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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

A verdadeira religião não tem nada a ver com Deus ou com o diabo

deus-diaboA verdadeira religião não tem nada a ver com Deus, com o diabo, com céu ou inferno.

A palavra “religião” tem de ser entendida. Ela é significativa: significa unir as partes para que elas não sejam mais partes, mas tornem-se um todo. O significado principal da palavra religião é unir as coisas de tal maneira que a parte não seja mais uma parte, mas torne-se o todo. Cada parte torna-se o todo, em união.

Cada parte, separada, está morta; com as partes unidas, uma nova qualidade aparece, a qualidade do todo, e trazer essa qualidade para a sua vida é o propósito da religião. Não tem nada a ver com Deus ou com o diabo.

Mas a maneira como as religiões têm funcionado no mundo... elas têm mudado sua propriedade, a verdadeira estrutura, em vez de torná-la uma ciência de integração, para que o homem não seja muitos, mas um.

Comumente, você é muitos, uma multidão. É necessário dissolver essa multidão num todo, de modo que tudo em você comece a funcionar em harmonia com tudo o mais dentro de você e não haja nenhum conflito, nenhuma divisão, nenhuma luta, ninguém superior, ninguém inferior... você sendo simplesmente um todo harmonioso.

Osho, em "Religiosidade é Diferente de Religião: Ensinamentos de Osho para um Mundo em Paz"
Imagem por mcw026

domingo, 23 de junho de 2013

A Personificação do Mal

O texto é longo mas, para quem se interessa pelo assunto, vale a pena ler até o final.

(Leonardo Oliveira de Araújo – ICTYS)

diaboUm dos conceitos mais intrigantes na tradição religiosa, mística e esotérica é, sem dúvida, o da personificação do mal. Um ente inspirador e fonte de todo o infortúnio humano e, por que não, divino. Sua denominação migra dentre várias raízes da qual nossa língua apoderou-se, tendo algumas das denominações mais comuns as de Satã, Diabo, Demônio, Lúcifer dentre outras várias.

Para tal pesquisa, nos apoiaremos num resumo da dissertação de mestrado, na FE-USP, de Julva Moreira (graduado em filosofia, doutor e mestre pela FE-USP, Prof de Filosofia e Filosofia da Educação). Além disso, recorreremos a mitos, dentre os mais antigos, de várias tradições do oriente e do ocidente.

Assim encontrei a raízes de algumas das denominações citadas: Satã; sua raiz é opor, obstruir ou acusar. Passou ao grego como Diabolos (caluniador, enganador, difamador, delator, adversário). Ao latim passou como Diabolus. Seu sentido básico ficou de adversário, oponente ou opositor.

Como entender um ser que é puro ódio e perversão? Como admitir que Deus onisciente, onipotente e onipresente tenha um rival, ou criado tal ser, ou sido enganado por aquele que achava ser o maior, ou um dos maiores, dentre seus anjos? Nenhuma destas possibilidades é coerente com os atributos de uma cultura monoteísta, cuja tudo provém de Deus (ou seja qual for a denominação que é dada ao Criador).

Então devemos simplesmente descartar a existência de Satanás? Talvez ele só reflita o lado negro de cada um de nós.

Para ajudar a entender um pouco melhor estas dúvidas e buscar soluções para tais, se faz necessário entender como e quando este conceito aparece na nossa cultura. Será que a Tradição sempre trouxe um Deus e um Anti-deus dentre seus mitos e conhecimentos?

sexta-feira, 21 de junho de 2013

O medo da liberdade

Olhe uma rosa: ela é bela, mas não existe liberdade alguma de florescer ou não florescer. Não existe problema, não existe escolha. A flor não pode dizer, "Eu não quero florescer", ou "Eu me recuso". Ela nada tem a dizer, nenhuma liberdade. É por isso que a natureza é tão silenciosa (...).

Com o surgimento do homem, pela primeira vez aparece a liberdade. O homem tem a liberdade de ser ou não ser. Por outro lado, surge a angústia, o medo de que ele possa ou não ser capaz, medo do que vai acontecer. Existe um tremor profundo. Todo momento é um momento em suspense. Nada é seguro ou certo, nada é previsível com o homem: tudo é imprevisível.

Nós conversamos a respeito da liberdade, mas ninguém gosta de liberdade. Nós falamos sobre liberdade, mas criamos escravidão. Toda liberdade nossa é apenas uma troca de escravidão. Nós seguimos mudando de uma escravidão para outra, de um cativeiro para outro.

Ninguém gosta de liberdade porque liberdade cria medo. Com a liberdade você tem que decidir e escolher. Nós preferimos pedir a alguém ou a alguma coisa para nos dizer o que fazer – à sociedade, ao guru, às escrituras, à tradição, aos pais. Alguém deve nos dizer o que fazer: alguém deve mostrar o caminho, para que possamos seguir – mas nós não conseguimos nos mover por nós mesmos. A liberdade existe, mas existe o medo.

