Moradores da Alameda Vivi Menezes, em frente a nova praça de alimentação, reclamam da sujeita que está se acumulando em um lote vago, onde havia uma casa adquirida há poucos meses de herdeiros do Sr. José Simão.
Esses moradores constataram que o referido lote está se transformando em um depósito de lixo, com acúmulo de vários fogões velhos, vasilhas de plástico e de metal, garrafas vazias, madeiras velhas etc., etc. Com a chegada das chuvas, o risco deste local estar se transformando num criadouro de mosquitos da dengue é muito grande e preocupante. Além do mais, na vizinhança também residem pessoas idosas para as quais a dengue constitui um perigo ainda maior. Existe, ainda, o risco de aparecimento de outras pragas como ratos e baratas.
Os reclamantes já contataram algumas vezes com o pessoal da Vigilância Epidemiológica e não obtiveram sucesso. Por este motivo, estão recorrendo a este blog para tentar sensibilizar as autoridades competentes.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Moradores reclamam de desleixo da prefeitura na área de saúde pública
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Moradores do Santana reclamam que o Bairro continua de mal a pior
Segundo eles, os problemas vão se agravando e, apesar das reclamações feitas ao SAAE e outros setores responsáveis da prefeitura, nenhuma medida concreta está sendo tomada, principalmente com relação a esses buracos que são abertos no asfalto pela autarquia para conserto de esgoto e que não são reparados como deveriam.
Eles têm solicitado a esses setores da administração municipal que, para solucionar esse problema, principalmente desse odor fétido que está sendo exalado, esse córrego deveria ser canalizado e já preparado para receber os dejetos que serão despejados pelo novo bairro que está sendo construído mais acima. Com a aproximação do período de chuvas, a situação tende a se agravar ainda mais, pois além do esgoto, virá também a lama do desaterro do novo bairro.
sábado, 24 de março de 2012
Zona da Mata é beneficiada com a entrega de 14 veículos para vigilância sanitária animal e vegetal
O Governo de Minas doou, nessa quinta-feira (22/03), 135 veículos para o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), para serem utilizados pelas coordenadorias regionais e escritórios seccionais do órgão. O objetivo é fortalecer os sistemas de vigilância sanitária animal e vegetal do Estado. O governador Antônio Anastasia fez a entrega simbólica da chave de um dos veículos ao diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto.
Para a Zona da Mata são 14 veículos, que auxiliarão os trabalhos de fiscalização nos municípios e entorno de Bicas, Cataguases, Juiz de Fora, Lima Duarte, Muriaé, Ponte Nova, Rio Pomba, Ubá, Viçosa e Visconde do Rio Branco. “Vamos, cada vez mais, levar infraestrutura para atuação dos órgãos estaduais no interior. Minas é um Estado muito vasto, com muitos municípios e a atuação do IMA é exemplar, por isso o Instituto precisa de boa infraestrutura. Agradeço a parceria do governo federal e vamos trabalhar integrados exatamente para melhorar a qualidade do nosso rebanho e também da nossa produção vegetal”, ressaltou o governador.
Foram investidos R$ 6 milhões na aquisição de todos os veículos, sendo R$ 1,2 milhão do Governo de Minas e R$ 4,8 milhões do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Dos 135 veículos, 106 serão utilizados nos trabalhos do sistema de vigilância animal do IMA. Os demais serão destinados à área vegetal. Os veículos estão sendo distribuídos para todas as 20 Coordenadorias Regionais do IMA.
O Sistema de Vigilância Sanitária Animal do Instituto tem o objetivo de prevenir, controlar e erradicar as doenças animais. São combatidas enfermidades como febre aftosa, peste suína clássica, brucelose e tuberculose, influenza aviária e raiva. Já o Sistema de Vigilância Sanitária Vegetal é responsável pela prevenção e controle de pragas, fazendo, também, a vigilância e fiscalização do trânsito interestadual de vegetais.
