se o lançamento, em Belo Horizonte, do CD "Vestido Roxo" do antigo "festivaleiro" de Raul Soares, José Henrique Fialho, no disco só assinando "Zé Fialho". Foi num belo salão pertencente aos funcionários da Usiminas, com excelente palco e um espaço grande e confortável, tudo oferecido de graça ao Zé pelo Afraninho Figueiredo que demonstrou, mais uma vez, ser uma pessoa nota dez.
O som ficou a cargo do João Gomes, que, também, gratuitamente, utilizou tecnologia de ponta para mais abrilhantar a festa, coroando uma experiência de cerca de 40 anos, desde os velhos tempos do Top 6. Pelos elogios, o pessoal, parece, que gostou do CD. Vamos aguardar outros depoimentos.
Falar de quem estava lá fica difícil, porque apareceram pessoas que estavam ausentes há muitos anos. De qualquer forma, além dos companheiros do Zé da Escola de Economia, e antigos companheiros de trabalho, podem-se citar as presenças de Didi Maia, Fernando Maia e toda a família, Beto Maia, Stoessel da Silvinha (que estava fora de Belô), Cristina Sodré, Rodrigo Raslan e esposa, Roninho e esposa, a Belíssima Romana, Levindo e Maria Célia, Fotinho e esposa (não ouso por o nome), Nely Azevedo, Lulu Azevedo, Nem Azevedo, Zé Isler e Regina, Naissinho (ia com a Ana Zóia que ficou dodoi no dia do lançamento), Cacai (filho da Dona Vanda professora) e esposa, Marcinho Felipe, Samir Felipe, Pedro Gariglio e Jamile, Ricardo Gariglio e Filha (uns 14 anos e, segundo muitos, uma gatinha), Ricardo Leão, a presença marcante do Roldão (filho do tenente Roldão) e da Lúcia, filha da saudosa e exigente Dona Guiomar, ex-professora de Geografia de muita gente de Raul, inclusive minha e do Zé, Joeni de Oliveira, que já participou dos antigos festivais, Nayara de Oliveira, ambas as duas primas do Zé, Afraninho e Ermelinda, o próprio João Gomes, que fez questão de estar presente, Zé Veríssimo e esposa, Rafael Farace, esposa e filho (dizem que é um gênio), Lu Pinta-Roxa, Lu e irmã (filhas do Neném Alfaiate), Luiz Edmundo, filho do Doutor Edmundo e outros.
O lançamento em Raul Soares se dará na primeira quinzena de janeiro próximo e tudo leva a crer que também será uma festa inesquecível, principalmente para quem curtia os velhos festivais. O pessoal mais novo terá a oportunidade de ver o que era produzido em termos musicais em Raul e disso tirar lições para bem analisar o que está acontecendo com o País hoje.
Vamos aguardar!
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Dilermando Rocha: "Dois Tempos - Poesia e Prosa"
O escritor e poeta raul-soarense, Dilermando Rocha, esteve neste fim de semana em Raul Soares visitando amigos e parentes e, aproveitando a viagem, presenteou este blogueiro com seu último livro "Dois Tempos - Poesia e Prosa ".
O livro é uma coletânea de seus últimos trabalhos, no qual também está incluída a peça teatral "Julgamento de um poeta", obra esta que lhe propiciou a conquista do 1º lugar do II Grande Prêmio Minas Gerais de Dramaturgia/Teatro Adulto/2006.
Dilermando Rocha Galvão é mineiro de Raul Soares, casou-se em Juiz de Fora, onde mora. Já residiu no Rio e em Brasília. E durante dez anos foi professor no Centro de Estudos Brasileiros de Buenos Aires, quando aproveitou para divulgar nossa literatura.
Seu primeiro livro, de poemas sociais, Irmão preto, apresentado por Artur da
Távola: "Político, poético, polêmico, pólen, o poeta Dilermando posicionou-se, entrega-se, mergulha no que crê tanto quanto no que pensa e vai mais fundo, ainda, no que sente", e saudado por Florestan Fernandes: "Admirei a amplitude do seu horizonte intelectual e seus compromissos poéticos, políticos e humanos", foi seguido por Água mansa, depois por Palavras singelas e, agora, Passionário - Um livro de paixões. Com Primeiro amor & outros iniciou a coletânea de contos que continuou nos Jardim esquisito e Zoobotânico particular, elogiados por Fernando Py, Duílio Gomes, Mário de Moraes, Nelson de Oliveira, etc. O Julgamento de um poeta é sua primeira peça, que mereceu o Grande Prêmio de Minas de Dramaturgia, completa esta antologia Dois Tempos - Poesia e Prosa, aprovada pela Lei Murilo Mendes de Incentivo à Cultura de 2007, que recebeu boa crítica de Moacir Scliar, Almir de Oliveira, Ives Gandra, Renata Pallottini e Plínio Mosca, agora é lançada pela FUNASA.