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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Em operação conjunta, Polícias Militar e Civil de Nova Era prendem estelionatários

Aerograma1Nova Era (MG) - Na tarde dessa quarta-feira, 18, a Policia Militar e Policia Civil de Nova Era fizeram operação conjunta, com o objetivo de prender autores que aplicavam golpes contra estudantes na região. Os autores distribuíam, nas casas, um aerograma dizendo ao morador que duas pessoas da família seriam selecionadas para cursos gratuitos, patrocinados por empresas da região, mas não citavam os critérios de seleção e nem quais eram as empresas patrocinadoras. No momento da matricula, os golpistas recolhiam R$360,00 dos candidatos e um quilo de alimento não perecível.

Varias universidades do Brasil eram citadas como parceiras mas, segundo a Policia, nenhuma delas reconhecia o grupo que se auto denominava “Movimento nacional pelo emprego”. O grupo oferecia vinte e um cursos, entre eles astronomia, direito e robótica, tudo em ambiente virtual.

Os policiais surpreenderam o grupo na hora em que faziam as matriculas. Os autores já haviam recebido de quatro jovens, o valor total de R$1.420,00.

Segundo os Policiais, vários panfletos haviam sido entregues também na cidade de Itabira, provavelmente distribuídos pelo mesmo grupo.

Golpes com o mesmo nome já foram aplicados em outras cidades nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Pará, por um grupo que se autodenominava “Movimento nacional pelo emprego”.

Três autores foram presos: Mateus Henrique de Oliveira Gomes, 25 anos; Marcone Messias Oliveira Gomes, 22 anos e Samir Campos de Oliveira, 25 anos. Todos com endereço de João Monlevade. Eles foram encaminhados para a Delegacia de João Monlevade onde foi lavrado o flagrante.

Participaram da Operação a Delegada de Nova Era, Drª Ana Carolina, Sargento Duarte e Soldado Andrade.

Com informações da PM de Nova Era

sábado, 1 de dezembro de 2012

Falsos fiscais da Receita Federal aplicam golpes na região

O golpe aplicado por homens fingindo serem fiscais da Receita Federal fez três vítimas em cidades da região, entre quarta e quinta-feira, dia 29. Em Manhuaçu, levaram 7.580 reais; na cidade de Carangola, seis mil reais; e no município de Fervedouro, o comerciante conseguiu cancelar os cheques.

A Polícia Militar está divulgando um alerta para comerciantes em toda a região. O golpe é armado para conseguir folhas de cheque e a assinatura do empresário. Os dois homens se apresentam como fiscais da Receita Federal.

MANHUAÇU

Na cidade de Manhuaçu, o golpe foi aplicado na quarta-feira, por volta de 10:30. Um homem moreno, cabelo escuro ondulado e com alguns fios grisalhos, vestindo um terno cinza escuro, gravata cinza com listras vermelhas, estatura média de 1,70m, compleição física mediana, com sotaque carioca, chegou a uma loja, na rua Antônio Welerson, no Centro, dizendo que era fiscal da Receita Federal. Ele apresentou uma carteira com o brasão da república estampado.

Em seguida, alegou estar realizando um recadastramento de diversos comércios na cidade para a Receita Federal e necessitava checar alguns documentos do estabelecimento. Durante conversa com a comerciante, ele teve acesso a vários documentos fiscais da loja, contudo argumentou que precisava de dados bancários, que constavam no talão de cheques, para a emissão de um suposto cartão magnético da Receita Federal.

A comerciante entregou dois talões do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal com várias folhas. No momento em que manuseava os talões de cheques da loja, ele solicitou que fosse apresentado o subtotal da máquina de Nota Fiscal, fazendo com que a comerciante saísse de perto dele por alguns minutos.

Após preencher uma folha de cadastro, pediu a assinatura da comerciante e devolveu os talões. Em seguida, foi embora.

Duas horas depois, ao conferirem o saldo no Banco do Brasil, o pessoal da loja descobriu que foram descontados três cheques, totalizando 7.580 reais. Foi somente aí que conferiram o talão e notaram que estavam faltando três folhas em cada. As folhas da Caixa foram sustadas.

FERVEDOURO

Em Fervedouro, na quinta, 29, houve poucas diferenças no modo como o golpe foi aplicado. O mesmo homem chegou e arrumou uma desculpa para ficar alguns minutos sozinho com os talões de cheques da empresa. Depois, coletou a assinatura numa folha de cadastro.

O dono da agropecuária vítima do golpe contou que o falso fiscal apresentou apenas a carteira com o brasão da República e não uma identidade funcional. Como ele não possui CNPJ, o golpista falou que iria fazer uma notificação e precisava do talão de cheques para anotar os dados bancários para a quitação da multa.

O comerciante deixou dois talões, do Bradesco e do Sicoob, e foi até o balcão atender um cliente. O golpista pediu a assinatura dele na falsa notificação, devolveu os talões e foi embora.
Desconfiado, o comerciante verificou o talão e descobriu que faltavam cinco folhas. Ele foi até os bancos e conseguiu sustar os cheques.

