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domingo, 27 de outubro de 2013

Primeiro casamento gay no Caparaó aconteceu na sexta-feira

clip_image001Com direito a véu, grinalda e oito damas de honra, foi realizado nessa sexta-feira, 25, o primeiro casamento gay da Região do Caparaó, interior do Estado.

Um estilista e um ajudante de pedreiro, que estão juntos há dois anos, decidiram oficializar a união com apoio dos familiares.

A cerimônia no civil que aconteceu na sexta, foi comemorada  nesse sábado, 26, com festa e tudo que o casal desejou.

O estilista e dono de uma loja de aluguel de vestidos, Cláudio Pires Martins da Conceição, 31 anos – que já usa o sobrenome do companheiro – contou que está realizando um sonho. “Agora que a minha ficha caiu. Vou casar! Tenho uma loja de vestidos de noivas e sempre sonhei com isso. Ainda dá aquela sensação de frio na barriga, mas estou fazendo uma coisa que eu quero e de cabeça erguida, e amparado pela lei”, disse.

Ele e o companheiro, o ajudante de pedreiro, Raphael dos Santos Conceição, 21 anos, se conheceram dentro de uma lanchonete, quando Cláudio retornava de uma viagem ao Rio de Janeiro. “Já era finalzinho da noite, eu parei para comer algo e começamos a conversa e desde então estamos juntos”, revela.

Apesar de oficializarem a união na sexta, às 16h30, no cartório da cidade, o casal já divide o mesmo teto há um ano. “Para mim é uma coisa maravilhosa dizer para as pessoas que estamos juntos, e que a lei nos permite casar. Não tenho medo das críticas, pois a gente respeita o espaço do outro”, disse Cláudio.

A festa desse sábado contou com tudo que um casamento tem direito. A festa foi em um salão no centro da cidade. Cláudio havia preparado tudo, do sapato vermelho combinando com as luvas a uma entrada surpresa do buquê. Foram oito damas de honra e um pajem. O vestido tinha uma calda longa e muito strass”, contou Cláudio. Já Raphael subiu ao altar com um terno preto com brilho.

Estilista já foi casado

Apesar de viver uma experiência nova com a cerimônia, o estilista Cláudio já foi casado com uma mulher e têm dois filhos. “Me separei há seis anos, mas hoje temos uma relação muito boa. Tanto que vou entrar de mão dadas com a minha filha de sete anos no salão”, contou Cláudio.

Todos os familiares dos noivos participaram de um almoço no sábado.

Com informações do Portal da Mata

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Realizado o primeiro casamento entre mulheres em Ponte Nova

Aparecida e DeniseO 1º Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais de Ponte Nova, pela Oficiala Maura Maria da Silveira, realizou o primeiro casamento homoafetivo entre mulheres na cidade de Ponte Nova (MG).

O enlace foi entre Aparecida das Dores Silva e Denise Rodrigues Batista, na presença de familiares e convidados.

Após a cerimônia, o casal recepcionou os convidados no bairro do Triangulo onde foi servido um coquetel.

O casamento só foi possível depois que o Conselho Nacional  de Justiça (CNJ) publicou a Resolução nº 175, que proíbe as autoridades competentes de se recusarem a habilitar, celebrar casamento civil ou converter união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo.

A Revista Expressão de Ponte Nova vai trazer matéria exclusiva sobre a história da Aparecida e Denise, no final deste mês.

Com informações do Portal Unidade Notícias

domingo, 30 de junho de 2013

Gays e heterossexuais incuráveis

Por Drauzio Varella

Apesar dos anos vividos, ainda me surpreendo com a estupidez humana.

Os crentes dizem que Deus houve por bem limitar-nos a inteligência, para impedir que bisbilhotássemos seus domínios. Se assim agiu, pena não lhe ter ocorrido impor limites para a burrice dos seres que criou à sua imagem e semelhança.

