O Circuito Turístico Montanhas e Fé promoveu, no dia 6 de novembro, o curso “As sociedades e seus símbolos e prol da preservação do Patrimônio Cultural”. Realizado em Rio Casca, o curso, realizado gratuitamente e direcionado aos gestores municipais de cultura e conselheiros de cultura, teve carga horária de 4 horas e contou com a participação de representantes de dez cidades da região. A participação no curso pode ser utilizada para os municípios aumentarem sua pontuação no ICMS Patrimônio Cultural, segundo diretrizes do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais – IEPHA/MG.
Ministrado pelo arquiteto urbanista Rodrigo Torres, consultor em política municipal de preservação do Patrimônio Cultural e com vasta experiência na área, o curso teve como objetivo apresentar, discutir e refletir os conceitos relativos ao patrimônio cultural junto às sociedades contemporâneas, as categorias de bens e seus instrumentos de preservação regidos por lei e cartas patrimoniais, e o planejamento de políticas municipais para preservação do patrimônio cultural estruturada pela ação integrada da administração municipal, conselho e sociedade civil considerando o programa estadual do ICMS Patrimônio Cultural.
Além da realização do curso de Patrimônio Cultural, o Circuito Montanhas e Fé assinou convênio, no último dia 5 de novembro, com a Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais para o desenvolvimento de projetos de sensibilização, mobilização e capacitação dos agentes públicos e da sociedade civil com atuação no turismo e da criação de um banco de imagens atualizadas para promoção do Circuito Turístico. O convênio prevê a realização de palestra nos 15 municípios pertencentes ao Circuito, voltadas aos conselhos, agentes políticos, comunidade e empresários do setor, um curso voltado aos agentes públicos, servidores e conselhos sobre Implantação de Política e Plano Municipal, Criação e funcionamento de Conselhos Municipais e Movimentação de Fundos Municipais, além de dois cursos sobre elaboração de projetos e captação de recursos.
Com informações da AMAPI
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