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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Chico Maia comenta sobre o “Bola no Barbante”

“Bola no Barbante”; uma boa ideia!

chico_maiaO conhecido cronista esportivo das Minas Gerais, Chico Maia, teceu elogiosos comentários em seu blog “O seu espaço interativo” sobre o recém-lançado Jornal Bola no Barbante, empreendido por jovens jornalistas, um deles -  Ramon Lopes – raul-soarense, filho do amigo e colega Giba Filho, o qual reproduzimos abaixo:

“Alguns dias antes de eu viajar recebi um exemplar de um jornal exclusivo de esportes que estava sendo distribuído em Belo Horizonte.

Uma ideia muito interessante, especialmente porque o foco era quase 100% em Minas Gerais.

Fiquei curioso para saber quem eram os empreendedores, já que não conhecia nenhum dos nomes constantes no Expediente.

De toda forma, uma iniciativa arrojada, pois o mercado editorial, especialmente impresso, passa por maus pedaços.

Uns dias depois recebi e-mail do jornalista Pedro Blank, ex-companheiro no O Tempo, sugerindo a leitura do novo periódico e contando mais sobre os empreendedores.

É uma gente nova, animada e boa de serviço. Torço pelo sucesso da empreitada e repasso aqui as informações que o Blank enviou:

… “São dois jornalistas jovens, formados Pela Fumec.
O responsável é o Thiago Hadad.
O editor é o Ramon Lopes.
Abaixo segue o texto que eles me mandaram sobre o projeto:

bola

- Chegou ao mercado belorizontino o BolanoBarbante, o mais novo
semanário especializado em futebol, publicado toda segunda-feira e distribuído gratuitamente na região Centro-Sul da cidade.
O jornal é um suporte ao site
www.bolanobarbante.com e sua versão
impressa um suplemento de 12 páginas, tamanho tabloide de 27 x 40 cm e tiragem de 20 mil exemplares.

Cobrimos futebol mineiro, brasileiro e
os principais campeonatos internacionais, além das editorias entrevista, opinião (com charge exclusiva), história e uma página para
cada um dos três maiores times mineiros, América, Atlético e Cruzeiro.
Fazemos análises incisivas sobre os principais temas futebolísticos do momento, buscando ser referência como fonte de informação do torcedor mineiro em todas as nossas mídias. Nossas matérias são feitas para o
leitor que procura mais que apenas o factual, com o ponto de vista crítico capaz de interpretar os melhores e mais polêmicos lances da rodada dos principais campeonatos do mundo. Por ter a periodicidade de
uma semana e por trazer o porquê da notícia, grande parte do conteúdo impresso são matérias frias, o que garante a sobrevida de sete dias e não deixa o jornal “envelhecer”.
Com uma proposta inovadora no mercado, uma vez que não existem semanários esportivos gratuitos, o BolanoBarbante estará disponível a toda a população de Belo Horizonte que circule pelos pontos de
distribuição nos semáforos e calçadas. Inicialmente dispomos dos seguintes pontos: Praça Sete de Setembro; Praça da Estação; Avenida Alfredo Balena em frente à Fac. de Medicina; Praça Diogo de Vasconcelos; Avenida Afonso Pena com Avenida do Contorno; Praça Raul Soares; Avenida Brasil com Avenida Afonso Pena; e Praça da Liberdade.
Distribuímos também em expositores alocados em parceiros e atualmente temos um disponível no estacionamento Ville Park, no Vila da Serra, Nova Lima.

Estamos em busca de novos parceiros para expandir também essa forma de distribuição.
Entre em contato com nossa equipe:
Sugestão de pauta –
redacao@bolanobarbante.com
Publicidade – publicidade@bolanobarbante.com
Telefones – (31) 3262-1580 / 3262-1583

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Raul-soarense Ramon Lopes lança Jornal Esportivo em BH

foto-do-bola-no-barbanteJá está disponível nas bancas para distribuição gratuita a 3ª edição do Jornal Esportivo Bola no Barbante.com, um jornal recheado de matérias interessantes para os amantes do mundo esportivo, com destaque para o Futebol, uma das paixões nacionais.

O semanário é uma criação de dois jovens talentos formados recentemente em jornalismo: Ramon Lopes (Diretor de Redação e Editor Responsável) e Tiago Haddad (Diretor de Marketing, Projeto Gráfico e Diagramação), além dos repórteres Guilherme Guimarães e Tiago Nagib.

Nesta última edição o leitor encontrará em destaque as reportagens sobre a última atuação da Seleção Brasileira, os jogos de Atlético e Cruzeiro e uma entrevista com Dirceu Lopes, ex-jogador do Cruzeiro que atuou nos tempos de Tostão, Piazza, Raul, Hilton Oliveira, Natal e outros craques que ajudaram a construir a base para transformar o Cruzeiro Esporte Clube em um dos maiores Clubes de Futebol do Mundo.