Um grupo de deputados reunidos na Comissão de Direitos Humanos, presidida por um evangélico sem nenhuma aparência de homem fervoroso, aprovou o projeto conhecido como "cura gay", que assegura aos psicólogos o direito de aplicar métodos de tratamento destinados a transformar homo em heterossexuais, e de apregoar aos incautos a cura da homossexualidade, práticas condenadas pelo Conselho Federal de Psicologia e por todas as pessoas com um mínimo de discernimento.

Em todos os povos conhecidos, uma parcela de indivíduos em alguma fase da vida experimentou orgasmo por meio da estimulação dos genitais realizada por uma pessoa do mesmo sexo.

A incidência da homossexualidade varia de acordo com o grupo social. Um estudo clássico dos anos 1950 mostrou que em cerca de 60% das populações pesquisadas o comportamento homossexual é aceito sem restrições. Na África, entre os povos Siwan, e no sudoeste do Pacífico, entre os melanésios, virtualmente todos os homens praticaram sexo com outros homens em algum estágio da vida.

As 40% restantes vivem em países nos quais a homossexualidade é objeto de tabu social. As nações industrializadas se enquadram nesse grupo minoritário.

Embora os dados nem sempre confirmem com exatidão, a homossexualidade masculina parece ser duas a três vezes mais prevalente do que a feminina, em todas as sociedades até hoje avaliadas.

A maioria esmagadora dos indivíduos que experimentam orgasmos com pessoas do mesmo sexo são bissexuais. No Ocidente, homossexualidade pura, caracterizada pela ausência de práticas sexuais com o sexo oposto durante a vida inteira, ocorre em apenas 1% da população.

Comportamento homossexual tem sido descrito em répteis, pássaros e mamíferos, animais que na evolução divergiram há mais de 100 milhões de anos. Uma parte dos machos e fêmeas de todas as espécies de aves estudadas têm relações sexuais com indivíduos do mesmo sexo. Em muitas ocasiões, essas práticas terminam em orgasmo de apenas um ou dois dos parceiros.

Nos mamíferos, a maioria das relações homossexuais entre as fêmeas acontece quando uma parceira monta sobre a outra, comportamento já documentado em pelo menos 70 espécies: ratos, hamsters, coelhos, martas, gado, carneiros, cavalos, antílopes, porcos, macacos, chimpanzés, bonobos, leões etc.

Há mais de um século e meio, Charles Darwin nos ensinou que uma caraterística presente em diversas espécies distintas indica que foi herdada de um ancestral comum, portador do mesmo traço. Podemos garantir que o ancestral que deu origem aos vertebrados tinha dois globos oculares, caraterística herdada por todos os animais com esqueleto.

O paralelismo é óbvio, prezadíssimo leitor: se o comportamento homossexual está documentado em animais tão distintos quanto répteis, aves e mamíferos, é porque a homossexualidade é mais antiga do que a humanidade.

Certamente, já existiam hominídeos homo e bissexuais 5 a 7 milhões de anos atrás, quando nossos ancestrais resolveram descer das árvores nas savanas da África. Está coberta de razão a sabedoria popular ao dizer que a homossexualidade é mais velha do que andar a pé.

Sempre houve e haverá mulheres e homens que desejam pessoas do mesmo sexo, porque essa é uma característica inerente à condição humana. Com persistência e determinação, eles podem controlar o comportamento sexual, mas o desejo não. O desejo é uma força da natureza mais íntima de cada um de nós; é água que corre montanha abaixo.

Os fatores genéticos e as interações sociais envolvidas no comportamento sexual são de tal complexidade que só a ignorância crassa é capaz de propor simplificações.

Eu, que sempre coloquei em dúvida a masculinidade daqueles excessivamente preocupados ou ofendidos com a homossexualidade alheia, gostaria de saber em que porta de botequim os nobres deputados ouviram falar que o homossexual é um doente à espera de tratamento psicológico.