CARANGOLA

Já em Carangola, o golpe foi aplicado por dois homens numa loja de tintas, na tarde de quinta-feira, 29. Os homens, segundo informações, estariam em um veículo cor prata, placa de Belo Horizonte/MG, provavelmente um Voyage.

Os autores, passando-se por fiscais da Receita, solicitaram documentos da empresa e pediram para a vítima assinar algumas folhas, solicitando ainda a número da conta bancária do estabelecimento comercial, o que foi feito, sendo deixado com os eles um talão de cheques para conferir o número.

Enquanto a vítima saiu da presença deles, foram retiradas folhas do talão de cheque, e copiada a assinatura a partir da que foi feita pela nas falsas notificações deles.

Eles levaram três folhas de cheque e conseguiram descontar seis mil reais na agência da Caixa. O gerente afirmou que a falsificação da assinatura é perfeita.

Com informações do Portal Caparaó

terça-feira, 24 de abril de 2012

Estelionatário é preso depois de aplicar golpes em lojas

O suspeito usava identidades falsas para abrir contas em bancos, fazer empréstimos, adquirir talões de cheques e solicitar cartões de credito

estelionatoUm estelionatário foi preso, no sábado, em Raul Soares, na Zona da Mata de Minas Gerais. O suspeito usava identidades falsas para abrir contas em bancos, fazer empréstimos, adquirir talões de cheques e solicitar cartões de credito. Marcelo Fagundes Alves, 39, comprava em várias lojas e pagava as despesas com o material adquirido com os documentos falsificados.

Segundo a Polícia Militar (PM), o homem, que é de Belo Horizonte, foi preso em flagrante por causa de denúncias da população. Marcelo abordou vários comerciantes e moradores da cidade fazendo perguntas impertinentes. As pessoas ficaram desconfiadas e acionaram a PM.

Quando os militares abordaram o suspeito, ele apresentou uma carteira de habilitação falsa. No carro dele, a polícia encontrou uma bucha de maconha e vários documentos falsificados. Militares também acharam folhas de cheque em branco com o nome de dezenas de pessoas, cartões de crédito e cinco espelhos de cédulas de identidade em branco.

De acordo com a PM, o mais inusitado foi encontrar um pedaço de massa da branca com supercílio artificial. Segundo a polícia, objeto que era usado como disfarce para alterar aparência física no momento de fazer as fotos para os documentos.

Conforme a PM, o homem já foi preso por aplicar golpes como esse em outras cidades mineiras. Ele foi autuado em flagrante por falsidade ideológica, uso de documentos falsos, estelionato e porte de drogas.

Fonte: em.com.br

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Acusado de estelionato some em Abre Campo

Cheques furtados

Um homem, identificado como Maurício, é procurado pela Polícia Militar de Abre Campo pela acusação de estelionato.

Eduardo Brandão contou que, no dia de janeiro, Maurício foi até sua propriedade rural e negociou a compra treze cabeças de gado. O homem pagou com um cheque pré-datado no valor de R$ 13.433,00 em nome do Sindicato dos Oficiais Alfaiates, Costureiras e Trabalhadores nas Indústrias de Confecções. Nesta segunda-feira, o cheque foi devolvido por estar sustado.

Preocupado com a situação, o vendedor tentou contato telefônico com Maurício e não conseguiu.  Já o sindicato responsável pelo cheque informou que o talão de cheque juntamente com dinheiro e alguns objetos haviam sido furtados na sede da entidade em Belo Horizonte, no início do ano.

Segundo a PM, Maurício era proprietário de uma granja de suínos no córrego do Sapecado, no município de Santo Antônio do Grama. Vizinhos contaram que ele deixou a casa e todos os móveis e animais foram levados por caminhões com placa da cidade de Fervedouro. Outras pessoas relataram que há mais débitos de Maurício na cidade e região. Antônio Carlos Santos Braga relatou que também recebeu um cheque no valor de R$ 11.218,00 e que o passou para outra pessoa através de negociação.

Maurício residiu muito tempo na região e criou uma credibilidade muito grande entre os comerciantes de gado e lojas agro-veterinárias. Apesar do rastreamento, a PM não conseguiu encontra-lo.

Fonte: Portal Caparaó

domingo, 24 de julho de 2011

Compra no Mercado Livre vai parar na Delegacia de Polícia

A compra de sete eletrônicos, que podem ser notebooks, levou a Polícia Militar a prender uma pessoa na agência dos Correios no distrito de Realeza, em Manhuaçu, na tarde de quinta, 21.

Chamada por funcionários, uma equipe da PM foi informada que o cliente, uma pessoa de 27 anos, morador de Manhuaçu, havia ido a agência para retirar sete caixas com eletrônicos. Apesar das embalagens não terem sido abertas, constam como sendo notebooks.

