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quinta-feira, 28 de março de 2013

Utilidade Pública – DMAES

Ponte Nova (MG) - O Departamento Municipal de Água, Esgoto e Saneamento (Dmaes) informa que, em função de uma obra de manutenção na rede de abastecimento, o fornecimento de água para a região dos bairros São Pedro, Palmeirense e Novo Horizonte, será interrompido na próxima segunda-feira (1º), das 8h30 às 17h30.

O Dmaes pede à população que economize água e utilize o recurso de modo conscientemente.

Como economizar

dicaeconomia_agua

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Recursos do município de acordo com o contabilista José Geraldo Leal

ECONOMIA

MUNICÍPIO: RAUL SOARES (MG)

Repasses da União no período de 1º de janeiro de 2013

a 15 de janeiro de 2013………. . . . . . . . . . . R$ 1.233.235,60

MENOS:- I N S S – PASEP – FUNDEP . . . . R$   509.117,28

SALDO:VALOR LÍQUIDO DISPONÍVEL. . . . . R$   724.118,32

FONTE:- www.bb.com.br

Repasses do Estado no período de 1º de janeiro de 2013 A 15 de janeiro de 2013

I C M S . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . …243.475,35

I P I. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . …4.066,46

S 0 M A. . . . . . . . . . . ……………          …..   R$ 247.541,81

FONTE:- Secretaria de Estado da Fazenda do Estado de Minas Gerais.

TOTAL DOS REPASSES CONSTITUCIONAIS NO PERÍODO DE 1º DE JANEIRO A 15 DE JANEIRO DE 2013…………R$ 971.660,13

JOSÉ GERALDO LEAL
josegeradoleal@gmail.com
16.01.2013 – 20h35

sábado, 24 de novembro de 2012

Economia: Petrobras perde liderança na América Latina

Por José Geraldo Leal*

A Petrobras é uma empresai criada na década de 50 pelo Presidente Getúlio Vargas. Teve origem em projeto de iniciativa de valorosos políticos nacionalistas entre os quais os mineiros Artur Bernardes, Bilac Pinto, Gabriel Passos.

Foi uma empresa em crescimento desde a sua criação

Com muito pesar e apreensão tomamos conhecimento de noticia da agência InfoMoney sobre a perda da liderança pela Petrobras do mercado na América Latina para a colombiana Ecopetrol. O valor de mercado da estatal brasileira em 21 de novembro de 2012 fechou em US$ 118,14 bilhões o que representa uma queda de 24%, ou US$ 37,29 bilhões em comparação com o final de 2011.

Foi a maior queda percentual entre as 20 maiores empresas da região conforme salienta a consultoria Economatica.

Na mesma data a empresa equatoriana fechou com o valor de US$ 121,16 bilhões, passando a ser a maior empresa da América Latina nesse quesito.

No final de 2011 a Ecopetrol ocupava a quarta posição.

No primeiro trimestre do ano de 2012 a Petrobras registrou um prejuízo de R$ 1,346 bilhões, sendo esse o primeiro resultado negativo desde o primeiro trimestre de 1999.

Algumas providências urgentes são reclamadas pela presidente da companhia desde a sua posse a fim de evitar uma situação mais desconfortável e comprometedora ao desenvolvimento da empresa e prejudicial a economia do País.

Há poucos dias a Petrobras perdeu, também, por pouco tempo é verdade, a primeira posição do ranking do mercado brasileiro, conforme informou o InfoMoney. Fato inédito na história da empresa.

*Contabilista, pesquisador, historiador, escritor e colunista do Jornal Regional.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O Brasil é o sexto país mais rico

Por Nélio Azevedo

ricosO Jornal The Guardian, da Inglaterra, publicou matéria em que indica o Brasil como o sexto país mais rico do mundo, superando a poderosa Grã-Bretanha, sede de um império que dominou a maior parte do Globo, onde se dizia que na extensão dos seus domínios o sol jamais se punha. Pois é, foram superados por uma ex-colônia de Portugal, que até outro dia era um paíseco do terceiro mundo. Uma nação emergente que tinha como destino traçado pelo G-3 (EUA, Japão e Alemanha) nos idos de 1980, de ser simplesmente um mero exportador de matéria-prima e importador de manufaturas (leia-se bugigangas e refugos) dos países do primeiro-mundo.

Dá até para imaginar os muxoxos e chistes que os nobres bretões não estão fazendo pelo ato indigno dessa republiqueta de bananas dos trópicos de superar os domínios da Realeza Bretã.