Drauzio Varella

Drauzio Varella é médico cancerologista. Por 20 anos dirigiu o serviço de Imunologia do Hospital do Câncer. Foi um dos pioneiros no tratamento da Aids no Brasil e do trabalho em presídios, ao qual se dedica ainda hoje. É autor do livro "Estação Carandiru" (Companhia das Letras). Escreve aos sábados, a cada duas semanas, na versão impressa de "Ilustrada".


Artigo extraído da Folha de São Paulo

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Aprovado o Projeto da Cura Gay

Por Nélio Azevedo

curagayO projeto protege o profissional de psicologia quando procurado por alguém com angústia sobre a sua sexualidade”, disse Marcos Feliciano.

Será que, ao se ver fragilizado, enganado, espoliado e embriagado de religião alguém precisará de um projeto de lei para garantir seu direito de ser atendido por um profissional de psicologia na sua busca por tratamento? O país se torna um pioneiro no tratamento de uma doença que só existe na cabeça dos homofóbicos. Desde 1993 que a OMS não reconhece o homossexualismo como doença.

O CFP – Conselho Federal de Psicologia rejeita esse tratamento e é o órgão bastante para determinar quais são as atribuições dos psicólogos, será que alguma comissão no Congresso poderia determinar quais são as atribuições dos pastores? E, se eles puderem determinar a suspensão do dízimo cobrado dos fiéis?

Se uma pessoa está mal resolvida com sua opção sexual ele já tem garantido pela Constituição o direito de procurar ajuda psicológica ou psiquiátrica, não teria necessidade de ser criada uma lei específica para a garantia desse direito. No meu entender, o CFP é quem deveria arbitrar sobre a conduta e a regulamentação da profissão do psicólogo, sob os auspícios do Conselho Nacional de Saúde que tem autoridade para tal, não um bando de fanáticos religiosos que colocam suas crenças acima da Ciência e do direito.

domingo, 23 de dezembro de 2012

O retorno à inocência

Sou um homossexual católico: Você pode me ajudar a sair dessa minha confusão?
A primeira coisa é que você deve dar o fora do seu catolicismo; essa é a verdadeira confusão.

Homossexualidade não é um problema tão grande, na verdade, não é absolutamente um problema. Faz parte da liberdade humana.

Não há nada de errado se duas pessoas escolhem um certo tipo de relacionamento sexual; isso não é da conta de ninguém.

Mas os padres e os políticos estão se metendo em tudo! Eles criam desnecessariamente culpa em você.

Se dois homens estão apaixonados, o que há de errado nisso? Que dano eles estão causando um ao outro? De fato, eles parecem mais felizes do que os heterossexuais; eis porque eles são chamados de “gay”.

Isso é estranho: nunca vejo lésbicas alegres; elas parecem tristes, elas parecem muito sérias; mas os homossexuais sempre parecem muito alegres, muito doces, realmente um mel.

Tenho imaginado qual é o problema, porque as lésbicas não estão tão felizes? Talvez elas não possam desfrutar do ato de chatear, que tem sido uma eterna alegria para a mulher. De fato, sem a chateação delas não acho que alguém se tornaria religioso.

Todos os seus santos são um subproduto da chateação. Todos os seus santos devem estar imensamente agradecidos as mulheres: elas os levaram a ser espirituais! Elas não deixaram nenhuma possibilidade para eles no mundo; eles tinham que fugir para os monastérios.

Eles dizem que estão indo em busca de Deus; na verdade, eles estão simplesmente fugindo da esposa. Eles foram covardes.

Lésbicas não parecem muito felizes. Alguma coisa está faltando e esse algo parece ser que elas não podem torturar uma à outra. Elas entendem uma a outra perfeitamente bem e devido a que elas se entendem muito bem não resta mais nenhum mistério.