É por isso que existem tantas religiões. Não é por causa de Jesus, de Buda ou de Krishna. É por causa de um enraizado medo da liberdade. Você não consegue ser simplesmente um homem. Você tem que ser um hindu, um muçulmano ou um cristão. Apenas por ser um cristão, você perde a sua liberdade; sendo um hindu, você não é mais um homem – porque agora você diz, "eu seguirei uma tradição. Eu não vou caminhar no inexplorado, no desconhecido. Eu seguirei num caminho bem marcado com pegadas. Eu caminharei atrás de alguém; eu não seguirei sozinho. Eu sou um hindu, assim eu seguirei com uma multidão; eu não caminharei como um indivíduo. Se eu me mover como um indivíduo, sozinho, haverá liberdade. Então, a todo momento eu terei que decidir, eu terei que gerar a mim mesmo, a todo momento estarei criando a minha alma. E ninguém mais será responsável: somente eu serei o responsável final."

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Saiba o que significa o feriado de Corpus Christi

corpus christiA comemoração de Corpus Christi é um dos dez feriados nacionais brasileiros. É nele que os católicos celebram o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo, um dos sacramentos da Eucaristia. A comemoração ocorre após a Festa da Santíssima Trindade, sempre em uma quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. A data também pode ser calculada pelo domingo de Páscoa, já que é realizada 60 dias depois.

A celebração do Corpus Christi teve origem no século 13, mais precisamente em 1243, em Liège, na Bélgica, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Jesus Cristo que apontava não haver festas para honrar esse sacramento.

A Bíblia diz que que durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, ele teria mandado que celebrassem sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho, que se transformariam em seu corpo e em seu sangue. "Através da Santíssima Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós", lembra Dom Orani João Tempesta, arcebispo metropolitano do Rio de Janeiro, em comunicado oficial da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil aos fiéis.

E foi a partir da visão e da cobrança de Jesus, que a freira belga lutou para que houvesse um reconhecimento da data, que mais tarde ficou conhecida como Corpus Christi, quando, em 1264, o papa Urbano 4º consagrou a festa para toda a Igreja a partir da Bula Papal “Trasnsiturus de hoc mundo”.

A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento. A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. 

Além da missa e procissão, a tradição católica também tem o costume de enfeitar as ruas com grandes tapetes coloridos que formam desenhos que fazem alusão à figura de Cristo, do pão e do cálice.

A tradição da confecção do tapete surgiu em Portugal e veio para o Brasil com os colonizadores. Os desenhos utilizados são variados, mas enfocam principalmente o tema Eucaristia. No Brasil essa tradição foi ampliada, atingindo inclusive comunidades, bairros e até colégios.

Os tapetes confeccionados para a festa de Corpus Christi são feitos de materiais como serragem colorida, borra de café, farinha, areia, tampinhas de garrafas, flores e folhas. Entre as procissões mais conhecidas feitas pelo Brasil está a da cidade de Matão, no interior de São Paulo, que ano passado contou com a presença de 40 mil pessoas. Segundo a prefeitura da cidade, este ano, a Festa de Corpus Christi terá os desenhos confeccionados manualmente por 700 voluntários em um trajeto no formato de cruz. Para isso, serão utilizadas 70 toneladas de dolomita, areia e vidro moído.

Com informações do Último Segundo

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Pastor René Kivitz mostra como é fácil enganar os fiéis

Eu havia compartilhado este vídeo apenas nas redes sociais das quais faço parte (Facebook, Twitter e Google+) mas, pelo seu valor social extremamente esclarecedor, não apenas no campo religioso, mas no contexto da crise moral por que passa este país, resolvi divulgá-lo também no Blog para ampliar ainda mais esse compartilhamento de ideias que, finalmente, começam a surgir justamente no meio evangélico, de onde se esperava tudo, menos isso.

Assista ao resumo do vídeo



Veja o vídeo completo aqui

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Coroação do Mês de Maria, neste domingo

Na Coroação do Mês de Maria, evento que se repete em Raul Soares há mais de 50 anos, contou, neste domingo do dia das Mães, com a coroação de Beatriz Oliveira filha, de Ricardo Noronha Silveira e Freda; Luiza Barcelos, filha de Claudio Barcelos e Silvania, e, Mariana, filha Dinho e Cristina.

A festividade contou com a participação de vários amigos e parentes, que prestigiaram o evento, acompanhada de Banda de Música, foguetório e a tradicional barraquinha de salgadinhos.

sábado, 27 de abril de 2013

Mês de maio se aproxima e coroações voltam encantar o Mês de Maria

coroação_thays1987
A partir do dia 28 de abril deste ano iniciam-se as coroações da Virgem Maria, realizadas no altar do Santuário São Sebastião de Raul Soares, acompanhadas de fogos de artifício, Banda de Música e barraquinhas de doces e salgadinhos, além do tradicional bingo.

