O XII Evento de Capoeira contou com apoio das Faculdades Vértice e da Mineradora Samarco e contou ainda com as presenças do vereador de Manhuaçu, Teté; e Marco Antônio Cabral, diretor da Associação do Movimento Cultural Negro de Manhuaçu e do diretor-cultural do Corpo e Ginga, Renato Ciccarini.
Segundo Mestre Zói, o evento serviu para diplomar quatro professores, sendo que três são de Manhuaçu e um é de Matipó. “Agora temos a colaboração de Marcelo Crispino, o “Papagaio”; Carlos Roberto Dutra, o “Índio”; José Carmélio Celestino, o “Boca Rica”, e Faíska”, relacionou Zói, comentando que os novos mestres assumem o compromisso de resgatar a Capoeira e seus legados na região.
GRADUAÇÃO
O final do Evento foi marcado pela entrega de cordas para crianças e adolescentes. “Em alguns esportes, caso do judô e Karate, existem as faixas. Mas na Capoeira a graduação é representada por cordas. É uma fora de recompensar o empenho que o praticante teve durante os treinos”, explicou Marcelo Crispino, agora chamado de Mestre Papagaio.
O maior objetivo de qualquer capoeirista é chegar a ser um mestre de Capoeira. Na Associação de Capoeira Corpo e Ginga não é diferente. “Toda graduação do grupo caminha para esse objetivo. Contudo, para ser um mestre de Capoeira é preciso muito mais do que força, malícia, flexibilidade, gingado ou qualquer outro talento”, disse Mestre Papagaio, acrescentando que a Associação tem como grande objetivo a valorização do ser humano, do indivíduo, do aluno, “desde iniciante até graduado, e a figura do mestre de Capoeira ajuda a atingir essa meta”.
Segundo Papagaio, ser um mestre de Capoeira significa, antes de tudo, “ser um mestre na vida, onde a experiência e o conhecimento poderão ser repassados ao aluno, ajudando na sua formação como cidadão e capoeirista”.
Fonte: Portal Diário de Manhuaçu
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Todos os comentários são moderados e não serão aceitas mensagens consideradas inadequadas.