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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Utilidade Pública: Cemig amplia sua rede de atendimento

cemigA Cemig investiu em novas formas de relacionamento e criou o Cemig Atende e ampliou o uso do Cemig Torpedo.

O Cemig Atende é para aqueles que estão ligados nas Redes Sociais, com atendimento 24 horas pelo Facebook e Twitter. Você pode solicitar serviços como consultar débitos, pedir religação, informar sobre falta de energia, fio partido e muito mais. Acesse facebook.com/cemig.atende ou siga pelo Twitter @cemig_atende.

O Cemig Torpedo mudou e ficou ainda mais fácil solicitar serviços por mensagem de celular  ou  SMS. Basta usar o CPF do titular da conta. Se faltar energia, digite “luz”, o CPF do titular da conta e envie para 29810. Para saber o último débito, digite “conta”, o CPF do titular da conta  e  envie  para  29810. E se quiser informar a leitura do medidor, digite “leitura”, o CPF do titular da conta, a leitura do medidor e envie para 29810.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

O poder das redes sociais

Nélio-Azevedo

 

 

Por Nélio Azevedo

 

redes sociais

Quando se iniciaram os movimentos de protesto na Tunísia, Líbia e Egito, a força e o poder das redes sociais na conclamação de participantes ficou determinado que elas tivessem um papel decisivo em outros países onde a possibilidade de reunião e protesto por parte dos cidadãos era quase impossível de acontecer. Depois vieram a Síria, a Turquia, a Arábia Saudita, finalmente essa onda alcançou países não tanto fechados como os EUA, a Grécia, Espanha e o Brasil.

Outras consequências ainda estão por vir, algumas delas inimagináveis no momento atual, países como Irã, China e Rússia que esperem, a vez deles irá chegar, com certeza. Mesmo em países como os EUA, Inglaterra e França, onde existe um pouco mais de liberdade e a população atendida em suas necessidades tiveram seus momentos de perturbação da ordem pública, pois em todo o mundo cresce o número de jovens “sem-sem”, sem educação e sem trabalho; é a geração Y, nascidos a pouco mais de uma década e meia que não querem estudar e ainda não podem ou não conseguem trabalhar tanto pelos estatutos locais como pela falta de perspectivas criadas pela crise econômica que assola tanto o mundo rico quanto o pobre.

No Brasil, essa parcela da população pulou de 8% para 12% em uma década, quando se olha de perto as manifestações em cidades brasileiras, o que se vê é justamente essa turma que não tem ideologia, não tem noção de classe e se vê meio que perdida nesse mundo criado pelo consumo sem ter os meios que lhe garantam uma igualdade de acesso a ele.

Vimos há alguns anos esses jovens em manifestações violentas na França onde virou moda por fogo em carros e no Reino Unido onde o alvo eram as lojas em que os fetiches tecnológicos eram vendidos. Gente com um nível de educação e de vida muito superior ao que se vê por aqui, agindo como vândalos destruindo tudo que encontrava pela frente. Não serviu de alerta para países como a Grécia e a Espanha, onde mais de 25% desses jovens estão sem ter o que fazer. Uma bomba relógio que se arma e se expande.

No momento em que escrevo vejo nas redes sociais, principalmente o Facebook uma nova conclamação prontamente aceita por milhares de participantes para novas manifestações que atormentam os moradores das grandes cidades e, que é legítima diante de tanta omissão por parte dos governantes que fingiam até agora estarem trabalhando para atender às necessidades desses que agora engrossam as fileiras dos que protestam e que em breve irão votar em mais um show da democracia eleitoral.

Um aviso para os políticos oportunistas de plantão: O Gigante acordou e irá votar!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Dicas de segurança em redes sociais

Agência FAPESP – O Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), lança um conjunto composto por fascículo e slides com dicas de segurança em redes sociais.

