
Muito bom o trabalho realizado pelo grupo teatral independente, coordenado por Maurílio Martins e Geraldo Tancredo. Talvez, não fosse pelo esforço desses obstinados e do elenco, não teríamos os quadro vivos da Semana Santa apresentados todos os anos. O único ponto negativo é que, para conseguir o equipamento de som, pintura dos painéis e o figurino, o grupo é obrigado a aceitar em contrapartida uma sessão de comerciais exibidos no telão e em som bem alto na porta do Santuário São Sebastião, antes do início teatral. Uma pena. Esses comerciais, além de denegrirem o espetáculo, quebra a atmosfera de recolhimento em que as pessoas estão envolvidas nesses momentos. Já que a Secretaria de Esportes, Lazer e Turismo dispõe de gordas verbas para bancar o carnaval e até comerciais das obras da prefeitura na Band Minas, deveria, por uma questão até de justiça, bancar também esse quadro vivo. Se Cristo voltasse e visse aqueles comerciais sem nenhum sentido religioso, certamente expulsaria a todos, como fez com os comerciantes que vendiam animais na porta do templo em sua época.
Na foto, uma das cenas apresentadas pelo grupo teatral, hoje.
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