Municípios e veículos:
Coordenadoria de Juiz de Fora: Meriva / 2 Unos 1.4 / Ranger 4x4
Escritório Cataguases : Uno 1.4
Escritório Bicas: Uno 1.4
Escritório Lima Duarte: Uno 1.4
Escritório Ubá: Uno 1.4
Escritório Visconde do Rio Branco: Uno 1.4
Escritório Rio Pomba: Uno 1.4
Escritório Viçosa: 2 Unos 1.4
Escritório Muriaé: Ranger 4x4
Escritório Ponte Nova: Uno 1.4
Camila Moura – Segov
sábado, 7 de janeiro de 2012
Vamos nos proteger das enchentes
Nota da Secretaria Municipal de Saúde de Ponte Nova
VOCÊ É O MAIOR RESPONSÁVEL POR SUA SAÚDE E DE SUA FAMÍLIA
As doenças mais comuns que ocorrem após enchentes são:
Leptospirose (transmissão pelo contato mucosa ou da pele com cortes ou arranhadura com água ou lama contaminada pela urina de animais infectados);
Dengue (transmissão através da picada de mosquito Aedes aegypti);
Hepatite A e E (transmissão fecal /oral – direta ou indireta);
Doenças diarreicas (pela ingestão de alimentos e/ou água contaminados);
Tétano;
Traumas e lesões.
O que devemos fazer?
Antes...
Não jogue lixo na rua, em lotes vagos, quintal da casa ou riachos. O lixo nas ruas entope os bueiros e as bocas de lobo, podendo provocar inundações e favorecer o crescimento de mosquitos, ratos e baratas. O lixo jogado nos córregos pode represar a água causando mais enchentes.
Evite que os animais e a água contaminada entrem em contato com os alimentos.
Mantenha seu cartão de vacina em dia.
Durante...
Não use água contaminada pelas enchentes para beber, lavar pratos, escovar os dentes, lavar e preparar alimentos ou fazer gelo.
Se o abastecimento de água tratada estiver comprometido, você pode utilizar fontes alternativas de 3 maneiras:
- a água deve ser fervida durante 1 a 2 minutos depois “bata” a água passando de uma vasilha limpa para outra vasilha limpa,
- adicione 2 gotas de hipoclorito de sódio 2,5% para cada litro de água e aguarde 30 minutos antes de consumi-la ,
Lembre-se que a água tratada deve ser armazenada em recipientes limpos e bem tampados.
- Você pode também consumir água engarrafada (água mineral).
Evite andar com os pés descalços em água de enchente, se necessário use luvas e botas de borracha e, se não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e pés, evitando o contato da pele e de ferimentos com águas da enchente;
Não deixe que as crianças brinquem com água parada ou nas enxurradas
Depois... Hora da faxina!!!
Remova a lama e a água contaminada de sua casa, não esqueça de se proteger com luvas e botas de borracha ou sacos plásticos duplos, amarrados nos pés e mãos.
Limpe o piso e as paredes com uma solução de água sanitária: para um balde de 20 litros de água, adicionar 4 xícaras de café (50 ml) ou 1 copo de 200 ml de água sanitária.
Vamos tratar a água dos poços e limpar as caixas d’água de acordo com as orientações do agente de saúde.
Lembre-se que na época das enchentes são comuns os cortes, arranhões e outros ferimentos. Mantenha em dia o cartão de vacina e tome cuidado no momento da limpeza.
Para controlar o aumento do número de mosquitos, elimine toda água parada existente em objetos como pneus, garrafas, vasos de plantas latas, etc.
Não encoste ou coloque as mãos em postes ligados à rede elétrica;
Cuidado com os animais peçonhentos como cobras, escorpiões e aranhas, eles podem estar escondidos ao redor ou mesmo no dentro das casas, próximos a entulho, lixo e alimentos espalhados pelo ambiente.
O hipoclorito de sódio 2,5% para tratamento da água de consumo é distribuído pelos postos de saúde e equipes de PSF;
Lembre-se:
A água contaminada pode transmitir doenças graves como febre tifoide, hepatites, leptospirose e diarreias.
Se alguém tiver febre, diarreia, dores ou outros sintomas PROCURE A UNIDADE DE SAÚDE MAIS PRÓXIMA DE SUA CASA.
ENTERRAMENTO DE ANIMAIS
Todos os animais mortos devem ser recolhidos e enterrados.Quando não for possível enterrá-los, deve-se jogar cal ou desinfetante sobre os mesmos, até que se apresente o momento oportuno para o enterramento.
CUIDADOS COM O LIXO
- Nunca jogue lixo em encostas, córregos, margens de rios ou áreas verdes. Lixo em encostas provoca deslizamentos e atrai roedores.
- Não jogue lixo nas vias públicas para evitar o entupimento dos bueiros (bocas-de-lobo) que dificultam o escoamento da água e assoreamento o leito dos rios.
- Não acumule lixo em entulhos próximos a sua residência.