O jornal ainda tem a sua versão online, que poderá ser lida no endereço http://www.bolanobarbante.com/

Parabéns aos jovens pelo arrojado empreendimento e muito sucesso que, temos certeza, será conquistado graças à garra e competência de seus criadores.

Em tempo: Ramon Lopes é filho de nosso amigo, colega e blogueiro Giba Filho.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Maioria dos jornalistas tem problemas para obter dados do poder executivo

pesquisa-abrajji

Para avaliar como a imprensa usa a Lei de Acesso à Informação, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) realizou pesquisa online com jornalistas de todo o Brasil. A ação, que celebra o primeiro ano da norma em vigor, identificou que dois terços dos profissionais tem dificuldades para obter informações do poder executivo.

Os dados do estudo foram recolhidos de 20 de fevereiro a 9 de abril de 2013 pela Abraji, por meio de questionário online destinado a 87 jornalistas de todo o país, de veículos como Folha, Estadão, TV Globo, Band, Record, Época e Veja, além de freelancers e blogueiros. As perguntas focavam em problemas enfrentados pelos profissionais nos níveis federal, estadual e municipal, das esferas do executivo, legislativo e judiciário.

A pesquisa mostra que informações sobre dados administrativos – referentes a contratos, repasses e salários de servidores – são os mais citados entre aqueles que tiveram informações negada pelos governos. Relatório disponível para download no site da entidade indica que 2 em cada 3 jornalistas tiveram dificuldades no acesso a dados públicos.

Para o presidente da Abraji, Marcelo Moreira, a aprovação da lei foi “uma das mais importantes conquistas para o jornalismo brasileiro dos últimos anos e permitiu a mais repórteres e editores buscarem informações cujo acesso antes era dificultado”. Ele pondera que “ainda há um longo caminho a ser percorrido para que a publicidade de informações de interesse público seja observada como preceito geral e, o sigilo, como exceção”.

“Por isso jornalistas aproveitaram o aniversário da Lei de Acesso para trazer, por meio da Abraji, uma série de sugestões e reivindicações fundamentais à implementação da lei na forma prevista”, explica Moreira. Acesse o relatório da pesquisa aqui

Com informações do site Comunique-se

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Nova jornalista na Assessoria de Comunicação da Câmara de Ponte Nova

jornalista_pnovaO presidente da Câmara Municipal de Ponte Nova, José Rubens Tavares, assinou em 14 de janeiro a Portaria nº 5/2013, nomeando a jornalista Maria Cecília Oscar Braga de Oliveira para o cargo de Assistente de Comunicação da Câmara.

Ela passa a integrar a equipe da Assessoria de Comunicação do Poder Legislativo em substituição ao jornalista Paulo Henrique de Carvalho que desempenhou a função por quase dois anos, deixando o cargo em novembro de 2012, quando transferiu-se para Belo Horizonte onde enfrentará novos desafios profissionais.

Com informações do Portal Pontenet

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Jornalista Wesley Moreira de volta à Ponte Nova

wesley_moreiraO conceituado jornalista ponte-novense, Wesley Moreira, depois de onze meses trabalhando como assessor parlamentar do deputado Roberto Henriques na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, está de volta à Ponte Nova.

Conhecido em toda a região pela versatilidade e perfil inteligente nas ações jornalísticas, Wesley Moreira reassume sua função de assessor de comunicação junto a Superintendência Regional de Saúde de Ponte Nova e, em breve, na Rádio Montanhesa AM retornará ao programa esportivo e diário com abrangência regional.

Sua volta às Gerais foi possibilitada por nomeação àquela superintendência em ato do governador de Estado Antônio Anastásia que atendeu pedidos do deputado federal Marcus Pestana e prefeito de Santo Antônio do Grama, Jéferson Russo.

Wesley disse à nossa reportagem que ‘a experiência foi boa, obteve aprendizado, agregou conhecimentos e amadurecimento pessoal à carreira. Mas, a distância de familiares e amigos foi decisiva para seu retorno a Minas Gerais’.  

Fonte: Portal Pontenet

domingo, 1 de janeiro de 2012

Blog Pascoal on line está fora da mídia impressa local

midia_imp_web2

 

 

 

 


Doravante, os leitores não poderão mais ler as matérias do POL - Pascoal on line como de costume, no Blog Regional Raul Soares, nem no Jornal Regional, em sua versão impressa quinzenalmente. De acordo com informações de uma fonte, o seu diretor se sentiu ofendido com alguns comentários postados aqui no blog e, por isso, desistiu de nos prestigiar. Não sei se essa decisão foi boa ou ruim. Só o tempo dirá.

Na minha opinião, é uma má notícia para os leitores que ainda não dispõem de internet para acompanhar o blog, mas, por outro lado, é até bom, já que o referido jornal não mais se beneficiará da produção deste blog para lucrar economicamente. Essa decisão do ex-parceiro não afetará em nada o blog, já que ele é uma prestação de serviço gratuita e independente e sobrevive apenas com o prestígio que nos é oferecido pelos leitores.