A coroação é uma festa que já faz parte da tradição histórica de Raul Soares. Todos os anos, as meninas na faixa de 6 a 10 anos de idade se vestem de anjos e saem em procissão da Casa da Banda, perfilam pela a praça Pe. José Domingues e entram pela porta central do Santuário, onde se encaminham para o altar, oferecendo palmas, flores e, por fim, coroam  imagem da Virgem Santíssima. Um ato simbólico onde as crianças, cheias de amor e ternura, levam a sua pureza junto com a coroa que depositam na imagem da santa, ao som de cânticos e louvores.

Este trabalho começou com a Therezinha Alves de Souza há mais de 55 anos, quando ela criou as pastorinhas, crianças que visitavam os presépios nas residências da cidade todo Natal de cada ano. De oito anos para cá, sua irmã Aparecida Alves, deu continuidade a este trabalho voluntário, onde está há oito anos.

Aparecida aproveita o ensejo para lembrar às mães interessadas em inscrever suas filhas neste evento religioso que as coroações se iniciam no dia 28 deste mês de abril, saindo a procissão da Casa da Banda às 19h, de segunda à sexta. Nos sábados e domingos, a saída será às 19h30.

A Banda (Corporação Musical Raul-soarense) cobrará R$ 100 reais para acompanhar a procissão nos dias normais da semana e R$ 120 reais nos sábados e domingos.

O encerramento das festividades se dará com a coroação do dia 02 de junho de 2013.

Contado: Aparecida Alves - tel. (33) 3351-1385.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Barack Obama: Um aviso aos evangélicos

Seja você cristão ou não, o que você acha deste pronunciamento sobre o comportamento evangélico feito pelo Presidente dos Estados Unidos Barack Obama?

O seu discurso é de uma clareza muito grande e, ao que parece, quebra alguns paradigmas e esclarece muita coisa sobre como deve se comportar um Estado laico.

Postado por Lázaro Freire no Facebook

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Divagando um pouco sobre Deus

Por Roque Davi

deus2Por mais interessante que possa ser alguma definição de Deus, seja ela feita por grandes pensadores ou por simples neófitos, são apenas ideias sobre a divindade. Todas merecedoras de respeito, mas apenas ideias. Para algumas pessoas, uma ideia  um conceito, uma definição racional de Deus pode ser algo satisfatório. Para outras é necessário mais que isso. É necessário algum tipo de experiência direta. Algo que lhes tire do campo do simples acreditar. Até lá, tudo são crenças e apenas crenças. Todas válidas, mas sempre carentes da experiência.

No emaranhado dessa selva teológica, alguns afirmam ter passado pela experiência direta de Deus. A mim, que faço parte do grupo dos que acreditam em Deus, parece melhor tentar ouvir aqueles que afirmam a possibilidade de tal experiência. Por que contentarmo-nos com os presentes, se podemos ter a presença do próprio doador? Nessa busca, quem teria ido mais longe? Os que criam lindas ideias sobre a divindade ou os que afirmam ter experimentado? São as palavras destes últimos que me chamam mais a atenção.           

Sim, há os que não acreditam em Deus. Eles compõem o restante da humanidade. Nada pode ser feito por eles quanto a isso. Uns conseguem crer, outros não. Eu jamais entraria em discussão com alguém que não crê em Deus. Aceito que não creiam. Não me incomodam. São grandes pessoas e não parece fazer muita diferença crerem ou não. Eu creio. É algo inerente a mim. Mesmo que eu tentasse, não conseguiria perder esse sentimento.

Crer em Deus pressupõe - para mim - uma série de observâncias e outros conceitos que devem ser levados em conta, ou minha vida entraria em contradição com minha própria crença sobre Ele. Há todo um sistema, um pacote que advêm da crença em Deus. O fato de acreditar me obriga a ter uma conduta que vá de acordo com a ideia que tenho Dele. Para mim é contraditório alguém afirmar crer em Deus e viver na inércia espiritual. O simples fato de crer seria razão para uma profunda modificação. A crença em Deus deveria ser o maior evento para o ser humano.

Depoimento colhido da Lista Voadores

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Um Deus rápido no gatilho

Por Nélio Azevedo

silas malafaia e marilia gabrielaHá algumas semanas atrás, ao se despedir do Pastor Silas Malafaia, a entrevistadora Marília Gabriela rogou ao Deus que ela acredita para que perdoasse o entrevistado pelos absurdos ditos por ele em seu programa e no altar, ou seria púlpito?

É que os representantes dessa corrente nada religiosa tem por hábito destilar o ódio e a intolerância contra homossexuais e negros que, segundo o Deputado Federal e Presidente da comissão dos Direitos Humanos, o pastor Marcos Feliciano não são filhos de Deus, são filhos de uma maldição Bíblica que condenou os descendentes de um dos filhos de Noé – que cometera o terrível pecado de ver o pai bêbado e nu – agora brinda seus seguidores com outros absurdos bradados em tom solene em cultos e discursos a cata de dinheiro dos fiéis.