- Só ponha o lixo na rua pouco antes do lixeiro passar.
- Coloque o lixo em lugares altos e fechados.
- Mantenha as caixas d’agua, ralos e privadas tampados.
- Não jogue no rio sedimentos, troncos móveis, materiais, lixo que impeça o seu curso, provocando transbordamentos.
- Organize com seus vizinhos a limpeza das encostas.
PROMOÇÃO DO CONTROLE DA POPULAÇÃO DE ROEDORES:
Medidas de anti ratização, como o manejo adequado do lixo, correto armazenamento de alimentos e todas outras medidas que dificultem a presença, como também, o acesso dos roedores (manter limpa a residência e seus arredores, livres de mato, entulho e lixo, vedar os buracos ou frestas, etc.)
Medidas de desratização são programadas, coordenadas e executadas através das Secretarias Municipais de Saúde.
DOENÇAS MAIS COMUNS QUE OCORREM APÓS ENCHENTES:
LEPTOSPIROSE:
O aumento do índice pluviométrico e as frequentes enchentes predispõem ao aumento do número de casos suspeitos da leptospiroses.
A Leptospirose é uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada leptospira presente principalmente na urina de animais transmissores, como os cães, bovinos, suínos, cavalos, cabras, o próprio homem e principalmente os ratos.
Em situações de enchentes, a urina destes animais contaminada com a leptospira, está presente nas enxurradas e lama contaminada pela leptospira. O risco de transmissão aumenta quando as pessoas retornam às suas residências para proceder a limpeza das casas entram em contato com a lama contaminada.
Após o contato com a fonte de infecção o período de incubação médio é de sete dias, podendo variar de 03 a 20 dias.
Os sintomas mais frequentes são febre alta, dor de cabeça, náuseas, dores musculares, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna), podendo ou não ocorrer icterícia (coloração amarela em mucosa e pele);
A leptospirose é uma enfermidade que pode se apresentar desde uma forma leve a moderada até a forma grave com evolução para o óbito, mas possui tratamento. Assemelham-se com outras doenças infecciosas, principalmente, acompanhados de uma história epidemiológica de contato com as águas de enchente ou esgoto, devem procurar imediatamente, o Centro de Saúde mais próximo. Não esquecendo de relatar ao médico o contato com água ou lama de enchente.
Na notificação do caso clínico com sintomatologia semelhante a outras Febres Hemorrágicas, sem informações epidemiológicas, o médico poderá notificar na ficha própria do SINAN da enfermidade de suspeição e anotar no cabeçalho da ficha “Percorrer o Protocolo de Febres Hemorrágica”.
Portanto todas as unidades de saúde dos municípios atingidos por inundações devem ficar em alerta para ocorrência de casos suspeitos de leptospirose, bem como o seu tratamento precoce, evitando, assim o óbito.
1. DENGUE: Transmissão através da picada de mosquito Aedes aegypti.
2. HEPATITE A e E: Transmissão fecal/Oral, direta ou indireta.
3. GASTROENTERITE AGUDA: Pela ingestão de alimentos e/ou água contaminados.
Fonte: Coordenadoria de Vigilância
Assessoria de Comunicação
Prefeitura de Ponte Nova
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Vigilância Sanitária realiza blitze educativas em açougues de Ponte Nova
Agentes de fiscalização da Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde de Ponte Nova realizaram na manhã desta quinta-feira (15), blitz em diversos açougues na cidade de Ponte Nova. As ações comandadas pela Coordenadora Paula Solar, têm caráter educativo, e atendem orientação da Promotoria de Justiça de Ponte Nova.
As visitas tiveram acompanhamento de Mônica Cheloni, presidente da Associação dos Açougueiros de Ponte Nova, que apoiou os procedimentos, pois, segundo ela, a população fica garantida quando à qualidade dos produtos colocados à venda e à prática de uma concorrência leal.
Não foram encontradas irregularidades de destaque.
Paula Solar informou que será enviado um relatório para a Promotoria relatando os trabalhos realizados. As blitze continuarão a ser efetuadas.
Foto: Paula Solar repassa informações para Bráulio Trindade, açougueiro, vice-presidente da Associação.
Em destaque, agentes fiscalizando outro estabelecimento.
