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sábado, 26 de outubro de 2013

Simpósio Oncológico em Ponte Nova

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A empresa Serviços Oncológicos/ Viçosa em parceria com Centro de Tratamento do Câncer/CTC do Hospital de Nossa Senhora das Dores se prepara para receber no Auditório da OAB/ Ponte Nova ( Av. Caetano Marinho, 209 – Centro), nos dias 08 e 09/11, o V Simpósio oncológico da região.

O evento reunirá grandes nomes da medicina oncológica em Ponte Nova e contará com palestras, mesa-redonda, debates, workshops com temas que abordam o tratamento do câncer de mama e próstata. O encontro é aberto a todos os multiprofissionais da saúde, que podem se inscrever ligando: 31 3819 2648, ou 3892 9547 .

Segundo a médica oncologista Luciana de Cássia/HNSD, o encontro tem por objetivo proporcionar uma abordagem multidisciplinar, no que tange o tratamento do câncer de mama e próstata”.

O evento é uma iniciativa do Serviços Oncológicos e conta coma a parceria do Hospital de Nossa Senhora das Dores e do Centro de Tratamento do Câncer / HNSD . Os Interessados podem também acessar o site www.servicosoncologicos.com.br/simposio para obter informações, ou ligar no CTC/HNSD (31) 3819-2679.

Segue a abaixo a programação de abertura:

V Simpósio de Oncologia

Temas: Câncer de Mama e Câncer de Próstata
Local : Auditório da OAB – Av. Caetano Marinho, 209 – Centro – Ponte Nova - MG
Sessão Solene de Abertura
Data: 08 de novembro de 2013
Local e horário: 18:30h – Auditório da OAB – Av. Caetano Marinho, 209 – Centro – Ponte Nova – MG
Informações: www.servicosoncologicos.com.br
(31) 3819-2648 / (31) 3892-9547 / (31) 3817-1919

terça-feira, 30 de abril de 2013

Raul-soarense Bruno Reis é destaque na área médica em São Paulo

Bruno-Reis

De acordo com uma matéria deste último domingo, 28, publicada no Jornal Estado de São Paulo, o raul-soarense e médico residente Bruno Reis, de 30 anos, filho de Pedro Reis e D. Júlia Reis (funcionária do Conselho Tutelar de Raul Soares) está fazendo sucesso na capital paulista por ser o primeiro médico a cursar residência em medicina paliativa em São Paulo. Bruno permanecerá um ano em terras paulistanas antes de decidir se voltará para Juiz de Fora ou aceitará o convite para permanecer lá.

Pedro-e-JúliaParabéns ao Bruno pelo comprometimento sério em seus estudos, galgando espaços onde só chegam aqueles que realmente se dedicam com afinco e muita competência. Segundo relatou sua mãe, desde criança ele já manifestava interesse pela medicina e, apesar de todos os problemas enfrentados pela família para que ele concluísse os seus estudos, valeu a pena o esforço dispendido. Os outros dois filhos também estão cursando Faculdades Federais. Um, cursando medicina no Rio de Janeiro e o caçula, Direito, em Juiz de Fora.

Veja, abaixo, a reportagem completa do Estadão.


Medicina paliativa traz alívio a pacientes

FERNANDA BASSETTE - O Estado de S.Paulo

Eram pouco mais de 15h20 de quarta-feira quando uma enfermeira da ala de Cuidados Paliativos do Hospital do Servidor Estadual de São Paulo chamou o médico residente Bruno Reis, de 30 anos, ao leito 22. A família da paciente em tratamento contra um câncer terminal estava angustiada. Ao entrar no quarto, Reis constatou que a paciente já não respirava mais e sua morte foi registrada às 15h25. Coube a ele a missão de anunciar o fim da vida aos familiares.

Reis, de 30 anos, é o primeiro médico a cursar residência em medicina paliativa em São Paulo. Além dele, há também a médica Michelle Fontenele, de 31, que começou o mesmo tipo de residência no Instituto de Medicina Integral de Pernambuco (Imip). O Hospital do Servidor e o Imip são os dois primeiros do País a abrir residências nessa especialidade, que só foi reconhecida como área de atuação em 2011.

Mineiro de Raul Soares, uma cidade com pouco mais de 23 mil habitantes, Reis é o primeiro médico de uma família de comerciantes. Fez todo o ensino fundamental e médio em escolas públicas e escolheu prestar Medicina pelo desafio de um curso concorrido. Passou na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), fez residência em clínica médica, mas ainda não estava satisfeito. Chegou a cogitar uma especialização em Oncologia, mas queria mais.