Assim como a cartilha completa, o fascículo é ilustrado e está disponível também em formato PDF. Para facilitar a discussão do assunto o material é acompanhado por slides, licenciados sob Creative Commons, e pode ser usado livremente para divulgar sugestões e boas práticas.

O objetivo é mobilizar escolas, educadores e pessoas interessadas para que divulguem o material entre crianças e adolescentes. De acordo com o CERT.br, esse público é parte da audiência dos sites de redes sociais e é importante que seja orientado para fazer o melhor uso das ferramentas, sem colocar em risco a privacidade e a segurança.

“O acesso às redes sociais faz parte do cotidiano de grande parte da população e, para usufruir plenamente delas, é muito importante que os usuários estejam cientes dos riscos que elas podem representar e possam, assim, tomar medidas preventivas para evitá-los”, disse Miriam von Zuben, analista de Segurança do CERT.br.

A cartilha e fascículo podem ser lidos em dispositivos móveis como tablets e smartphones.

Mais informações: http://cartilha.cert.br/fasciculos e http://cartilha.cert.br

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Papel das redes sociais na superação da pobreza é tema de livro de pesquisador brasileiro lançado no Reino Unido

Por Karina Toledo

redes_sociais_fapespAgência FAPESP – O papel das redes sociais na superação da pobreza e da segregação é o tema do livro Opportunities and Deprivation in the Urban South, lançado recentemente no Reino Unido pela editora Ashgate.

A obra é baseada na tese de livre-docência de Eduardo Cesar Leão Marques, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisador do Centro de Estudos da Metrópole (CEM) – um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP e também um Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT). Para a realização do livro a coleta de dados foi ampliada e complementada por pesquisa qualitativa sobre o uso das redes no cotidiano dos indivíduos.

A pesquisa partiu do pressuposto – amplamente aceito na literatura científica nacional e internacional – de que segregação espacial tende a produzir segregação social. Segundo Marques, isso quer dizer que, embora duas pessoas possam ter a mesma renda, uma delas pode ter piores condições de vida e perspectivas de futuro se estiver isolada espacialmente, com menos acesso a serviços públicos, à informação e a contatos com outros grupos sociais diferentes do seu.

O objetivo do estudo foi investigar de que forma as redes de relacionamento de indivíduos em situação de pobreza poderiam influenciar essa equação. “Nossa hipótese era que haveria diferentes graus de isolamento de acordo com os tipos de redes sociais que as pessoas possuem”, disse Marques.

Para testar a teoria, pesquisadores do CEM analisaram as redes sociais de 210 pessoas em sete diferentes regiões pobres de São Paulo. “Selecionamos moradores de favelas segregadas, favelas situadas perto de bairros ricos e em distritos industriais, conjuntos habitacionais e cortiços. Também foram investigadas as redes de 30 pessoas de classe média, apenas para ter um padrão de comparação”, disse Marques.

As informações levantadas foram então relacionadas com uma série de indicadores sociais. Isso permitiu identificar, por exemplo, a influência que as redes de relacionamento tinham sobre a renda dos entrevistados e sobre a probabilidade de estarem empregados e conquistarem empregos com algum grau de proteção e estabilidade.

“Percebemos que as pessoas com grande parte de sua rede social em ambientes organizacionais – como empresas, associações comunitárias, igrejas e organizações políticas – tinham melhores condições de vida quando comparadas a indivíduos com redes muito locais, centradas na vizinhança, nos amigos e na família”, disse Marques.

Segundo os resultados do estudo, o contato com pessoas diferentes facilita a superação da pobreza porque promove a circulação da informação, de recursos econômicos e de repertórios culturais.

“O tamanho da rede social não fez tanta diferença. Ela pode ter um tamanho médio, mas não pode ser muito local e homogênea. Se uma pessoa pobre tem contato apenas com gente igualmente pobre e desempregada, as chances de conseguir sair daquela situação são pequenas”, disse Marques.

