Muitas pessoas estão otimistas com relação ao reerguimento da Industrial São Sebastião S.A., fábrica de ferramentas agrícolas TARZA, acreditando até que ela terá condições de superar a crise e voltar a ser o que era antes: uma empresa sólida, que chegou a ter 700 empregados e já foi motivo de muito orgulho para os raul-soarenses.
Motivos não faltam, pois, contando com o apoio do competente conterrâneo Professor José Horta Valadares, da Universidade Federal de Viçosa, embasado em larga experiência no ramo cooperativista, foi criada a Cooperativa dos Empregados da Fábrica Tarza - Copertrim, com o objetivo de assumir a administração e reerguer a empresa através de um programa de recuperação criado pelo grupo.
Outros já não acreditam tanto assim e chegam a pensar que a criação dessa cooperativa seria um mero instrumento político nas mãos de um grupo sem nenhuma experiência em administração. Acrescentam, ainda, que um Banco experiente e austero como o BNDES não seria insano a ponto de despejar recursos na ordem de 6 milhões nas mãos de sonhadores inexperientes, ainda mais em uma empresa que, por não acompanhar a evolução, deixou de ser competitiva e, por este motivo, foi levada à falência.
Ante esses antagônicos pontos de vista que dividem a população, resolvemos postar uma enquete para saber dos leitores o que realmente acham dessa situação.
E então? Você acredita que a TARZA volte a funcionar?
Participe dessa enquete! Dê a sua opnião.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
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Se depender da Prefeitura, eu não acredito.
ResponderExcluirapesar das dificuldades quem realmente ama raul soares tem que torcer e lutar pela reabertura da tarza
ResponderExcluirestao de olho na area dela
ResponderExcluirEu acredito e torço para que isto dê certo!
ResponderExcluirAcho muito dificil funcionar porque da antiga tarza só tem o nome e a carcarça porque o que tinha de bom no maquinario o grupo tupi e só WILLIAN vendou tudo pra santa catarina so deixou as contas e agonia pra nos raulsoarense.
ResponderExcluirNão sei se você conhece a história real, 8 anos atrás a Tarza ja estava de portas fechadas e a falência seria decretada. Para que isso não ocorresse era preciso que alguém que estivesse com o nome limpo assumisse as dívidas dela, que eram enormes, devido a retiradas monumentais do Sr. Willian. O Américo em uma atitude de heroísmo, loucura ou insensatez assumiu o barco afundando.Tudo que ele tinha até aquele momento, inclusive o nome limpo, ele deixou de ter.
ResponderExcluirNaquele momento foi tratado como heroi, só que, ele não tinha capital para contratar pessoas(na área administrativa) que pudessem ajudar na recuperação da fábrica. A maioria dos entendedores não deram 6 meses para a total falência. Ele conseguiu segurar 8 anos de agonia. Mas nessas alturas o heroi ja não tinha o apoio de boa parte dos que o apoiavam, pois pularam fora antes do barco afundar e ainda tiveram a cara de pau de jogar a culpa nele. Nessas alturas ja com a saúde debilitada pelas tempestades daquele mar bravio, foi obrigado a fechar a fábrica. Nesse momento apareceu o cooperativista José Horta Valadares para socorrer os funcionários fiéis que lutaram até o final criando a COPERTRIM (COOPERATIVA DOS TRABALHADORES DA INDUSTRIA METALÚRGICA DE RAUL SOARES.Funcionários antigos e não amadores e forasteiros vampiros que além de atrapalhar entraram com ações trabalhistas por vingancinhas, frustrações e despeito. E ainda tem gente que tem a coragem de dizer que a cooperativa está nas mãos de inesperientes. A falta de informação é que atrapalha o progresso, pois quem não sabe das coisas realmente como elas são, deveriam ficar caladas. Raul Soares a longo prazo terá orgulho da COPERTRIM. Ela tem o apoio de gente importante que realmente importa com a nossa comunidade e com a justiça.
Pascoal, porque você não deixa esta reportagem sempre ao lado da enquete enquanto ela durar? Seria bastante interessante.
ResponderExcluirOK. Vou procurar deixá-la sempre mais próxima da primeira postagem.
ResponderExcluirExiste em nossa cidade também, um advogado que está fazendo tudo para detonar de vez com a fábrica por causa do dinheiro que ele reberá se isto acontecer,não posso dizer o nome dele aqui neste momento, mas pergunte para qualquer um na família Tartaglia que eles lhes dirão o nome dele na hora!
ResponderExcluirÉ AZAR demais ter uma criatura desta por perto,criatura esta que só pensa em dinheiro,vende até a mãe dele por isto!!!!!!
Acredito q advogado nenhum queira q a fabrica feche, pois c ela fecher ngm vai receber!
ResponderExcluirTambém é preciso saber que:
ResponderExcluir- A TARZA não faliu, o pedido de falencia que foi colocado, foi retirado pelo própio fornecedor, que o havia feito por falta de informação.
_Nenhum administrador aprende em escola alguma a administrar uma dívida na ordem de 10 milhões, já com todos os caminhos fechados para se conseguir mais dinheiro.
_A reabertura da TARZA, é uma parceria entre Industrial São Sebastião X Copertrim, onde as instalações da primeira serão arrendadas para a segunda e as dívidas pagas.
_Não há uma equipe de inexperientes na frente de tal empreencimento, toda orientação e acompanhamento está e continuará sendo feito pela Universidade Federal de Viçosa.
_A formação de uma cooperativa para administrar e produzir na industrial era um dos sonhos de seu fundador, assim como é um presente para o seu neto, contando com ele na frente de batalha para efetivação do sonho ( sonhadores sim).
_Se há alguem que está puxando para traz na retomada da TARZA para ter melhores lucros, ficará triste somente por agora, pois que com o funcionamento e crescimento desta, poderá ter muito mais divisas, sendo qual for sua área de trabalho na cidade.
- Só quem estava perto para ver viu e somente quem estar perto agora pode ver, que Deus está atuando em conjunto, fazendo no mínimo um milagre por dia na realização do sonho. Quem poderia estar contra nós? ( Pacoal, por favor corrija os erros para mim, obrigado, Américo)
Pelo que sei a Tarza fabrica ferramentas rudimentares, hoje ninguem mais quer saber de trabalhar como antigamente, a enxada foi substuida por rotativas, a foice por roçadeiras, cavadeiras por brocas, enfim fica cada dia mais dificil vender essas ferramentas, é uma pena, a não ser que ela passe a produzir algo mais atual.
ResponderExcluirA Tarza não fabrica só enxadas. A sua linha de produção inclui picaretas, pás, enxadões, cavadeiras, foices e mais uma série de ferramentas, todas elas ainda muito utilizadas não só no Brasil, mas no mundo todo.
ResponderExcluirVendas nunca foram problemas. Os problemas da Tarza foram outros.
Só paramos de produzir meio milhão de enxadas por ano ( mesmo com a saída da aço tupy) por não ter material para produzir. Já está em pleno andamento ( não parou junto a fábrica) negociações para produção de ferramentas mais modernas com a Agricon Industries Indiana e a china fornecendo partes em que não sabemos ser competitivos.(Américo)
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