Segundo o energúmeno pastor Deus teria matado John Lennon e os Mamonas, no caso desses, foi até bom, já que eram Mamonas Assassinas; esse episódio me remete ao Velho Testamento onde esse mesmo Deus teria ordenado a morte de tudo que respira, gente e bichos Um castigo terrível para quem cometeu um pecado tão leve como o de simplesmente olhar para trás.

Se a família tão perturbada de Lot era o melhor que tinha em termos de princípios morais, a gente se sente solidário a Deus com seu enxofre punitivo em Sodoma e Gomorra. Tem ainda a história do Levita que teve sua concubina morta em Jebus e depois do clamor por vingança que o fato suscitou, veio a guerra de desforra contra a tribo de Benjamim e 60 mil homens foram mortos, pagando assim pelo pecado de alguns.

Outra figura aparece com o poder e força total, esse alguém é Moisés. Enquanto ele estava se encontrando com Deus no Monte Sinai, as pessoas lá em baixo não poderiam sequer encostar-se à montanha, sob pena de serem mortas. “Mas, vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão e lhe disse: Levanta-te, faze nos deuses que vão adiante de nós; pois, quanto a este Moisés, o homem nos tirou do Egito, não sabemos o que lhe é sucedido” (Êxodo, 32,1). Atendendo ao pedido das pessoas, fizeram um bezerro de ouro, divindade recém-inventada e colocada em um altar para ser adorado e lhes ofereceram sacrifícios.

Como onisciente que é Deus não perdeu tempo e mandou seu aparato policial tendo Moisés à frente com suas tábuas da lei. Ele destruiu a imagem, derreteu-a, misturou com água e fez com que os homens a bebessem. Mas, os castigos não param aí. Convocaram a devotada tribo de Levi que, armada de espadas, foram ordenados a matar o máximo de pessoas possível. O montante chegou a três mil, o que não aplacou a ira ciumenta de Deus que lançou uma praga sobre os restantes. Só porque fizeram um bezerro de ouro, pobres almas que não entendiam bem quem era esse Deus que os guiava.

O livro dos Números conta que Deus incitou Moisés a atacar os Midianitas. Moisés obedeceu prontamente e tratou de matar todos os homens, e incendiar as cidades midianitas, mas, os soldados pouparam mulheres e crianças; o que irritou profundamente a Moisés que ordenou que todos os meninos e todas as mulheres que não fossem virgens. “As virgens, tomai-as para vós outros” (Números 31,18), um genocídio cometido contra os pobres midianitas em suas próprias terras, tudo em nome de Deus.

Provavelmente esse é o deus desses pastores que nunca ouviram uma palavra sobre o significado da palavra “perdão”, transformando aquelas palavras proferidas do alto da cruz: “Pai, perdoai-lhes, porque não sabem o que fazem” foi puro desespero pela morte inevitável, não foi por amor pela humanidade.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

A renúncia de Bento XVI e o significado da decisão para a Igreja

José Aristides da Silva Gamito*

papaO anúncio de renúncia de Bento XVI foi uma surpresa para a Igreja. O fato aconteceu no dia 11 de fevereiro, o papa diz estar incapacitado para ministério por causa do estado de saúde. O último caso de renúncia aconteceu há quase 600 anos. Na história da Igreja, quatro papas já renunciaram por razões diferentes e esta decisão é admitida pela Igreja, o Código de Direito Canônico prevê isso no cânon 332, parágrafo 2º: "Se acontecer que o Romano Pontífice renuncie ao cargo, para a validade requer-se que a renúncia seja feita livremente, e devidamente manifestada, mas não que seja aceito por alguém.”

Os papas Bento IX (1045), Gregório VI (1046), Celestino V (1294) e Gregório XII (1415) renunciaram. Apesar de não ser comum, mas diversas circunstâncias levaram papas a renunciar. Bento XVI e Celestino V são os únicos casos de renúncia voluntária, os demais foram forçados por conflitos na administração da Igreja.

A renúncia do papa traz como contribuição positiva a humanização da função. A figura do papa com o passar do tempo passou a ser encoberta de mistérios, cheia de tabus e de impessoalidade. A dimensão humana do bispo de Roma fica em segundo plano. Poucas pessoas conseguem enxergar o papa como um ser humano comum.

Canonicamente, o papa é o bispo de Roma, sinal visível de unidade da Igreja. Ele é o primus inter pares. Isso quer dizer que ele tem a mesma dignidade dos demais bispos, mas ostenta o cargo de honra por representar o ponto de união entre os católicos. Bento XVI é o 265º bispo na cátedra de Roma. Ao longo da história, o papa passou de ser visto como um simples bispo para ser enxergado como bispo universal, sumo pontífice. As reformas do Concílio Vaticano II contribuíram muito para devolver ao papa a função original.

