quinta-feira, 8 de maio de 2014

Torcedor ponte-novense sofreu com ação da torcida do Cerro Portenho no Paraguai

imageO cruzeirense que foi a La Olla, em Assunção, nessa quarta-feira, viveu uma situação de déjà vu. Assim como na partida contra o Cerro Porteño em 2008, jogadores e torcedores do Cruzeiro foram alvos de pedradas, garrafadas e pedaços de madeira. Em ambas ocasiões, a Raposa eliminou os paraguaios.

Em 2008, a partida foi no Defensores Del Chaco e o árbitro chileno Carlos Chandía encerrou o duelo aos 24 minutos do segundo tempo, tamanha a chuva de objetos no gramado. Desta vez, os maus exemplos ocorreram no fim do duelo, quando o Cruzeiro marcou o segundo gol.

”Depois do gol do Dagoberto, toda a torcida em La Olla começou a atirar pedaços de madeira e outros objetos na torcida do Cruzeiro. Abaixo da nossa arquibancada, havia uma pequena área, que era o acesso da rua para dentro do estádio. A gente tentou se esconder neste local, mas não adiantou, porque vinham mais pedras da rua. Foi uma verdadeira guerra”, relatou o torcedor Adyles Chaves Batista, engenheiro, de 30, anos de Ponte Nova.

”Na saída do estádio, cerca de uma hora e meia depois do jogo, torcedores do Cerro ainda estavam nas ruas preparados para um confronto. A Polícia paraguaia interveio com o batalhão de choque. Tive que me esconder atrás do ‘caveirão’ deles”, completou o engenheiro cruzeirense.

O torcedor Adriano Farias postou em uma rede social um grande relato da situação de aperto vivida dentro do estádio. “Após o segundo gol do Cruzeiro, a guerra começou de verdade. Pedras, pedaços de pau e garrafas voavam em nossa direção, muitos se machucaram, inclusive idosos. Após duas horas conseguimos deixar o estádio. Fomos escoltados pela polícia até o ponto de táxi, quando fomos surpreendidos pela torcida paraguaia, que nos recebeu novamente com paus e pedras”, diz a postagem compartilhada com o público.

No banco de reservas, o armador Júlio Baptista se irritou com a torcida paraguaia quando viu objetos sendo atirados no gramado. Os jogadores paraguaios tentaram tirar satisfação com o camisa 10 do Cruzeiro e houve princípio de confusão em campo.

Portal Unidade Notícias, com informações do superesportes.com.br

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