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sexta-feira, 9 de março de 2012

Ex-funcionários da SAMAL são libertados da prisão em Manhuaçu

Cinco dias

Foram libertados na noite desta quarta, 07, o ex-secretário de obras de Manhuaçu, José Carlos dos Reis, o ex-administrador do SAMAL, Carlos Roberto de Souza e o contador da autarquia na época Sílvio Nunes de Carvalho. O prazo da prisão temporária era de cinco dias e não foi feita solicitação para renovação por igual período.

José Carlos e Carlos Roberto foram localizados e presos nas casas deles logo na manhã de sábado, dia 03, numa operação que repercutiu em toda a cidade. O contador Sílvio Nunes foi procurado em Espera Feliz e em Manhuaçu, mas não foi encontrado. Ele se apresentou na delegacia ainda durante a manhã.

Os três ficaram presos por cinco dias e foram libertados ao final do prazo da prisão temporária, determinada pelo Juiz Dr. Walteir José da Silva, com base no pedido apresentado pelo delegado responsável pelo caso, Dr. Carlos Roberto Bastos.

A investigação no SAMAL começou em 2009 a partir de uma auditoria solicitada pela Prefeitura Municipal. Foram identificados desvios em 2007 no valor de 258 mil reais e em 2008 de mais 313 mil reais. “No decorrer das investigações descobrimos que os desvios ocorriam desde 1999 e nestes dez anos foram cerca de seis milhões de reais. Sobre quase dois milhões os recursos foram apropriados pelos três funcionários”, declarou o delegado Dr. Carlos Roberto Bastos.

Segundo ele, o esquema foi criado a partir de contratações de empresas para serviços emergenciais e de trabalhadores para a limpeza urbana pela autarquia. “O SAMAL não possui recursos próprios. Todos os meses, o contador enviava uma solicitação para a prefeitura de quanto ele precisava. Eles sempre recebiam bem acima do que precisavam. Eles pagavam as despesas e o que sobrava era transferido para as contas pessoais”, detalha.

Fonte: Portal Caparaó

domingo, 4 de março de 2012

Em Manhuaçu, ex-secretário de obras, ex-administrador do SAMAL e contador são presos pela Polícia Civil

A Polícia Civil prendeu na manhã deste sábado, 03, o ex-secretário de obras de Manhuaçu, José Carlos dos Reis, o ex-administrador do SAMAL, Carlos Roberto de Souza e o contador da autarquia na época Sílvio Nunes de Carvalho. Inquérito da Polícia Civil mostra desvios de 1,7 milhão de reais, mas o delegado Dr. Carlos Roberto Bastos afirma que mais de seis milhões de reais teriam sido desviados ao longo de dez anos.

A investigação no SAMAL começou em 2009 a partir de uma auditoria solicitada pela Prefeitura Municipal. Foram identificados desvios em 2007 no valor de 258 mil reais e em 2008 de mais 313 mil reais. “No decorrer das investigações descobrimos que os desvios ocorriam desde 1999 e nestes dez anos foram cerca de seis milhões de reais. Sobre quase dois milhões os recursos foram apropriados pelos três funcionários”, declarou o delegado Dr. Carlos Roberto Bastos.

Segundo ele, o esquema foi criado a partir de contratações de empresas para serviços emergenciais e de trabalhadores para a limpeza urbana pela autarquia. “O SAMAL não possui recursos próprios. Todos os meses, o contador enviava uma solicitação para a prefeitura de quanto ele precisava. Eles sempre recebiam bem acima do que precisavam. Eles pagavam as despesas e o que sobrava era transferido para as contas pessoais”, detalha.

José Carlos e Carlos Roberto foram localizados e presos nas casas deles logo na manhã deste sábado. O contador Sílvio Nunes foi procurado em Espera Feliz e em Manhuaçu, mas não foi encontrado. Ele se apresentou na delegacia. Os três estão presos por cinco dias, mas se houver necessidade podem ficar recolhidos por mais tempo. A prisão preventiva pode ser solicitada, contudo vai depender do que acontecerá nos depoimentos.

De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Sílvio Nunes afirmou, em depoimento, que ele só servia para que o dinheiro fosse desviado e que sacava os valores em um banco, colocava num envelope e passava para o então prefeito. É uma alegação dele. O contador tem que provar que não sacou o dinheiro e comprou bens para si ou no nome de terceiros, ou mesmo transferiu para outras pessoas”. O então prefeito Sergio Breder foi ouvido em depoimento e negou que recebia esse dinheiro.

Na próxima semana, a Polícia Civil quer ouvir todas as pessoas que trabalharam no SAMAL desde 1999 e que tinham algum vínculo para as transferências entre a Prefeitura a autarquia. Todos que deveriam fiscalizar também serão investigados por condescendência criminosa.
Outra conduta que será apurada é com relação aos bancos envolvidos. “Os funcionários movimentavam quantias de mais de 100 mil reais em períodos curtos e os bancos deveriam comunicar isso ao Banco Central. É um mecanismo criado em 98 para evitar desvios de recursos e lavagem de dinheiro e isso não foi feito”, detalhou.

HISTÓRICO

Em março de 2009, a Prefeitura de Manhuaçu concluiu uma auditoria nas contas do Samal e descobriu uma série de desvios. O levantamento identificou transferências da conta bancária do órgão público para a conta particular do contador. Na época, o então prefeito Sérgio Breder exonerou as seis pessoas que trabalhavam no setor administrativo, entre elas o administrador do Samal Carlos Roberto e o contador Silvio Nunes de Carvalho. Foi aberto um inquérito policial, formalizada uma denúncia no Ministério Público e criada uma comissão de sindicância interna. O relatório mostrava desvios de recursos do Samal para contas particulares e sugeriu outras situações irregulares.

Fonte: Portal Caparaó

domingo, 12 de dezembro de 2010

CONCURSO PÚBLICO EM MANHUAÇU: Confira listagem com as primeiras nomeações na Prefeitura e SAMAL

A Administração de Manhuaçu começou a nomear os aprovados do concurso público da Prefeitura Municipal e do SAMAL. Neste final de semana, foram publicadas as portarias contendo o ato de nomeação de 125 aprovados no concurso do SAMAL e 83 na seleção da Administração.

A partir de 31 de dezembro, contratos de servidores contratados vão vencer e a intenção da Prefeitura Municipal é iniciar a substituição pelos concursados, garantindo o acesso dos que foram aprovados ao serviço público.

Na portaria 003/2010, o administrador do Samal, Renato Bonifácio nomeia todos os candidatos aprovados no concurso para a autarquia. Foram chamados: 88 garis; 10 garis de caminhão; 8 trabalhadores braçais; 5 vigias; 1 fiscal educador e 8 motoristas. O concurso do SAMAL não preencheu sequer as vagas oferecidas no edital.