São Paulo e Salvador

Após a identificação das redes de pior e melhor qualidade, os pesquisadores do CEM selecionaram 40 entrevistados anteriormente para participar de uma pesquisa qualitativa sobre os usos das redes. “Queríamos entender como as pessoas mobilizavam esses contatos, como essas redes se configuram e mudam ao longo do tempo”, disse Marques.

Os resultados da investigação já haviam sido publicados em um livro, lançado no Brasil em 2010 pela editora da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Segundo Marques, no entanto, a obra recém-lançada no Reino Unido não se resume a uma simples versão da pesquisa para o inglês.

“O objetivo principal do livro em português era introduzir no debate nacional a ideia de que a pobreza é produzida também por padrões de inter-relação, não apenas por características individuais e pelos padrões de decisão dos indivíduos. Na Europa e nos Estados Unidos já existe vasta literatura sobre esse tema. O livro em inglês, portanto, dialoga com uma série de outras hipóteses presentes no debate internacional ligadas aos diferentes efeitos de redes sociais diversas, assim como à associação entre redes sociais e segregação”, explicou.

No dia 20 de agosto será lançado Redes sociais no Brasil: Sociabilidade, organizações civis e políticas públicas. Com organização de Marques, o livro compara os dados da pesquisa feita em São Paulo com resultados de outro braço do estudo realizado em Salvador, na Bahia, onde foram entrevistadas 153 pessoas.

“Salvador é uma cidade com estrutura social muito diferente de São Paulo. A pobreza é diferente, o mercado de trabalho é diferente e a sociabilidade é diferente. Mas as redes sociais são parecidas e o efeito delas sobre a pobreza também é semelhante”, disse Marques.

O lançamento ocorrerá a partir de 18h30 na Livraria da Vila, unidade Jardins, Av. Lorena 1731, em São Paulo.

  • Opportunities and Deprivation in the Urban South
    Autor: Eduardo Cesar Leão Marques
    Lançamento: maio de 2012
    Preço: US$ 99.95
    Páginas: 198
    Onde comprar: www.ashgate.com/isbn/9781409442707

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Mentira prejudica pastelarias de Manhuaçu

Boatos disseminados na internet alegam que os pastéis eram preparados com carne de cachorro

Comentários maldosos disseminados na internet estão prejudicando o trabalho de empresários das duas pastelarias chinesas existentes em Manhuaçu. A história mentirosa de que pasteis eram preparados com carne de cachorro se disseminou em redes sociais e virou boato de rua. A Vigilância Sanitária já explicou: a única pastelaria que fechou foi por que a empresa não renovou o contrato de aluguel.

O Portal Caparaó, ao longo dos últimos dias, recebeu e-mails e recados questionando a tal história de que havia salgados preparados com carne de cachorro em Manhuaçu. Num primeiro momento, a reportagem preferiu não entrar na polêmica. Mas não tem jeito. Até hoje, as duas pastelarias estão sendo prejudicadas por conta dessa mentira.

Por conta disso, o repórter Eduardo Satil foi a campo apurar: Afinal, o consumidor de Manhuaçu e da região pode comer salgados e pasteis tranquilamente? A resposta é sim. Quem quiser lanchar em Manhuaçu pode procurar as pastelarias chinesas, brasileiras, manhuaçuenses, e também lanchonetes, bares, pizzarias, restaurantes e padarias.

domingo, 8 de abril de 2012

Guerra de travesseiros reúne centenas de pessoas na Praça da Liberdade

A Praça da Liberdade, na região da Savassi, em Belo Horizonte, foi palco de um dos flash mobs mais famosos do mundo: o Pillow Fight. A tão aguardada guerra de travesseiros ocorreu na tarde deste sábado (7) e reuniu centenas de pessoas.

No evento, agendado por rede social, cada participante deveria estar na praça às 16h, com seus travesseiros e/ou almofadas. Entre as regras, não valia lutar com quem não tivesse o objeto pedido e nem usar outros que não fossem fofinhos e macios. Também tinha que ajudar a limpar a sujeira após o evento e responder a qualquer pergunta da imprensa:  “Fui comprar almofadas. Passei aqui na Liberdade e de repente me jogaram no meio disto".