Por isso, o fato de um papa renunciar é recebido como surpresa. A ‘mitificação’ extrema o tornava quase impassível e imortal. Mas o papa é um ser humano como todos os demais ministros da Igreja. A decisão de Bento XVI reconhece isso!

*Bacharel e licenciado em filosofia, bacharel em teologia, especialista em Docência do Ensino Básico e do Ensino Superior e atual Secretário Municipal de Educação de Conceição de Ipanema (MG).

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Salve-nos do Dragão da Ignorância, São Jorge!

Por Nélio Azevedo

sao_jorgeOs textos encontrados na Bíblia teriam sido escritos por homens assistidos pelo Espírito Santo de Deus, alguns deles levaram a vida obedientes aos ditames da tradição e dos valores que se tornaram a base do Cristianismo e das religiões criadas ao longo dos séculos desde que Lutero se rebelou contra os descaminhos perpetrados pelos clérigos católicos. Esses homens foram santificados e se tornaram uma espécie de porta-vozes dos pobres humanos diante do Todo-Poderoso.

Curiosamente, alguns não foram santificados, apesar de terem tido uma importância crucial na formação do pensamento e da fé cristã, Moisés e os Profetas mais antigos são alguns deles. Durante esses séculos outros cristãos devotos se tornaram doutores e teólogos respeitados, Santo Agostinho, São Paulo, São Francisco e uma infinidade de gente que engrossaram as fileiras dos santos católicos. Alguns se tornaram padroeiros (ou padrinhos) no melhor estilo dos padrinhos mafiosos, adotando cidades e nações, tendo inclusive se tornado proprietários de inúmeras propriedades que vão desde fazendas até cidades inteiras, isso, sem contar as fortunas herdadas de devotos cristãos que transferiram seus bens terrenos para a causa da Igreja. A Causa dos Santos é um importante segmento do Vaticano e leva muito a sério essa questão, ao ponto do Papa João XXIII ter nomeado mais santos do que todos os outros papas juntos, até santo brasileiro vai ter. Ninguém estranha o fato de nunca ter tido nenhum santo nem papa brasileiro, mesmo sendo o maior país católico do mundo.

As religiões evangélicas e outras correntes e seitas se tornaram intransigentes nessa questão do reconhecimento da santidade desses homens, chegando ao absurdo de proporem a mudança de nomes de importantes ruas e avenidas de Belo Horizonte, como a tradicionalmente conhecida Avenida Nossa Senhora do Carmo e Rua Nossa Senhora da Paz, retirando a palavra “Nossa”. Agora empreenderam uma luta contra a poderosa Rede Globo, por causa da novela Salve Jorge, que evidencia o nome do Santo Católico conhecido e venerado no Rio de Janeiro, São Jorge. Soldado nascido na região da Capadócia, na Turquia no período de ocupação pelos romanos, esse soldado teria sido uma espécie de Herói da causa e seguidor dos ditames cristãos; teria vencido o Dragão da maldade existente na humanidade. Nada me tira da cabeça que essa implicância seja com a figura produzida pelo sincretismo religioso que deu aos umbandistas a figura de Ogum. Não é de hoje que os evangélicos combatem sem o menor respeito às religiões afro-brasileiras, pregando abertamente uma guerra sem tréguas contra essas crenças, como se a deles fosse a única verdadeira religião.

Lembro-me de ter visto em um fascículo da revista Sentinela uma matéria sobre a recomendação aos seus adeptos de não praticarem a capoeira, pois ela rendia homenagens a outros deuses, que não ao deus único. (se fosse único não teriam outros). Nas escolas de orientação protestantes e batistas, as tradicionais e brasileiríssimas Festas Juninas foram banidas ou transformadas em Festas Country, no estilo americano; desfigurando a nossa cultura e impondo costumes e tradições de outros povos, tudo porque elas são festas que homenageiam os Santos católicos São Pedro, São João e Santo Antônio, mesmo que a origem seja anterior à criação destas religiões e sejam manifestações de agradecimentos aos santos padroeiros pelo sucesso nas colheitas de grãos tão necessários à vida quanto o pão diário da fé.

Valha-nos, Nossa Senhora da Pena! Valei-nos, São Jorge! Orim Axé, Irê Xiré!

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Círculo Oração da Igreja Assembleia de Deus de Vermelho Velho comemora seu 17º aniversário

Nos dias 28, 29 e 30 de setembro de 2012 a Igreja Assembleia de Deus de Vermelho Velho comemorou o seu 17º aniversário do Círculo de Oração.

A festividade foi baseada no tema em Hebreus 10-37: E o que há de vir virá.

A programação contou com cultos todos os dias, às 19h, na Igreja, tendo como ponto culminante um culto realizado ao ar livre no domingo, às 16h, celebrado pelo Pastor Jeder, que teve a participação da Banda da Assembleia de Raul Soares.