O homem vive na cabeça, a mulher vive no coração. O coração pode alegrar-se somente quando há alguma coisa muito misteriosa, algo como um koan: O ganso na garrafa. Nem a garrafa pode ser quebrada nem o ganso pode ser morto, e ele precisa ser retirado da garrafa. O coração gosta do misterioso; a cabeça não está interessada no misterioso, ela está interessada na confusão, no enigmático.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Wanderson e Rodrigo oficializam casamento gay em Manhuaçu

Casamento Gay 2012Com presença da imprensa de várias cidades e muitos curiosos, Wanderson Carlos de Moura e Rodrigo Diniz Rebonato oficializaram a união no Cartório de Registro Civil de Manhuaçu, na manhã de quinta-feira, 22. O primeiro casamento gay do interior de Minas Gerais teve oito testemunhas e abre caminhos para que novos relacionamentos sejam formalizados no estado.

Wanderson Carlos de Moura fez 34 anos nesta quarta-feira e trabalha como bordadeiro numa empresa de Manhuaçu. Foi onde conheceu o auxiliar de serviços gerais, Rodrigo Diniz Belonato, 18 anos.

Moradores do Bairro Santa Terezinha, Wanderson e Rodrigo já viviam juntos há quase um ano e decidiram oficializar a união perante a Justiça, aproveitando a decisão do Supremo Tribunal de Federal (STF) que reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo.

Para Wanderson Carlos, a ideia do casamento teve resistência no início por causa do medo da reação da sociedade. “A vontade de casar era muito grande, mas ao mesmo tempo, a gente tinha medo, principalmente de não ser aceito, mas graças a Deus, tudo deu certo e estamos felizes. Combinamos muito bem com o outro”, disse.

Em Manhuaçu, por conta da novidade, precisaram entrar na Justiça para que o casamento acontecesse. Os dois acreditam que abriram novos horizontes para casais homossexuais: “Estamos muito felizes por ser o primeiro casamento do Estado. Acredito que isso vai abrir a porta para mais casais que tiverem coragem, porque eu tenho certeza que muitos têm este sonho”, acrescentou Wanderson.

Sobre o que a sociedade irá pensar, Wanderson deixa claro. “A sociedade ainda tem muito a evoluir, pois existem muitas pessoas com a mente fechada. O que falou mais forte pra isto acontecer foi o amor, pois não saberia como seria a reação da sociedade. Eu quero ser feliz, vou procurar amá-lo”, prometeu.

Já Rodrigo Diniz reafirmou as palavras do companheiro. “Quanto a gente ama, estamos dispostos, então não quero saber o que os outros pensam ou deixam de pensar. Tenho que pensar na minha felicidade e fazer ele feliz”, garantiu.

Rodrigo também admitiu o sonho de adotar uma criança e formar uma família ao lado de Wanderson. “Isso ainda vamos ver no futuro, mas temos esse desejo. Falei com ele e concordou. Por enquanto, eu quero é ser feliz”, declarou.

DECISÃO JUDICIAL

A Justiça de Manhuaçu autorizou os dois a se casar no cartório de registro civil da cidade. Foi a primeira decisão do tipo no estado e, lógico, teve muita repercussão.
Segundo o Juiz Walteir José da Silva, a decisão dele acompanha o posicionamento do Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecendo a união estável de pessoas do mesmo sexo como uma unidade familiar. “Era estabelecido antes que a entidade familiar era a união entre homem e mulher e filhos. Isso foi flexibilizado ao longo dos anos e reconheceu que pai e filho, mãe e filho, avó e netos juntos, são unidades familiares. Agora, por último, flexibilizou mais ainda, ao reconhecer duas pessoas do mesmo sexo como unidade familiar. Ele abriu então a possibilidade do casamento”, argumenta.

Dr. Walteir explica que a Constituição determina que o Estado incentivará a conversão da união estável em casamento. “Passou-se então à discussão, pois se o homem e a mulher podem se casar a qualquer momento, não se pode tratar de forma diferente as pessoas do mesmo sexo. Agora, eu decidi, dentro do que a lei prevê, autorizar a possibilidade do casamento direto entre duas pessoas do mesmo sexo”.