Segundo a Polícia Militar, nenhuma ocorrência foi registrada em relação ao Pillow Fight em BH, que foi bem pacífico. Além da capital mineira, a guerra de travesseiros, no estilo flash mobs, ocorreu em várias capitais mundiais.

Confira vídeo do evento divulgado no YouTube:

Fonte: O Tempo

domingo, 6 de março de 2011

Campanha contra excessos na internet

Reproduzo, pela sua importância, matéria extraída do Blog Cidadania.com, abaixo:

Por Eduardo Guimarães

Há algum tempo, cometi uma opinião equivocada sobre a internet que provocou revolta entre os grupos que combatem a tentativa do senador tucano Eduardo Azeredo de impor uma censura “branca” à rede, claramente em benefício dos poderosos que querem intimidar seus críticos ao usarem um instrumento que, depois, percebi que não pode sofrer tais controles porque constitui o último bastião de liberdade das sociedades.

Não conseguira me convencer dos argumentos de que não deve haver controle sobre a rede principalmente no sentido de acabar com o anonimato. Mesmo com amigos como o sociólogo Sergio Amadeu tentando me convencer, fazendo até reuniões comigo para me fazerem mudar de opinião, os fatos que passo a relatar me impediam de aquiescer àquelas demandas.

Na noite de 31 de outubro de 2010, logo após a divulgação oficial do TSE da vitória da presidenta Dilma Rousseff, hordas de jovens de classe média alta passaram a postar mensagens no Twitter pedindo até o assassinato de nordestinos por considerá-los responsáveis pela vitória da candidata do PT à Presidência da República.

Algumas semanas depois, começou a ganhar corpo, também no Twitter, um perfil criminoso que aparecia com a foto de uma garota branca que postava mensagens pregando racismo, homofobia, xenofobia e – pasmem – até estupro, divulgando um perfil chamado “Legalize o estupro já”. Tinha 18 mil seguidores (!) e vinha ganhando adeptos, contaminando, sobretudo, mentes jovens. Era, na verdade, um notório neonazista bem conhecido das autoridades. Pressionei, aqui, e o perfil foi apagado.

No dia da posse de Dilma, em 1º de janeiro deste ano, outra horda de jovens de classe média, durante a cerimônia em Brasília, passou a pregar, novamente no Twitter e às dezenas, mensagens pedindo o assassinato da presidenta por um franco-atirador, o que passei a denunciar neste blog e acabou fazendo com que até o procurador-geral da República se envolvesse no caso.

Apesar de estar contaminado por esses fatos e, assim, de ter ficado irredutível por ação deles, não tardou para que descobrisse que estava errado em pregar controle da internet. O que me fez mudar de ideia foi a revolução egípcia, na qual o anonimato na rede permitiu que as pessoas tivessem coragem de usá-la para se organizarem e promoverem a queda da ditadura de Hosni Mubarak.

Agora, lendo no blog de Luiz Carlos Azenha uma matéria puxada do excelente blog gaúcho RS Urgente sobre novo abuso na internet, sobre dementes que estão fazendo ameaças aos ciclistas que foram atropelados por um outro demente igual aos que agora ameaçam, fiquei me perguntando o que fazer.

Apesar dos exemplos anteriores de irracionalidade no uso da internet, percebe-se que, sobretudo entre os jovens de classe média e alta – mas não só, haja vista as torcidas de futebol que combinam guerras campais pela internet –, vige uma visão deturpada sobre a rede. As pessoas – incluindo os país desses jovens irracionais – parecem não entender que não podem fazer no meio digital o que não é aceito no mundo físico.

Por que, então, não é feita uma campanha governamental em todos os meios de comunicação – eletrônicos e impressos – orientando os pais desses jovens e até os adultos a não despejarem qualquer barbaridade na internet?

