O ex-prefeito de Viçosa, Raimundo Nonato Cardoso e o administrador da empresa Artefatos de Cimento Mauro Galvão Ltda, tiveram o recurso negado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
Ambos estão envolvidos em uma ação de improbidade administrativa promovida pelo Ministério Público de Minas Gerais, desde 2009. O MP investiga a instalação de bancos em praças públicas do município de Viçosa, que continham propagandas de empreendimentos locais, sem que para isso tenha havido processo licitatório.
A notícia foi divulgada no jornal Folha da Mata/Viçosa, do dia 3 de março. Ainda, segundo a reportagem, a sentença da juíza da 1ª Vara Cível da Comarca de Viçosa havia imposto a Raimundo Nonato o pagamento de multa civil no valor correspondente a três vezes a remuneração mensal do prefeito vigente à época da propositura da ação, atualizada pelos índices da tabela da Corregedoria Geral da Justiça.
Segundo o MP o prefeito teria incorrido em ato de improbidade atentatório aos princípios da administração pública ao permitir que a empresa captasse recursos de comerciantes locais para a instalação de bancos públicos na cidade.
Com informações do Jornal Folha da Mata/Viçosa.
Clarissa Guimarães
Assessora de Comunicação da AMAPI
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