Fonte: Unidade Notícias
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Vigilância Sanitária de Raul Soares faz apreensões de produtos vencidos e adulterados no comércio
A vigilância Sanitária do município de Raul Soares, através de seus fiscais Marco Claret, Geraldo Martins Cota, Clecy de Souza Nacif e seu coordenador Abel Pereira Gomes, vem realizando inspeções no comércio local, onde estão sendo feitas apreensões de produtos vencidos e com data de vencimento adulterada e que possam vir a causar danos à saúde dos consumidores.
Esta semana, várias apreensões de produtos vencidos e adulterados foram realizadas pela equipe, conforme mostra da foto ao lado.
O coordenador Abel Gomes chama a atenção dos consumidores para também entrarem nessa fiscalização, não se esquecendo de verificarem no ato da compra a data de validade dos seus produtos.
Segundo ele, a missão da Vigilância Sanitária é promover e proteger a saúde da população, através da avaliação, gerenciamento e comunicação de risco à saúde relacionado a produtos, serviços e ambientes que estejam em desacordo com os princípios do SUS.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Açougues de Raul Soares estão comercializando carne abatida ilegalmente, por omissão da Vigilância Sanitária
Chegou ao nosso conhecimento que os fiscais da Vigilância Sanitária de Raul Soares não estão exercendo o seu papel de fiscalizadores, pois, segundo denúncia, alguns açougues da cidade estão comercializando carne de procedência duvidosa, de rebanho abatido clandestinamente.
A cidade de Raul Soares, após o fechamento do matadouro municipal, conta com um abatedouro de primeira linha, construído recentemente, e credenciado para a comercialização de seus produtos dentro dos padrões exigidos pela legislação e não pode ficar à mercê desses clandestinos que colocam em risco a saúde pública. Ainda mais, levando-se em conta a omissão de uma fiscalização mais rigorosa por parte da Vigilância Sanitária local.
Mesmo que os açougueiros, por qualquer motivo, não queiram adquirir os produtos do abatedouro local, outros, como o Frigorífico Frical de Caratinga, estão disponíveis para abastecer a região com produtos de qualidade, dentro dos padrões exigidos para o consumo humano.
Espera-se que, após esta denúncia, providências sejam tomadas pelas autoridades, no sentido de apurar os fatos e punir os responsáveis por essas ações delituosas.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Distribuição e venda de medicamentos terá controle mais rigoroso
A Secretaria de Saúde da Prefeitura de Ponte Nova comunica à população que de acordo com determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a partir de 28 de novembro, haverá modificação no fluxo de distribuição de medicamentos antibióticos nas unidades de saúde da rede do Município e comercialização nas entidades estabelecidas para tal finalidade.
Para os medicamentos com prescrição médica (tarja vermelha), incluindo antimicrobianos de uso dermatológico, ginecológico, oftálmico e otorrinolaringológico, haverá retenção da receita, obrigatoriamente, e que a mesma deverá ter data de prescrição inferior a 10 dias. Conforme a legislação a prescrição deverá conter o nome genérico do medicamento. A primeira via ficará retida e a segunda, carimbada, será devolvida ao usuário.
A norma foi publicada no intuito de normatizar o controle, bem como a prescrição e dispensação dos antibióticos, abrangendo essas ações a todas as farmácia e drogarias, públicas ou privadas.
O farmacêutico da Secretaria Municipal de Saúde de Ponte Nova, Marcos Luiz de Carvalho comenta que “as prescrições somente poderão ser dispensadas quando apresentadas de forma legível e sem rasuras, por profissionais devidamente habilitados e contendo as seguintes informações:
I - nome do medicamento ou da substância prescrita sob a forma de Denominação Comum Brasileira (DCB), dosagem ou concentração, forma farmacêutica, quantidade (em algarismos arábicos e por extenso) e posologia;
II - identificação do emitente: nome do profissional com sua inscrição no Conselho Regional ou nome da instituição, endereço completo, telefone, assinatura e marcação gráfica (carimbo);
III - identificação do usuário: nome completo;
IV - identificação do comprador: nome completo, número do documento oficial de identificação, endereço completo e telefone (se houver);
V - data da emissão; e
VI - identificação do registro de dispensação: anotação da data, quantidade aviada e número do lote, no verso.”
Num primeiro momento, os antibióticos estarão disponibilizados à população nas seguintes unidades da rede pública municipal: PSFs do Pontal, Ana Florência, distrito do Vau-Açu, Rasa, Policlínica Milton Campos, CAPS e SAMMDU.
Fonte: ASCPOM / Prefeitura de Ponte Nova