Os dirigentes do Círculo de Oração: Cleunice, Marlene e Lindonora.pastor

Veja mais fotos

Pascoal Online, com informações do Blog Vermelho Velho

terça-feira, 5 de junho de 2012

História da Jornada Mundial da Juventude

clip_image002Tudo começou com um encontro promovido pelo Papa João Paulo II em 1984. Foi um encontro de amor, sonhado por Deus e abraçado pelos jovens. Vozes que precisavam ser ouvidas e um coração pronto para acolhê-las.

A Jornada Mundial da Juventude (JMJ), como foi denominada a partir de 1985, continua a mostrar ao mundo o testemunho de uma fé viva, transformadora e a mostrar o rosto de Cristo em cada jovem.

Cerca de 300 mil jovens estiveram unidos ao Santo Padre na Praça de São Pedro, no Vaticano, em 1984, quando ele entregou aos jovens a Cruz da Jornada. E os encontros continuaram: novamente em Roma, (1986 – Diocesana), em Buenos Aires (Argentina – 1987), em Santiago de Compostela (Espanha – 1989), em Czestochowa (Polônia – 1991), em Denver (Estados Unidos – 1993), em Manila (Filipinas – 1995), em Paris (França -1997), em Roma (Itália – 2000), em Toronto (Canadá – 2002). Com Bento XVI em Colônia (Alemanha – 2005), em Sidney (Austrália – 2008) e em Madri (Espanha – 2011).

sábado, 18 de fevereiro de 2012

O medo do aborto

Por Nélio Azevedo

Quando eu era criança pequena em Raul Soares nos idos de 1950/60, iniciaram-se os debates acerca da implantação da Lei do Divórcio no Brasil, eu e meus colegas de escola pensávamos que ao ser aprovada a tal lei todos os casais seriam obrigados a se divorciarem e, quem o fizesse, estaria condenado ao mármore fervente das prefundas do inferno. A desinformação a respeito do tema foi de responsabilidade da Igreja católica, que não tendo costume de discutir certos assuntos, impôs sua ótica retrógrada à população, já que era hegemônica naquela época.

Nos dias de hoje, ao ser nomeada para a Secretaria de Políticas Para as Mulheres, Eleonora Menicucci, virou o Judas a ser malhado antes do Sábado de Aleluia. O atraso das mentalidades reinantes nas cabeças daqueles que só veem vida no feto e nenhuma na mãe que sofre o aborto nas mãos de carniceiros de plantão, são os mesmos que gritam do plenário contra sua nomeação e pensam que o único assunto que se vai deliberar naquela pasta seja a questão do aborto.

Quanto atraso, quanta ignorância escorada por crenças religiosas que não se aplica a todos, essa bancada evangélica deveria então, propor uma discussão mais ampla do assunto e não varrê-la para debaixo do tapete, criando um verdadeiro tabu em torno do tema que ninguém quer admitir sequer que exista a não ser nas páginas policiais e, que as consequências são os números absurdos de casos em que a mãe também morre vítima da falta de assistência médica adequada. Existem milhares de pessoas recorrendo ao aborto todos os anos no Brasil, e a hipocrisia é o anestésico que se usa nessa prática, só que ela é dada na população e nos governantes.

Essas pessoas se negam a uma discussão em torno do problema de saúde que essa prática acarreta, só falam do pecado, do assassinato do feto e o resto da população que se dane se não veem o problema através do mesmo ponto de vista deles. O certo é que milhares de pessoas recorrem a essa pratica em clínicas clandestinas de norte a sul do país e poucas entidades oferecem algum esclarecimento a elas. Essa prática é fruto da falta de orientação e de uma política de saúde aliada a um controle de natalidade que ponha freio nessa prática.

Não sou a favor de que a pratica de aborto seja usada como única solução contraceptiva ou de controle de natalidade, mas, alguma coisa melhor do que condenar ao fogo do inferno ou às mãos de pessoas inescrupulosas que utilizam métodos inapropriados e realizam o aborto a revelia da lei e do julgamento moral de quem quer que seja. O tema merece uma discussão mais ampla e que envolva o maior número de pessoas que representem de fato a sociedade, não uma meia dúzia de representantes de grupos religiosos, (ainda que fossem seiscentos), eles não podem falar por uma nação inteira, onde a liberdade religiosa permite a cada um acreditar no que quiser ou mesmo não acreditar em coisa alguma, só na lei que está acima de todos, inclusive das religiões.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Os caminhos dessa vida

Por Nélio Azevedo

Depois de assistir ao filme “A Árvore da Vida”, de Terence Malick, sobre os caminhos – Caminho da Graça e Caminho da Natureza - dispostos para nós, seres humanos, eu passei a enxergar um pouco mais sobre mim mesmo e os outros.

No Caminho da Graça, os seres humanos têm a chance de atenuar os efeitos da nossa origem perpetuados em nós através do nosso DNA ancestral, funcionando como uma anestesia sobre a razão do porque de estarmos aqui.

