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domingo, 5 de janeiro de 2014

Canil Municipal de Caratinga é desativado por tempo indeterminado

Cães são levados para abrigo em Sapucaia

clip_image001Após o Canil Municipal de Caratinga ser alvo de denúncia por maus-tratos aos animais, a prefeitura começou a tomar as primeiras providências sobre o caso. Na tarde de sexta-feira (3), uma equipe da Vigilância em Saúde foi ao local e retirou sete cães que ainda permaneciam no canil.

Os animais foram levados para a Associação Protetora dos Animais de Sapucaia – a Latemia. Marta Lopes, presidente da entidade, recebeu os cães com carinho.

clip_image001[4]“Tem uma doutora que vai dar uma olhada pra gente, ela vem neste fim de semana. Ela vai ver como estão esses cãezinhos, mas, primeiramente, eu já vou vermifugar os cães e eles vão receber muito carinho”, disse a presidente da Latemia.

Com a retirada dos cães, a prefeitura informou que a partir de agora, o Canil Municipal ficará desativado por tempo indeterminado, em virtude de não oferecer condições adequadas aos animais. Segundo a assessoria de comunicação social, o canil estava funcionando em um espaço provisório.

Os sete cães foram para o abrigo de animais em Sapucaia porque a prefeitura já possui um convênio com a Latemia desde outubro do ano passado. Uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos, que tem como missão preservar os direitos dos animais.

A Latemia foi fundada em 31 de maio de 2009 e, de lá pra cá, a Associação Protetora dos Animais de Sapucaia já abriga, em média, 160 cães e 50 gatos. Os animais abandonados recebem os cuidados da entidade até que eles consigam um lar definitivo.

De acordo com a prefeitura, neste mês de janeiro o convênio com a Latemia será ampliado. “A gente vai ampliar esse convênio porque nós o fizemos por um período de três meses, que foi para comprar comida. E, na realidade, eu tirei uma parte desse convênio, aluguei esse sítio para a gente poder cuidar dos cães. Porque em Sapucaia está muito difícil. Então, a gente renovando o convênio, nós poderemos tirar os cães das ruas, castrá-los e vaciná-los”, destacou Marta.

Por ser uma entidade sem fins lucrativos, a Latemia sobrevive de doações para acolher e abrigar os animais abandonados que, depois, são colocados para adoção. Marta pede a colaboração da população que possa contribuir com ração, seringas e remédios para os cães e gatos mantidos sob os cuidados da Latemia. “Essas doações podem ser feitas por meio do telefone da Latemia que é (33) 3318-2216”, disse.

Com informações da TV Supercanal - Caratinga

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

A necessidade de se construir um canil

jrs-ediçao363A construção de um canil em Raul Soares já foi aprovado pelo prefeito Vicente Barboza; lei 1979/2005. Mas até hoje nada...

É preciso que se faça esse abrigo de animais e que, para isso, a sociedade dê sua parcela de contribuição e não fique de braços cruzados só criticando...

Os cães continuam soltos pelas vias públicas, eles não tem culpa mas sofrem nas mãos de gente maldosa, passam sede, frio, fome, etc. e a cada dia o número de animais vem aumentando.

‘Essa superpopulação” canina é perigosa, avança e ataca, provoca acidentes, impede passagem de pedestres, além da sujeira de fezes e urina pelas ruas Já falamos em várias oportunidades (através do Jornal de Raul Soares) de uma solução que tem tudo para dar certo. Trata-se da esterilização periódica das fêmeas através de vacinação feita por um veterinário. Esse processo inibidor de cio evita proliferação, não judia das cadelas e tem custo reduzido.

Em paralelo, fazer campanhas e fiscalizar a soltura de cachorros na cidade vindos de outras localidades por meio de charretes, carroças, automóveis, caminhões e até bagageiro de ônibus...

Com menos cães é possível fazer um canil de pequeno porte funcionar de forma decente às necessidades de animais.

E a população vai se sentir segura...

Editorial do Jornal de Raul Soares nº 363, da 1ª quinzena de março de 2009

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Inaugurado o canil de Ponte Nova

DSC07021Aconteceu na manhã deste sábado, 18, na localidade de Kuxixo, a inauguração do Canil, que é administrado pela empresa Prestação de Serviço de Canil/PSC. A empresa mantém dois veículos para coletar animais e os telefones de contatos são 8232-6999 e 8872-4700.

“Agora sim, Ponte Nova tem um canil, onde os animais são tratados com carinho e zelo”, destacou o prefeito Joãozinho de Carvalho. “O antigo Centro de Zoonoses, em Ana Florência, não era adequado e o prédio não pertencia à Prefeitura”, explicou o prefeito, elogiando o empenho da secretária de Saúde Varneli Bemfeito.

Por sua vez, a secretária deu boa vindas a Donizete Ferreira Dias (proprietário do canil) e funcionários da empresa.

Estiveram presentes, diversos secretários e convidados.

