Mostrando postagens com marcador rede estadual de ensino. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rede estadual de ensino. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de março de 2012

Folha de São Paulo e Agência Brasil mostram que Minas paga um dos melhores salários do país para professores

Agência de notícias do Governo Federal revela que salário inicial pago a profissionais do magistério no Estado é o segundo maior entre as 27 unidades da Federação

Mesmo após o MEC reajustar em 22% o valor do piso salarial nacional da educação básica – que passou de R$ 1.187,00 para R$ 1.451,00, para uma jornada de 40 horas semanais – Minas Gerais é o Estado que paga o segundo melhor salário para professores no país.

É o que revela levantamento divulgado nessa quinta-feira (8) pela Agência Brasil, a agência de notícias do Governo Federal. A pesquisa ganhou destaque nos principais órgãos de imprensa do país.

De acordo como o levantamento, que foi feito a partir de informações repassadas pelas secretarias estaduais de Educação das 27 unidades da Federação, o Governo de Minas paga uma remuneração inicial equivalente a R$ 2.200,00 aos professores da rede pública estadual, se considerada a proporcionalidade para a jornada de 40 horas semanais prevista na lei do piso nacional.

No ranking divulgado pela Agência Brasil, Minas fica atrás apenas do Distrito Federal, onde a remuneração inicial dos professores é de R$ 2.134,00 para jornada de 40 horas semanais (Veja tabela).

Na última segunda-feira (5), outro levantamento feito pelo jornal Folha de São Paulo já tinha destacado Minas Gerais como um dos estados brasileiros que paga melhores salários aos professores da educação básica.

Modelo unificado viabiliza reajuste de 5% em abril

Importante ressaltar que, atualmente, a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE) só recruta professores com nível superior de escolaridade. O salário inicial desses professores é de R$ 1.320,00 para uma jornada semanal de 24 horas semanais. Aplicada a proporcionalidade para a jornada de 40 horas semanais, este valor corresponde a R$ 2.200,00, conforme divulgou a Agência Brasil. Trata-se, portanto, de uma remuneração 52% superior ao piso nacional estabelecido e já reajustado pelo MEC, que é de R$ 1.451,00.

Além disso, no próximo mês de abril, todos os profissionais da Educação de Minas Gerais terão um reajuste de 5% em seus salários, conforme estabelecido no projeto que instituiu o modelo unificado de remuneração dos professores e que entrou em vigor em janeiro deste ano. Com este reajuste, os professores de Minas Gerais terão salários praticamente idênticos aos do Distrito Federal, primeiro colocado no ranking de remuneração.

Camila Moura (Segov)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Um comentário que vale a pena ser lido

Comentário postado no "O Tempo on line" pelo leitor Luiz Roberto, dia 30/08/2011 sobre a greve dos professores.

" Faltou ao Governo a habilidade política necessária para lidar com a crise na educação. Mas por que foi tão inábil? Porque faltou humildade e sobrou arrogância.

Do governador até o comissionado de menor porte, passando pelos Secretários, a arrogância dos membros do Governo Anastasia é de dar engulhos, causa náuseas a quem tem contato com eles. Acham-se iluminados, vivem e pensam como se fossem sábios de uma estirpe divina, seres que desceram à Terra para nos brindar com o brilho de suas inteligências.

De tanto pavonearem-se mutuamente, desfilando rapapés e elogios entre os membros de sua corte, ostentando a falsa nobreza com que se coroaram, perderam de vista a essência política do ato de governar.

Fizeram pouco caso dos educadores, trataram professoras e professores com desdém, elaboraram discursos e propostas vazios em conteúdo, apresentados como se fosse benefícios incomensuráveis. Mas tudo resultava de uma esperteza rasteira, uma arapuca de baixa extração, calçada em tecnicidades jurídicas, que foi implodida solenemente pelo acórdão do STF.

Agora, a arrogância levará o Estado a arrostar milhares de ações jurídicas, um custo absurdo que será pago por todos os mineiros.

Os arrogantes e sua camarilha de falsos sábios atiraram sobre todos nós o preço social, político e econômico de seus desmandos, de seu desrespeito pela ética, o preço de suas mentiras e enganações, de sua vilania e de sua incompetência para governar de forma correta e justa um dos maiores Estados brasileiros.

Fora, fora, fora com eles, porque nos trouxeram o pior, o mais desastroso e desastrado exemplo de incapacidade política que Minas Gerais viu, desde o malfadado Azeredo e o malsinado Newtão."

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O martírio que é ser um professor em Minas Gerais

mordaçaNuma sociedade onde a hipocrisia, principalmente no meio político, tem predominado; onde a cada dia mais se valoriza o ter do que o ser e onde os valores morais estão cada dia mais em baixa, não podemos nos calar quando o grito de socorro vem de um recôndito da sociedade onde as grandes mentes são trabalhadas e preparadas para transformar o homem e consequentemente o mundo para melhor. E, por entender ser oportuno, publicamos abaixo o comentário, que se transformou em desabafo, de uma professora da rede de ensino pública do Estado de Minas Gerais, na qual ela explica o porquê desse movimento que estão empreendendo.

“Sou professora por escolha, não por acaso. Poderia seguir outra profissão e ganhar muito mais, mas gosto do que faço e quero e mereço ser valorizada na profissão que escolhi. Ao contrário do que afirmou o anônimo das 09:00, estou trabalhando sim. Dando aulas de cidadania fora da sala de aula. Ensinar não é só fazer o que os manuais ditam, é preciso formar cidadãos e um professor que não luta por seus direitos não pode ensinar cidadania, não é mesmo?