Já o Caminho da Natureza, ele permite uma evolução, mas, não podemos nos esquecer da nossa bruta origem e não queremos largar mão do DNA ancestral. Ele nos impulsiona para frente, mas não nos diz onde vamos chegar.

No meu ponto de vista, não é uma questão de certo ou errado, como muitas pessoas insistem em classificar esse embate interior, se trata de nos conhecermos melhor e nos identificarmos com aquilo que foi a nossa escolha, se é que escolhemos o caminho ou o caminho que nos escolheu; visto que a nossa personalidade e a nossa vida estará permeada pelas decisões que tomaremos em toda nossa vida.

Na suavidade da Graça, temos o conforto de acreditar num fim que já estaria posto por uma Entidade Superior que a tudo e a todos domina, nela reside a esperança de um bem estar celestial e um sem-fim de bem-aventuranças. No Caminho da Natureza, essa Entidade é a própria Natureza, ela também tem suas determinações e leis que incidem sobre tudo e todos, entretanto, nela não há esperança de um fim melhor ou de uma continuidade, somente a razão e o conhecimento nos conforta.

Eu que fui iniciado na infância no Caminho da Graça, me vi em eterno conflito com as leis desse caminho, elas estavam me segurando dentro dos meus próprios anseios, que naquele momento eram perigosos para mim, já que eu vivia em comunidade e as leis dela eram as leis da Graça. Fui contido até que esse estreito caminho não pôde mais me segurar e debandei por esse mundão largo e extenso, ando trilhando e tenho até mesmo a ilusão de que eu traço o meu próprio caminho, mas, tenho plena consciência de que estou impregnado dos valores aprendidos no Caminho da Graça e deles não posso mais abrir mão. Eles me ajudam a compreender e aceitar os que escolheram o Caminho da Graça, mesmo que eles não me compreendam nem me aceitem por ser tão diferente deles nos meus objetivos e crenças. Muitas vezes vejo os argumentos deles me dizerem: “minha crença é melhor do que a sua”. Por outro lado, eu também tenho lá minha má-vontade para com os que acreditam nas coisas que eu não acredito mais, eu que valorizo tanto a razão, acho que eles (os que creem) abriram mão da razão e abraçaram as razões de outras pessoas que teriam inventado todas as verdades em que acreditam.

Hoje penso que não faz mal nenhum acreditar no que o Caminho da Graça me impõe, só que não o quero inteiramente, quero continuar no caminho da Natureza sem abrir mão da ternura, sou filho dela e ela me adestrou para a vida, com os freios da Graça. Penso que isto é o equilíbrio que me faz bem até que eu me convença do contrário.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Espiritualidade: Igreja Católica e o Espiritismo estão mais próximos?

Sou espiritualista e, não, religioso, o que faz uma grande diferença. E, resumindo em poucas palavras, o espiritualista é aquele que acredita na existência de um ser superior responsável por tudo que existe, que estuda a espiritualidade e a pesquisa com o objetivo de conhecer melhor toda a criação e a si mesmo e, através de seu conhecimento, procura evoluir. Já o religioso é aquele que acredita naquilo que diz a doutrina a qual ele abraçou, pela fé pura, não questionando nada, simplesmente aceitando e praticando a sua religião como lhe fora ensinado, um fundamentalista.

Hoje, deparei-me com um texto na web  o qual, por achar interessante, já que seu maior objetivo é o de quebrar alguns paradigmas e preconceitos no campo da espiritualidade, resolvi postá-lo.

A entrevista logo abaixo, foi extraída do livro “Novas Utopias”, psicografado pelo médium Carlos Pereira, e sua autoria atribuída a D. Helder Câmara. 

“Igreja Católica já reconhece comunicação com os espíritos

Recentemente foi lançado no mercado cultural um livro mediúnico trazendo as reflexões de um padre depois da morte, atribuído, justamente, ao Espírito Dom Helder Câmara, bispo católico, arcebispo emérito de Olinda e Recife, desencarnado no dia 28 de agosto de 1999, em Recife (PE).

O livro psicografado pelo médium Carlos Pereira, da Sociedade Espírita Ermance Dufaux, de Belo Horizonte, causou muita surpresa no meio espírita e grande polêmica entre os católicos. O que causou mais espanto entre todos foi a participação de Marcelo Barros, monge beneditino e teólogo, que durante nove anos foi secretário de Dom Helder Câmara, para a relação ecumênica com as igrejas cristãs e as outras religiões.

Marcelo Barros secretariou Dom Helder Câmara no período de 1966 a 1975 e tem 30 livros publicados. Ao prefaciar o livro Novas Utopias, do espírito Dom Helder, reconhecendo a autenticidade do comunicante, pela originalidade de suas ideias e, também, pela linguagem, é como se a Igreja Católica viesse a público reconhecer o erro no qual incorreu muitas vezes, ao negar a veracidade do fenômeno da comunicação entre vivos e mortos, e desse ao livro de Carlos Pereira, toda a fé necessária como o Imprimátur do Vaticano. É importante destacar, ainda, que os direitos autorais do livro foram divididos em partes iguais, na doação feita pelo médium, à Sociedade Espírita Ermance Dufaux e ao Instituto Dom Helder Câmara, de Recife, o que, aliás, foi aceito pela instituição católica, sem qualquer constrangimento.