Pascoal Online, com informações da Ascom – Prefeitura de Ponte Nova

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Canil de Manhuaçu funcionará até o fim do ano

O centro de controle de zoonoses, canil de Manhuaçu, estará em pleno funcionamento até o fim deste ano, segundo a secretaria de saúde de Manhuaçu. Em entrevista à rádio Manhuaçu, o secretário de saúde do município, Dr. Luiz Prata, informou que a construção está concluída na usina de reciclagem e que está em processo de licitação a contratação de segurança para o canil. A partir de agora, o novo canil terá vigilância especializada para evitar depredações e a soltura de animais recolhidos.

 

Asfaltamento do acesso

O prefeito de Manhuaçu, Adejair Barros, disse que o acesso ao canil, bem como o acesso à usina de reciclagem serão asfaltados. Atualmente, a condição da estrada que dá acesso ao local é ruim e tem dificultado seu uso, principalmente quando chove. Adejair Barros informou ainda que a construção tem recursos da prefeitura,  mas que o projeto e o mérito são da secretaria de saúde que se vê numa situação muito delicada com o grande número de animais de pequeno e de grande portes soltos nas ruas da cidade.

Funcionamento do canil

A reportagem do TL ouviu o médico veterinário Ricardo Marone Miranda, responsável pelo canil, para esclarecer como será seu funcionamento. Conforme o médico, assim que chegar ao local o animal passará pelo setor de triagem para identificação.  A partir daí, quando for recolhido pelo proprietário ou adotado por alguém, este animal terá um responsável a quem serão imputadas as responsabilidades afins. Quanto à permanência, o animal poderá ficar no canil por um período de até 5 dias, período em que receberá todo o tratamento necessário como vacinação, alimentação, controle de doenças, etc. Após este período, não sendo resgatado pelo proprietário, o animal passará para o processo de adoção que também tem um tempo determinado. Caso não haja o resgate e nem a adoção, a única alternativa é a eutanásia, uma vez que em determinado momento a capacidade do canil não será mais suficiente, dado ao grande número de animais. A eutanásia também é adotada nos casos de animais doentes e sem possibilidade de recuperação, informa Ricardo Miranda que alerta que animais com doenças infecto-contagiosas colocam em risco a saúde pública. Ainda conforme o médico veterinário, embora haja muitos questionamentos, a eutanásia é legal, portanto, permitida. Outra medida que será adotada no canil será a castração dos animais de ambos os sexos. A partir da entrada no local, todos serão liberados para o proprietário ou para adoção devidamente castrados para evitar um constante aumento.

Apoio das ongs

O médico veterinário Ricardo Miranda assegura que Manhuaçu ficará bem servido com o novo canil. Para ele, em pouquíssimo tempo, as ruas estarão livres de animais e estes recebendo o tratamento adequado. Miranda faz um pedido especial às organizações não governamentais protetoras dos animais para que trabalhem em harmonia com a administração do novo canil. Ninguém quer uma “uma matança de animais” sem critérios, no entanto, o dever do município é zelar pela saúde da população e precisa contar com as ONGs no apoio à implantação de um modelo de adoção de animais eficaz. Que todos participem, convoca Miranda.

Taxas - multas - penalizações

Para o resgate no canil de Manhuaçu, o proprietário arcará com as despesas pertinentes com a estadia do animal no local. “O município terá muitos custos e para manter o funcionamento do canil dentro dos padrões estabelecidos pela legislação necessita de realizar estas cobranças de diárias e multas, afinal são veículos para recolhimento, vigilância, profissionais capacitados, alimentação, vacinas, etc.”, informa o médico Ricardo Miranda. O secretário de saúde, Dr. Luiz Prata, afirma que outro procedimento legal será identificar e penalizar possíveis vândalos que venham a depredar o canil no intuito de soltar os animais. No canil haverá comunicação direta com a polícia.

Fonte: Portal Manhuaçu.com

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Prefeitos não honram compromisso e construção do canil fica comprometida

O assessor da Prefeitura de Raul Soares e Coordenador do CINCOZ - Consórcio Intermunicipal de Controle de Zoonoses, Antônio Leal Dutra, comunicou ao POL que entrou com uma ação no Ministério Público contra os prefeitos dos municípios de São Pedro dos Ferros e Vermelho Novo, consorciados para a construção do canil em Raul Soares, pois, segundo ele, até a presente data eles não depositaram a quantia referente à cota-parte pactuada para início das obras do referido canil no povoado de Cornélio Alves.

Informou, ainda, que o valor acertado entre os consorciados e já depositado pelo município de Raul Soares desde fevereiro de 2011 foi de 20 mil reais.

