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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Trânsito em Raul Soares continua um caos

vinicius-garagem

Vinícius Valle postou ontem em seu Blog “viniciusvalle Fotografia, Informática & Novidades” sua indignação pelo constante desrespeito às leis do trânsito que vem ocorrendo aqui em Raul Soares.

Segundo ele, um motorista ignorou o meio fio rebaixado, uma porta de cerca de três metros e ainda com uma placa com os dizeres "Garagem Sujeito a Multa" e, na manhã deste domingo, 12, estacionou em frente à sua garagem, bloqueando a saída do carro de sua irmã, que precisava retornar para Belo Horizonte.

Infelizmente, disse ele, em Raul Soares não tem guincho para efetuar o reboque e desobstruir a passagem, não restando a PM outra opção a não ser multar o veículo que, embora não desocupe a porta da garagem para a saída do veículo, serve pelo menos para educar o mau motorista que não respeita as leis do trânsito. Devido a essa cultura brasileira de querer levar vantagem em tudo, o infrator só aprende quando lhe dói o bolso com a multa. Aqui na Rua Prof. Edward Leão isso é constante principalmente em dias de culto nas duas igrejas vizinhas, concluiu Vinícius.

Não tem como o motorista pedir desculpas alegando que não viu ou que não sabia que ali era garagem, pois as fotos mostram como isso é evidente. Só não vê quem não quer ou acha que é dono do mundo, não respeitando o direito de ninguém, falou Vinícios.

Precisamos de atitudes aqui nesta cidade. Já está passando da hora de vermos o Conselho Municipal de Trânsito começar a agir e, com rigor!

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Não vamos ao Mineirão!

mineiraoQuando anunciaram a reinauguração do Velho-novo Mineirão, com pompa e circunstância, o populacho afeito às tardes esportivas bateram palmas e correram a cata de ingressos para o superclássico Cruzeiro x atlético, domingo PP. O ingresso mais barato custou 60 reais e os mais caros chegavam a mais de 200 reais. Com a proibição de estacionar nas vias próximas ao Estádio, as pessoas tiveram que abandonar seus veículos em locais ermos e distantes, obrigando os esportistas a caminhar mais de 1 km para chegar aos inúmeros portões, grande parte deles fechados, criando um tumulto e uma aglomeração perigosa de torcedores rivais. A exemplo de praças e outros espaços públicos de BH, são espaços cada vez menos públicos.

Quem estacionou dentro do estacionamento do Estádio tiveram que pagar 30 reais, os que pararam fora ficaram à mercê dos indesejáveis flanelinhas que sem dó nem piedade e muito menos responsabilidade, achacaram e extorquiram quem se dispusesse a deixar o veículo sob sua guarda. Quem conseguiu chegar a tempo e entrar no Estádio se deparou com todo tipo de problema, faltou água nos banheiros; os cadeirantes não tiveram acesso às cadeiras; não tinha comida nem bebida em grande parte dos bares; alguns sequer abriram suas portas que estavam lacradas pela burocracia que os impediu de funcionar; camarotes encharcados pelas águas da chuva do dia anterior; lugares marcados e numerados não foram respeitados; preços abusivos de água e refrigerantes e, o tradicional tropeirão virou tropeirinho e custa agora 12 reais o pratinho que cabe na palma da mão. A burrice impediu a venda de ingressos no Estádio e no final sobraram uns 10 mil ingressos; quem veio do interior para ver o jogo não pôde comprá-lo na última hora.

Muita gente simplesmente abandonou o Estádio no intervalo do jogo com a garganta seca e a paciência esgotada, alguns perderam a paciência já nas vias de acesso congestionadas pelo excesso de veículos somado à falta de preparação de um plano para o evento. Torcedores mostravam sua indignação nas redes de TV e de rádios que cobriam o evento, até pedaço de concreto que teria caído da cobertura apareceu nas mãos de um deles. Como se sabe é proibido levar rádios portáteis para o Estádio, no entanto, se podiam vender refrigerantes em lata, o que torna essa proibição inócua no sentido de coibir as pessoas de atirarem coisas no gramado; uma lata de refrigerante cheia pesa mais do que um radinho de pilhas.

As reclamações parecem ter surtido algum efeito quando vimos o governador Anastasia anunciando a multa a que a Minas Arena (gestora do Estádio) estava sujeita, mas, não se sabe se esta multa será paga, a exemplo de outras multas aplicadas a empresas por desrespeito à lei. Essa coisa de transformarem os esportes em negócios pura e simplesmente não poderia dar em outra coisa, o interesse deles é somente financeiro e o resto que se dane. Acho que o glamour e a beleza dos esportes começaram a se perder lá pela década de 70, depois disso a coisa foi se transformando e virou esse Frankstein que vemos hoje. Estádios agora se chamam arenas e se tornaram campos de batalha onde a cada dia vemos a expressão do racismo e da violência se avolumam, torcedores criminosos e absurdos de todos os matizes são cometidos em nome da paixão pelos clubes.

De resto cabe aqui aplaudir o comportamento das torcidas, comportaram-se muito bem, parecem ter sido os únicos a cumprir seu papel no evento. Eu não irei ao Mineirão nem na Copa de 2014 como gostaria de levar meu filho de 10 anos para assistir a um evento que pelo visto não acontecerá outra vez tão cedo em terras brasileiras, não me sentiria seguro e, a perspectiva de fracasso ronda a nossa porta, com a mediocridade reinante hoje no futebol brasileiro, com a falta de organização e a violência que assola o ambiente, ficarei em casa e acho que o bom senso recomenda cautela e prefiro ficar com a lembrança de gostosas tardes esportivas quando o esporte era só lazer e entretenimento.

Nélio Agostinho Azevedo, Filho de Raul Soares

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Conheça os direitos do consumidor em bares e restaurantes

Fiscalização do Procon constatou que alguns locais
desrespeitam normas.

No início deste mês, completou um ano em vigor no estado de São Paulo lei que determina autorização prévia do consumidor para restaurantes servirem aperitivos antes do início da refeição principal, o chamado ‘couvert’. A prática comum, no entanto, já era considerada abusiva em todo o país pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Uma fiscalização recente da Fundação Procon constatou que há estabelecimentos, contudo, que não seguem o regulamento – e lesam os consumidores.

Diante do problema, o G1 preparou, com o auxílio do diretor de fiscalização do Procon-SP, Marcio Marcucci, respostas para as principais dúvidas dos consumidores sobre o assunto.

Como denunciar?
Para todos os casos de insatisfação, o Procon orienta que a denúncia seja feita nos órgãos e entidades de defesa do consumidor.

O consumidor também pode entrar com processo no Juizado de Pequenas Causas caso julgar necessário ou se o problema não for resolvido administrativamente

Penalidades
Administrativamente, os estabelecimentos que infringirem as regras estão sujeitos a multas de R$ 450 a R$ 6,5 milhões - o que depende da quantidade de infrações, da gravidade de cada uma delas, do porte econômico do local e se o estabelecimento é primário ou não, por exemplo. Nesses casos, o Procon identifica a irregularidade e faz um ato de infração. A empresa tem direito a defesa e recurso.