No prefácio do livro aparece também o aval do filósofo e teólogo Inácio Strieder e a opinião favorável da historiadora e pesquisadora Jordana Gonçalves Leão, ambos ligados à Igreja Católica. Conforme eles mesmos disseram, essa obra talvez não seja uma produção direcionada aos espíritas, que já convivem com o fenômeno da comunicação, desde a codificação do Espiritismo; mas, para uma grandiosa parcela da população dentro da militância católica, que é chamada a conhecer a verdade espiritual, porque "os tempos são chegados", estes ensinamentos pertencem à natureza e, consequentemente, a todos os filhos de Deus.

A verdade espiritual não é propriedade dos espíritas ou de outros que professam estes ensinamentos e, talvez, porque, tenha chegado o momento da Igreja Católica admitir, publicamente, a existência espiritual, a vida depois da morte e a comunicação entre os dois mundos.

Na entrevista com Dom Helder Câmara, realizada pelos editores, o Espírito comunicante respondeu as seguintes perguntas sobre a vida espiritual:

Dom Helder, mesmo na vida espiritual, o senhor se sente um padre?

Não poderia deixar de me sentir padre, porque minha alma, mesmo antes de voltar, já se sentia padre. Ao deixar a existência no corpo físico, continuo como padre porque penso e ajo como padre. Minha convicção à Igreja Católica permanece a mesma, ampliada, é claro, com os ensinamentos que aqui recebo, mas continuo firme junto aos meus irmãos de Clero a contribuir, naquilo que me seja possível, para o bem da humanidade.

Do outro lado da vida o senhor tem alguma facilidade a mais para realizar seu trabalho e exprimir seu pensamento, ou ainda encontra muitas barreiras com o preconceito religioso?

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Marcha para Jesus acontece no sábado em Manhuaçu

Toque no Altar

A Associação dos Ministros Evangélicos de Manhuaçu (AMEM) realiza neste sábado (29) a Marcha para Jesus 2011 com a comemoração do Dia do Evangélico. O evento tem o apoio da Prefeitura de Manhuaçu e começa às 16h, com concentração em frente ao coreto na Praça Cinco de Novembro. A programação conta com a atração nacional Toque no Altar.

A Marcha terá como percurso as principais vias de Manhuaçu. Os participantes seguirão pela rua Amaral Franco e avenida Salime Nacif até a região da Baixada (Rodoviária) e depois retornam pelo bairro Coqueiro até a chegar novamente à praça central.

Durante o evento, que comemora o dia do Evangélico em Manhuaçu, haverá momentos de oração pelas igreja e pela população da cidade. A participação de todas as igrejas e de milhares de pessoas é garantida em mais uma edição da Marcha para Jesus. O Dia do Evangélico é comemorado no último sábado de outubro.

A AMEM já definiu que a programação será bastante diversificada. ‘‘Esse ano não será diferente, temos certeza que será uma benção e um sucesso de público’’, disse o presidente da AMEM, pastor Gilberto Onofre.

TOQUE NO ALTAR

O Ministério de Louvor Toque no Altar é um grupo de música gospel brasileiro da Igreja Evangélica Ministério Apascentar em Nova Iguaçu (RJ) que surgiu em janeiro de 2002. O Ministério de Louvor Apascentar de Nova Iguaçu é destaque no cenário nacional como um grupo de louvor e adoração que tem em sua essência uma dinâmica inovadora para a música gospel no Brasil, com um perfil ''pop rock'', letras marcantes, contextualizadas e melodias elaboradas.

O grupo possui nove álbuns são eles: Vestes de Louvor (2002), Toque no Altar (2003), Restituição (2004), Deus de Promessas (2005), Olha pra Mim (2006), Deus de Promessas Ao Vivo (2007), É Impossível, mas Deus Pode (2007), Deus de Milagres (2008) e A Vitória da Fé (2009).

Fonte: Portal Caparaó

domingo, 10 de julho de 2011

Divagação sobre religião, política e futebol

Sei de muita gente que não gosta dele e eu mesmo não concordo com muita coisa que ele diz neste vídeo, mas, que ele fala muitas verdades, isso ele fala.

Como disse o meu amigo Lázaro Freire, tem gente que até hoje pensa de modo maniqueísta, do tipo "isso em que creio" é o "BEM" e "isso que vai contra o meu interesse, ou contra o que creio" é o "MAL".

Uma coisa é certa: este vídeo faz a gente repensar os conceitos e começar a ver que as coisas não são bem assim como estamos acostumados a aceitar. O buraco realmente é mais embaixo.