Lamento pelos transtornos causados aos alunos e pais, mas garanto que o grande culpado de tudo isso é o governador Anastasia que se recusa a cumprir a lei Federal nº 11.738/2008 que assegura o Piso Nacional do Magistério. Várias tentativas de acordo foram feitas, mas o governo insiste em nos calotear e enganar a população dizendo coisas absurdas na mídia.

Agora com essa medida de contratar outros professores, tenta nos massacrar ainda mais, mas ele não vai conseguir. Os alunos sabem, os professores que estão de greve dão exemplo de força e luta pelos direitos.

Não é possível uma educação de qualidade com os professores amordaçados, escravizados por um sistema opressor que não se preocupa em fornecer boa educação para os filhos dos trabalhadores.

É lamentável ler e ouvir comentários como o das 13:30 que disse que colocará o filho em escola particular, ao invés de reivindicar uma escola pública de qualidade. Os pais têm todo o direito de cobrar, mas precisam saber que o principal causador de tudo isso é o governador.

Infelizmente parece que a Justiça de Minas não se interessa em exigir do governo o cumprimento das leis.”

Beatriz

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Professores da rede estadual de Granada que aderiram à greve não pensam em retornar às salas de aula em agosto

imageDe acordo com uma matéria do Blog da Amodig, alguns professores da Escola Estadual Professor Ernesto de Melo Brandão, em Granada, que aderiram à greve em junho, não estão certos que retornarão às salas de aula em agosto. Eles estão aguardando a resposta sobre o que será feito com o subsídio e, mais, se  o movimento perdurar até dezembro, como se fala, eles estarão solidários com os colegas que estão à frente desta luta. E o lema é "Coragem Educadores", não se intimidem por falas daqueles que querem impedir a nossa luta.

Segundo o blog, como alguns deputados de Minas têm feito e falado, na verdade o que está acontecendo é que não estão dando tempo para esses que estão contra o movimento levar sua vida numa boa, sem precisar se preocupar com milhões de pessoas nas ruas em passeata em busca de seus direitos, esquecendo-se muitas vezes que o direito deles começa quando o nosso termina. Afinal somos nós que pagamos seus salários, salientou o blog. Mas parece que também se esqueceram que dependem de nós para estarem onde estão. Fazendo ressalvas que esta fala é para aqueles que estão contra o protesto feito pelos grevistas, não desanimemos, até que um dia eles sejam derrotados, pois o povo unido obstrui qualquer barreira, e é exatamente isso que estamos vendo. Para aqueles que não acompanham os movimentos sugerimos que procurem informações. Temos pessoas de todas as áreas empenhadas nestas manifestações, não só professores, pessoal da saúde e policiais. Temos pessoas que nem atuam nessas áreas, que estão com a bandeira erguida em solidariedade aos companheiros mineiros. Isso sim é bonito de se ver, ser solidário não é ser só mais um, é mostrar que o caminho a ser percorrido é longo e só com a união do povo é que se poderá chegar ao acordo, concluiu o blog.

O blog da Amodig frisou ainda que o Deputado Zé Maia, do PSDB, disse que os grevistas estavam sob efeito de alguma substância e que isso gerou muitos comentários e vaias a ele quando teve a palavra no Plenário no dia 12 de Julho. Os manifestantes não deixaram que ele falasse, e, mais ainda, gritavam para que ele tirasse do bolso a tal substância que disse que os manifestantes haviam ingerido. Foi vergonhoso para ele ter dito tal coisa, e acreditamos que depois disso, não conseguirá se reerguer perante a sociedade mineira que se revoltou toda contra essa infâmia. Aos que apoiam tem os agradecimentos destes batalhadores, aos contra,  apenas o desprezo.

É isso aí, a hora da verdade chegou, e as  máscaras começaram a cair, concluiu o blog.

Com informações do Blog da Amodig

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Professores raul-soarenses aderem ao movimento em defesa do Piso Nacional do Magistério

Está marcada para hoje, 30 de junho de 2011, uma reunião entre os professores da Rede de Ensino Estadual em Raul Soares, no salão nobre da Câmara Municipal, com o objetivo de debater sobre as medidas a serem tomadas para garantir o direito ao Piso Nacional do Magistério.

O raul-soarense Pedro Valadares, radicado em Belo Horizonte, professor e pedagogo da rede municipal de BH e integrante da CSP Conlutas, central à qual o Sinds-Raul é filiado, enviou uma carta de apoio aos professores de Raul Soares, cujo conteúdo poderá ser lido no link http://sindsraul.blogspot.com/2011/06/carta-de-apoio-aos-professores-de-raul.html

Fonte: Blog Sinds-Raul

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Educadoras de Granada participam de movimento em BH

image

O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) realizou, na tarde desta terça-feira (28), uma assembleia estadual com servidores da categoria e decidiu manter a greve dos profissionais.

De acordo com a assessoria do sindicato, cerca de seis mil servidores de várias regiões do estado participaram da reunião, que foi realizada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Ainda segundo a entidade, a paralisação é superior a 50% e não há previsão para a normalização do serviço. A categoria reivindica o piso salarial de R$ 1.597,87 para servidores de nível médio que trabalham 24 horas por semana.

Após cerca de 1h30 de debate, os servidores marcaram um novo encontro, no dia 6 de julho, para definir se a paralisação vai continuar. A reunião vai contar com a presença do Sindicato dos Servidores do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg) (Sisipsemg).

Algumas professoras de Granada aderiram ao movimento e participaram ativamente do encontro em Belo Horizonte. 

Veja mais fotos e detalhes no Blog da Amodig