Agora somos de um seleto grupo de países que têm crescimento econômico significativo mesmo com a crise que assola as maiores economias do planeta, acostumados a mandar que seus lacaios do FMI sujeitar governos e nações mundo afora a se prostrarem de joelhos e pires na mão, mendigando as sobras do seu sucesso imperialista e colonialista, mas, com a cara de ex-rico, que viu o fim do dinheiro chegar junto com as contas do desemprego, do crescimento zero e dos apertos e ajustes da economia que começam a assombrar a população europeia.

Ufanismo à parte, eu estou em estado de graça por estar vivo e presenciar o que eu pensava que nem meus filhos ou netos fossem assistir: Ver o Gigante adormecido despertar; ver o Celeiro do mundo se realizar diante dos meus olhos e saber que o meu trabalho pode ter contribuído de uma forma modesta, porém, honesta, pelo sucesso do meu país.

Sei que ainda falta muito para que a população brasileira tenha os padrões de vida dos ricos europeus, que ainda temos um terço da sua renda per capta e que os níveis de escolaridade de nossos trabalhadores é quase a metade dos deles. Essa movimentação nos estamentos da prateleira do poder político-econômico do mundo, vendo o avanço da China, Índia, Brasil e Rússia e, a perspectiva de que num futuro breve, (2020) essa ordem será outra em que EUA, China, Japão, Rússia, Índia, Brasil, Alemanha e Reino Unido serão os países do G-8, trás um gostinho doce desse sucesso para todos nós. Uma grande diferença de duas décadas atrás em que não víamos nada no fim do túnel e, se pintasse uma luzinha, provavelmente, seria o farol da locomotiva que nos atropelaria.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Riqueza x Pobreza

Por Nélio Azevedo



No ano de 2001 eu estava na faculdade e o meu professor de Política, Marco Cepik, foi substituído, pois, aceitara o convite para fazer parte de um seleto grupo de pessoas escolhidas pelo Congresso dos Estados Unidos para fazer um curso e se tornar uma espécie de reserva moral, intelectual e acadêmica para o caso do mundo, digo República e Democracia, ficarem em perigo de extinção.

Hoje lendo a coluna do Paul Krugman, no Jornal O Tempo, “Oligarquia estilo norte-americano”, eu fico preocupado e pensativo a respeito do tema. Segundo ele, toda a sociedade norte-americana está em perigo. O dito colunista, ganhador do Nobel de Economia em 2008, não iria dizer isso à toa. Vejamos alguns dados que estão incomodando os mais argutos jornalistas e intelectuais de lá, pela primeira vez na história daquele povo, mais da metade da população dos Estados Unidos é de classe média ou baixa, deixando de ser considerado um país de classe média como eles sempre diziam; também que de forma inédita, os filhos da maior parte da população irá ter uma vida pior do que a dos pais, o que não ocorrera nem nos difíceis tempos da crise de 29 nem na época da II Grande Guerra; que o emprego hoje é tão difícil para quem tem uma ou mais especialidades do que o é para quem não tem diploma de faculdade.

Aí vem o dado mais importante: a concentração de riqueza e renda se tornou mais concentrada nas mãos de uma minoria tão ínfima que põe em cheque os dados do Gabinete de Orçamento do Congresso e o que a mídia noticia ou tenta desmentir, como os dados colocados pelo movimento “Occupy Wall Street”. A renda desse seleto grupo cresceu mais de 400% de 1997 a 2007. Já imaginaram o que é 1% deter em suas mãos mais renda do que 80% da população do país e, que 70% dessa riqueza que está nas mãos de 1% da população?

Quando escuto que o Brasil é o país com uma das piores distribuições de renda do mundo fico preocupado, pois, faço parte dessa população, só que, essa disparidade vista aqui em Pindorama não afeta em quase nada o andar da carruagem que conduz a economia mundial; já eles, que consomem 40% de tudo que é produzido no mundo, se não recuperarem a economia nem derem conta de sair desse atoleiro em que se meteram, se eles não suportarem a concorrência chinesa dentro dos seus domínios, o mundo todo tá ferrado. Aí, tchau Cepik.

O que as pessoas não querem admitir é que está estabelecida uma guerra da Riqueza contra a Pobreza, dão nomes diversos a esse fato, Guerra Santa, Jihad Islâmico, Muito Educados contra os Sem-educação ou qualquer nome que quiserem; o fato é que um país que cria um déficit na economia dele de 4 trilhões de dólares para sustentar uma estúpida guerra contra Iraque e Afeganistão, não me deixa mentir. Agora o mundo todo paga pela insanidade do Bush e sua camarilha, o que me deixa com vontade de acreditar naquele reporte norte-americano que afirma que o atentado de 11 de setembro foi uma farsa e, me deixa com uma vontade maior ainda de acreditar na existência do Diabo.