Além de tratar da saúde dos pacientes, Reis queria "cuidar" deles. E é nesse contexto que entra em cena a medicina paliativa, cujo foco é cuidar do doente e não da doença. É cuidar da "qualidade da morte", para que ela aconteça de maneira menos dolorosa para o paciente e para a família.
As aulas da residência em medicina paliativa no Hospital do Servidor começaram em março, no 12.º andar, na ala para onde só vão os pacientes graves, com doenças praticamente sem chances de cura. São dez leitos em quartos individuais, com direito a acompanhante permanente. É nesse cenário que Reis passa o dia inteiro em contato com os pacientes e seus familiares.

Em menos de dois meses, ele já se deparou com a morte de 11 pacientes. Ainda chora por todos. Mas nada o faz desanimar. "É isso que eu vim buscar aqui, a prática. Ainda estou aprendendo a lidar com a morte, pois sou humano. Mas é muito bom poder fazer algo mais por essas famílias."

Dor. Promover o alívio, diminuir casos de delírio, de depressão e até indicar cirurgias para os pacientes são algumas das características dos cuidados paliativos. "A gente lida com medicações que se forem mal usadas podem colocar a vida em risco", diz a médica Maria Goretti Charles Maciel, que trabalha na ala de cuidados paliativos.

O pernambucano Severino Inácio da Lima, de 79 anos, por exemplo, está internado para aliviar as dores provocadas por um câncer de próstata e está com metástases no abdome. A solução para amenizar o problema é fazer uma cirurgia para implantar um cateter no rim. "Isso vai melhorar a qualidade de vida dele." É dessa forma que a medicina paliativa tem tentado fazer mais pelos pacientes.

Brasil tem apenas 22 serviços estruturados

O movimento que difundiu os cuidados paliativos para pacientes com doenças avançadas e muitas vezes sem cura surgiu na Inglaterra em 1967, dentro da filosofia de evitar o prolongamento da vida com angústia.

No Brasil, o primeiro relato desse tipo de acompanhamento é do Instituto Nacional de Câncer (Inca) de 1989 - 22 anos após o dos ingleses -, mas ainda de forma tímida e superficial.
Nos anos 2000, alguns centros brasileiros começaram a se estruturar e oferecer cuidados paliativos. Hoje, segundo a Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP), são cerca de 65 serviços cadastrados, mas só 22 são reconhecidos com equipes minimamente estruturadas.

"O Brasil ainda possui poucos serviços e, isolados", diz Luís Fernando Rodrigues, vice-presidente da ANCP. Segundo ele, um consenso mundial estabelece três parâmetros para avaliar como os países fazem o controle da dor e se eles têm cuidados paliativos.

Um deles é a quantidade de doses diárias de opioides (substâncias derivadas do ópio, usadas para controlar a dor), segundo a Organização Mundial da Saúde. Nos países desenvolvidos, o consumo médio é de 30 mil doses diárias de medicamento por milhão de habitantes. Já nos países da América do Sul, entre eles o Brasil, essa medida é de 200 doses por dia.

Outro parâmetro é um ranking da revista The Economist, feito em 2010, que avaliou a "qualidade de morte" em 40 países - o Brasil aparece em 38.º, atrás de Índia e Uganda. / F.B.

Post sugerido por Regina Torres Machado

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Arraiá Julino na Oncologia do HNSD

Semana Julina na Oncologia - 9 a 13 de Julho 2012 (31)Ponte Nova (MG) - A equipe do setor de Oncologia do Hospital de Nossa Senhora das Dores/HNSD preparou para os pacientes, um Arraiá Julino. Por uma semana, entre os dias 9 e 13 e julho, pacientes, familiares e colaboradores terão Café da Manhã típico das Festas Juninas. Todas as delícias estão sendo feitas pelas mãos habilidosas da equipe do Serviço de Nutrição e Dietética/SND do HNSD.

A iniciativa é uma forma calorosa e humanizada de “aquecer” os corações, a auto-estima e as relações entre pacientes, equipe médica e colaboradores. Todos adoraram a iniciativa e a novidade. Além de trazer um colorido, a mais, trouxe diversão, carinho e conforto.

O HNSD é referência regional no tratamento do Câncer. Atualmente, temos o serviço de quimioterapia e de cirurgias oncológicas em todas as esferas. Em breve, teremos tratamento por Radioterapia e uma Casa de Apoio, que irá receber pacientes de outras cidades, e contará com equipe multidisciplinar.

O Hospital é credenciado como Unidade de Alta Complexidade de Oncologia/UNACON, pelo Ministério da Saúde, para realização de cirurgias oncológicas e quimioterapia.

Pascoal Online, com informações de Clarissa Guimarães