Alguns argumentam que essas ideias doentias são ditas em rodinhas de amigos entre jovens e adultos desde sempre. É verdade, mas o que se diz em uma rodinha de amigos não ganha dimensão e não é difundido como na internet, que cada vez mais vai mostrando um poder de difusão que jamais existiu e que está ao alcance de qualquer um, para o bem e para o mal.

Apesar da tragédia que é ver o lado obscuro das pessoas aflorar como nunca ocorreu, o que mostra que os sentimentos mais baixos, as posturas mais covardes, as tendências mais criminosas são muito mais intensas entre pessoas supostamente “de bem” do que se pensava,  a internet está permitindo à sociedade se dar conta de como os jovens estão sendo induzidos mais rapidamente à degenerescência moral.

A sociedade brasileira está doente. Uma doença que tem origem, principalmente, na política. Gente como um Reinaldo Azevedo, por exemplo, o blogueiro da Veja que estimula ódio e preconceitos de forma dissimulada, acaba tendo suas ideias “compreendidas” sobretudo pelas mentes mais jovens, que acabam aplicando suas insinuações de intolerância de forma mais intensa do que aquela de que tomaram conhecimento.

Cabe, portanto, às autoridades agirem para que um instrumento magnífico como a internet não seja usado também para o mal, para difundir essas mentalidades doentias. Urge uma campanha publicitária que pregue liberdade total na rede, mas que explique que se trata de um poderoso meio de comunicação no qual não se pode dizer qualquer bobagem porque o que se diz ali se espalha como fogo e vitima, sobretudo, crianças e adolescentes.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Para 45% dos internautas brasileiros, redes sociais substituem portais de notícias

Izabela Vasconcelos

Uma pesquisa realizada pelo Ibope Mídia revela que 45% dos internautas brasileiros consideram que as redes sociais substituem as informações dos portais de notícias. Para 60%, as redes sociais oferecem toda a informação necessária para se manter atualizado. O estudo “Many-to-many- o fenômeno das redes sociais no Brasil” foi feito em setembro e divulgado na última semana. O Ibope ouviu mais de oito mil pessoas, em onze regiões metropolitanas do Brasil.

Otimização de tempo

Para Juliana Sawaia, gerente de Inteligência de Mercado do Ibope Mídia, o resultado não vai contra os portais, já que muitas das informações transmitidas pelas redes partem dos próprios sites noticiosos. “A maioria das matérias postadas nas redes são provenientes de algum outro site, portais, blogs, fóruns etc., e muitos veículos de comunicação já possuem páginas e perfis nas Redes. Com essa opção os usuários seguem os assuntos que efetivamente lhes interessam, otimizando o seu tempo em vez de irem diretamente a sites específicos”, avalia.

Informação e relacionamento

Para a gerente do Ibope, o relacionamento nas redes é importante nesse contexto, porque os internautas tendem a buscar com mais frequência as informações de seus contatos. “Um outro fator a ser analisado é que esse fenômeno das Redes fortalece o laço das pessoas que participam dela. Portanto, a tendência é que cada um confie mais nas informações dos seus “contatos” e que busque por elas mais frequentemente do que em um portal de notícia por exemplo”.

Portais x grau de instrução

Apesar de 45% dos internautas considerarem que as redes substituem os portais de notícias, essa aceitação cai gradativamente conforme o grau de instrução do entrevistado, e chega a 22% das pessoas que possuem nível superior. “É interessante ver que quanto maior o grau de instrução, menor é essa dependência das redes”, explica a especialista.

O estudo também mostra que o Orkut é acessado por 91% dos internautas brasileiros, o Facebook por 14%, Twitter 13%, MySpace 2% e Sonico 1%. Desses entrevistados, 74% preferem seguir amigos e familiares, 60% celebridades e artistas, 35% jornalistas e sites de notícias, 26% empresas e profissionais relacionados ao trabalho e 18% empresas/produtos que consomem.

Fonte: Portal Comunique-se