O Ministério Público se posicionou contrário, mas também admitiu que não deve recorrer. “Quando veio para eu analisar, decidi dentro do que a lei determina. O STF entendeu que é possível e assim autorizamos o primeiro casamento gay em Manhuaçu e, pelo que sei, a primeira decisão no estado de Minas Gerais”.

Ele salientou que não se trata de uma questão de religião ou de Igreja. É uma autorização para o casamento no registro civil.

Segundo o juiz, a mudança é pequena em relação a união estável. “Basicamente, o casamento amplia alguns direitos. Na ótica da Justiça, em resumo, será um casamento como outro qualquer”, afirma.

A decisão abre caminhos também para agilizar e facilitar o processo. Os cartórios da Comarca de Manhuaçu, a partir disso, já poderão adotar os procedimentos, sem a necessidade de consulta para autorização do Judiciário.

Portal Caparaó

Primeira união estável entre casais do mesmo sexo no Estado acontece nesta quinta, em Manhuaçu

Em maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu reconhecer a união homo afetiva estável como unidade familiar. Quase um ano depois, a Justiça de Manhuaçu autorizou um casal do mesmo sexo a se casar no Cartório de Registro Civil da cidade. É a primeira decisão do tipo no Estado e vai ser oficializada com o casamento de Wanderson e Rodrigo, nesta quinta-feira, 22, às 10 h.

Segundo o Juiz Walteir José da Silva, a decisão dele acompanha o posicionamento do Supremo Tribunal Federal reconhecendo a união estável de pessoas do mesmo sexo como uma unidade familiar. “Era estabelecido antes que a entidade familiar era a união entre homem e mulher e filhos. Isso foi flexibilizado ao longo dos anos e reconheceu que pai e filho, mãe e filho, avó e netos juntos, são unidades familiares. Agora, por último, flexibilizou mais ainda, ao reconhecer duas pessoas do mesmo sexo como unidade familiar. Ele abriu então a possibilidade do casamento”, argumenta.

Dr. Walteir explica que a Constituição determina que o Estado incentivará a conversão da união estável em casamento. “Passou-se então à discussão, pois se o homem e a mulher podem se casar a qualquer momento, não se pode tratar de forma diferente as pessoas do mesmo sexo. Agora, eu decidi, dentro do que a lei prevê, autorizar a possibilidade do casamento direto entre duas pessoas do mesmo sexo”.

O Ministério Público se posicionou contrário, mas também admitiu que não deve recorrer. “Quando veio para eu analisar, decidi dentro do que a lei determina. O STF entendeu que é possível e assim autorizamos o primeiro casamento gay em Manhuaçu e, pelo que sei, a primeira decisão no Estado de Minas Gerais”.

Ele salientou que não se trata de uma questão de religião ou de Igreja. É uma autorização para o casamento no Registro Civil.

Segundo o Juiz, a mudança é pequena em relação à união estável. “Basicamente, o casamento amplia alguns direitos. Na ótica da Justiça, em resumo, será um casamento como outro qualquer”, afirma.

A decisão abre caminhos também para agilizar e facilitar o processo. Os cartórios da Comarca de Manhuaçu, a partir disso, já poderão adotar os procedimentos, sem a necessidade de consulta para autorização do Judiciário.

ADOÇÃO

Dr. Walteir José da Silva ainda comentou a questão da adoção por casais do mesmo sexo. “Já existem decisões nesse sentido em várias cidades no Brasil. A tendência é que isso aconteça, já que o STF decidiu que é uma unidade familiar do mesmo jeito que a adoção por casais heterossexuais. Independentemente da questão de gênero, tem que se buscar é o bem estar da criança adotada”, afirmou.

Portal Caparaó