Na Ação o Coordenador solicita ao Ministério Público a interseção junto aos referidos prefeitos para o efetivo cumprimento de suas obrigações, acertadas em reuniões, atas e demais documentos.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Um ato de extrema covardia

Enquanto o poder público não consegue resolver as questões mais simples de uma sociedade, como a construção deste tão sofrido e esperado canil para solucionar de vez o problema dos cães soltos nas ruas, os mais desmiolados e apressados vão resolvendo à sua moda, nesta terra que, ao que parece, nem lei freia mais a insanidade das pessoas.

Para variar, hoje de manhã, um cão agonizava na porta do Hotel Cecília, vítima de envenenamento. O porteiro do hotel felizmente teve compaixão e tentou socorrer o animal oferecendo leite, mas, já em convulsões, o mesmo não aceitou. Dois cidadãos, ao presenciarem a cena, conseguiram segurar o animal e  colocar gordura e leite "goela abaixo", na tentativa de neutralizar o veneno e salvar o animal. Ele ainda agoniza na calçada, porém, ainda há uma esperança de que ele sobreviva a esta tortura.

Aos corações duros, uma advertência: aqui se faz, aqui se paga. Aos amantes da vida, um consolo: não desanimar nunca, pois este mundo vai melhorar e todos conseguirão alcançar, ainda que demore, a tão almejada paz e harmonia entre os povos.

O que não se admite, é ter que ainda assistir a cenas desse nível numa sociedade que se diz Cristã, em plena Sexta-Feira Santa, do século XXI.

Veja o vídeo

São 15:30 h no momento. Acabo de constatar que o cão não resistiu e morreu. Sua agonia começou às 6:30 h e durou até agora. Foram 9 horas de intenso sofrimento provocado por um ato de um ser humano inconsequente, que parece não ter sentimentos..

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Cães soltos nas ruas: O outro lado da história

USP faz campanha contra os casos de abandono de animais

Procurando a imparcialidade e elementos que nos ajudem a resolver o problema dos cães soltos nas ruas com equanimidade, todas as alternativas que nos são apresentadas agregam sempre um fato inédito e, sem dúvida, ajudam muito em nossa busca de soluções de uma maneira correta e mais humana.

Nesse aspecto, achamos por bem publicar a sugestão de matéria que nos foi enviada por um leitor do blog, que segue abaixo.

De acordo com uma publicação desta quarta-feira (23) na Folha.com, quem entra na USP, no Butantã, na zona oeste de São Paulo, vê a imagem do olho de um cão e o alerta: "Abandono de animais é crime. Estamos de olho."

Veja galeria de imagens

Há dez anos, a universidade vem se empenhando para proteger os animais abandonados, desde que o programa USP Convive foi criado. Nesse período, a iniciativa conseguiu a adoção para cerca de 2.000 animais.

Os outdoors "ameaçadores", instalados no ano passado, surtiram algum efeito: em vez de 30 cães abandonados no fim de ano, que é a época em que os casos mais ocorrem, foram cerca de dez.

Mas o campus não para de receber os despejos, que são feitos por pessoas que levam os animais escondidos no porta-malas dos carros."Já deixaram até coelhos, patos, galinhas, maritacas", afirma Elizabeth Rabóczkay, uma das voluntárias que trabalham no canil-destino dos cães abandonados.

Apu Gomes/Folhapress

Canil da USP que recolhe cães abandonados na Cidade Universitária completa 10 anos em 2011; veja imagens

Canil da USP, que recolhe cães abandonados na Cidade Universitária; veja imagens

À medida que os animais são entregues para adoção --cerca de dez por mês-- novos hóspedes recebem comida e são vacinados, castrados e vermifugados.

Eles costumam ser abandonados quando já estão velhos ou doentes, e muitos morrem atropelados ou vitimados por tiros, venenos, esfaqueamentos e água quente jogada por vândalos.

Fonte: Folha.com

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Problema com os cães vadios em Raul Soares continua sem solução

caesnapraca
Apesar de inúmeros posts, pedidos de moradores e até promessas de governantes, os cães em Raul Soares continuam trafegando livremente pela cidade como se nada de anormal estivesse acontecendo.

Enquanto alguns se alegram com a presença desses animais na cidade e até patrocinem alimentação para eles, outros, nem tanto. Andam cautelosos pelas calçadas, temerosos de que alguns, apesar de dóceis, os agridam inesperadamente, como comumente têm acontecido com os motociclistas que, ao passarem nas ruas, são atracados por eles, alguns até com ferimentos profundos nas pernas, provocados pelas mordidas.

Ultimamente, alguns desses animais estão se reunindo à tarde nos jardins das praças centrais, principalmente na Praça Pe. José Domingues, onde ficam brincando na grama até ao escurecer ou, quem sabe, na esperança de que alguém lhes dê alimento.

O fato é que, apesar de esses animais não terem nenhuma culpa pelo que está ocorrendo, medidas mais efetivas precisam ser tomadas para maior segurança da população, como a construção do tão prometido canil, ou seja lá o que for. O que não pode é a população ficar refém desses animais e o poder público continuar fingindo que está tudo bem.