Por outro lado, há de se considerar, também, que a tendência aponta para a extinção completa da mídia impressa, o que não deverá demorar muito tempo. O crescimento das vendas de aparelhos que se interagem através da internet, sejam desktops, notebooks, tablets e smarthphones tem aumentado consideravelmente e comprovam essa tendência. Portanto, considero que se houve perda, essa não foi do POL.

Fora essa perca temporária dos leitores do jornal impresso, nada será alterado, já que o Blog POL continuará como sempre foi: um veículo destinado ao público web, oferecendo notícia, opinião e fatos interessantes com imparcialidade e isenção, ocorridos no dia a dia, com destaque preferencial para a cidade de Raul Soares e região.

Peço desculpas aos leitores da mídia impressa por esse transtorno. Esperamos contar novamente com a prestigiosa presença desse público muito em breve em qualquer um desses aparelhos compatíveis com a web. Enquanto isso, até lá.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Guia de boas maneiras na política. E no jornalismo

A obsessão da elite brasileira em tentar desqualificar Lula é quase patológica. E a compulsão por tentar aproveitar todos os momentos, inclusive dos mais dramáticos do ponto de vista pessoal, para fragilizá-lo, constrange quem tem um mínimo de bom senso.

Maria Inês Nassif*

A cultura de tentar ganhar no grito tem prevalecido sobre a boa educação e o senso de humanidade na política brasileira. E o alvo preferencial do “vale-tudo” é, em disparada, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por algo mais do que uma mera coincidência, nunca antes na história desse país um senador havia ameaçado bater no presidente da República, na tribuna do Legislativo. Nunca se tratou tão desrespeitosamente um chefe de governo. Nunca questionou-se tanto o merecimento de um presidente – e Lula, além de eleito duas vezes pelo voto direto e secreto, foi o único a terminar o mandato com popularidade maior do que quando o iniciou.

A obsessão da elite brasileira em tentar desqualificar Lula é quase patológica. E a compulsão por tentar aproveitar todos os momentos, inclusive dos mais dramáticos do ponto de vista pessoal, para fragilizá-lo, constrange quem tem um mínimo de bom senso. A campanha que se espalhou nas redes sociais pelos adversários políticos de Lula, para que ele se trate no Sistema Único de Saúde (SUS), é de um mau gosto atroz. A jornalista que o culpou, no ar, pelo câncer que o vitimou, atribuindo a doença a uma “vida desregrada”, perdeu uma grande chance de ficar calada.

Até na política as regras de boas maneiras devem prevalecer. Numa democracia, o opositor é chamado de adversário, não de inimigo (para quem não tem idade para se lembrar, na nossa ditadura militar os opositores eram “inimigos da pátria”). Essa forma de qualificar quem não pensa como você traz, implicitamente, a ideia de que a divergência e o embate político devem se limitar ao campo das ideias. Esta é a regra número um de etiqueta na política.

A segunda regra é o respeito. Uma autoridade, principalmente se se tornou autoridade pelo voto, não é simplesmente uma pessoa física. Ela é representante da maioria dos eleitores de um país, e se deve respeito à maioria. Simples assim. Lula, mesmo sem mandato, também o merece. Desrespeitar um líder tão popular é zombar do discernimento dos cidadãos que o apoiam e o seguem. Discordar pode, sempre.

A terceira regra de boas maneiras é tratar um homem público como homem público. Ele não é seu amigo nem o cara com quem se bate boca na mesa de um bar. Essa regra vale em dobro para os jornalistas: as fontes não são amigas, nem inimigas. São pessoas que estão cumprindo a sua parte num processo histórico e devem ser julgadas como tal. Não se pode fazer a cobertura política, ou uma análise política, como se fosse por uma questão pessoal. Jornalismo não deve ser uma questão pessoal. Jornalistas têm inclusive o compromisso com o relato da história para as gerações futuras. Quando se faz jornalismo com o fígado, o relato da história fica prejudicado.

A quarta regra é a civilidade. As pessoas educadas não costumam atacar sequer um inimigo numa situação tão delicada de saúde. Isso depõe contra quem ataca. E é uma péssima lição para a sociedade. Sentimentos de humanidade e solidariedade devem ser a argamassa da construção de uma sólida democracia. Os formadores de opinião tem a obrigação de disseminar esses valores.

A quinta regra é não se deixar contaminar por sentimentos menores que estão entranhados na sociedade, como o preconceito. O julgamento sobre Lula, tanto de seus opositores políticos como da imprensa tradicional, sempre foi eivado de preconceito. É inconcebível para esses setores que um operário, sem curso universitário e criado na miséria, tenha ascendido a uma posição até então apenas ocupada pelas elites. A reação de alguns jornalistas brasileiros que cobriram, no dia 27 de setembro, a solenidade em que Lula recebeu o título “honoris causa” pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris, é uma prova tão evidente disso que se torna desnecessário outro exemplo.

No caso do jornalismo, existe uma sexta regra, que é a elegância. Faltou elegância para alguns dos meus colegas.

(*) Colunista política, editora da Carta Maior em São Paulo.