Segundo a informação, tudo foi adquirida de forma fraudulenta, através do site de compra Mercado Livre. O cliente foi abordado pela equipe policial e confessou que comprou os produtos pela internet de forma conjunta com um amigo, que conheceu através do MSN.

Nas notas de compra, constavam diversos nomes de pessoas, supostamente compradoras, todas residentes na rua Esmeralda, nº 50, distrito de Realeza. Os dados são falsos e foram utilizados para aplicar o golpe. A história chamou atenção justamente por causa desses nomes desconhecidos na comunidade de Realeza, enquanto apenas uma pessoa queria buscar as mercadorias endereçadas a outros.

As caixas lacradas foram entregues na delegacia de polícia. O “cliente” foi preso, conduzido à delegacia e autuado em flagrante.

Fonte: Portal Caparaó

sábado, 23 de julho de 2011

Polícia Civil de Raul Soares prende estelionatário que aplicava golpes na região

22072011501Nesta sexta-feira (22), o investigador da Polícia Civil de Raul Soares, Alexandre Amaral da Silva, recebeu uma ligação telefônica do empresário Silvinho da Deleite, informando que uma pessoa de nome Mayron havia ligado para ele e pedido para que levasse uma certa quantidade de queijo muçarela até à cidade de Rio Casca e que, quando ele chegasse ao local, efetuaria o pagamento da mercadoria com um cheque.

Silvinho contou ao Policial que desconfiava do mesmo, pois, dias antes, ele esteve em seu laticínio tentando passar um cheque para efetuar uma compra. Como ele agora tinha conhecimento de que Mayron já havia passado outros cheques na cidade e que, um deles, havia sido apreendido na Depol com suspeita de ser falso, sua desconfiança aumentou.

O empresário, então, marcou um encontro com Mayron em um posto de gasolina na estrada de Rio Casca. Enviou o motorista José Geraldo com a mercadoria e solicitou à Polícia Civil que o acompanhasse, pois estava preocupado achando que poderia ocorrer um crime. 

Ao entender que o caso se configurava como crime de estelionato e formação de quadrilha, o investigador Alexandre e o agente Erlon acompanharam o motorista nessa diligência. Durante o trajeto, Mayron ligou por diversas vezes ao motorista da Deleite, marcando a cada ligação um local diferente para o encontro, até que no último contato, ficou combinado que se encontrariam no pátio da Cotochés.

Ao chegar ao local, o suposto Mayron foi logo esvaziando o porta-malas de seu automóvel, placa GSW-4793, e pedindo que o motorista colocasse a mercadoria ali. Nesse momento, o investigador Alexandre ao perguntar o seu nome ele disse que se chamava Luiz de Oliveira Filho e que era sócio de Mayron e que os dois haviam comprado a muçarela, pois estavam montando uma pizzaria. Ao ser indagado sobre onde estaria Mayron, ele, apesar de garantir que ele viria, o mesmo não compareceu. Como havia mais de uma hora que esperavam sem que Mayron aparecesse, ele acabou confessando ao policial a prática do crime de estelionato e falsificação documental, bem como a participação de terceiros nos crimes por ele praticados.

Diante da confissão do mesmo, foi dada voz de prisão e apreendidos diversos objetos de procedência duvidosa, dentre eles um veículo Chevrolet/Classic, um CRV preenchido em nome de Luiz de Oliveira Filho do veículo placa GOL-8020, uma identidade em nome de Mayron César Vieira Pinho, mas com foto de Luiz de Oliveira Filho; duas Carteiras de Habilitação com nomes diferentes; cinco celulares; três cartões de crédito; talões de cheques de vários bancos; R$ 1.044 reais em moeda corrente, além de vários recibos, conta de telefone, extratos de conta corrente, um contrato de arrendamento, além de outros.

Destaque para o empenho do Policial Civil Alexandre que, mesmo sem a presença do Delegado de Polícia local, conduziu com competência as investigações, livrando a sociedade de mais um elemento nocivo, que já havia aplicado golpes em várias cidades da região.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Polícia Civil prende estelionatário que agia em Raul Soares

Informativo da Polícia Civil de Raul Soares

Após meses de investigação, os Policiais Civis Alexandre Amaral da Silva e Rodrigo Otávio Andrade realizaram a prisão A.M.F. que, conforme inquérito, o mesmo junto com outros indiciados realizaram ação criminosa que lesou a empresa de laticínios Deleite, de Raul Soares.

De acordo com a polícia, os estelionatários formaram uma quadrilha para realizarem compras sem a intenção de pagar, ora utilizando cheques sem fundos, ora cheque de terceiros possivelmente envolvidos no esquema criminoso.

A empresa vitima da ação criminosa só não foi à falência graças à rápida ação da Policia Civil de Raul Soares nas investigações, chegando à prisão do criminoso e colocando o mesmo à disposição da Justiça.

Os investigadores adiantaram que haverá mais prisões no caso, pois as investigações continuam.