"Papai, eu estou morrendo".Estas foram as últimas palavras do garoto Ibrahim de 9 anos, ao ser alvejado por tiros disparados por soldados israelitas.
"Eles mataram meu filho a sangue frio", disse o pai ainda em estado de choque. O pai continua: "primeiro eles nos atacaram e depois chegaram perto de nós. Ibrahim já estava morto então um dos soldados chegou perto do seu corpo, puxou-o pela perna e dando gargalhadas jogou-o para o alto, enquanto outro soldado atirava no corpo do meu menino”.
“Parecia que eles estavam comemorando”...
”As gargalhadas ficavam cada vez mais altas, enquanto eles carregavam o corpo para uma parte mais alta para começarem a festa deles".
Por uma hora, o pai gritava enquanto os soldados israelenses competiam para ver que acertava a cabeça de seu menino.
"Os israelitas mataram o meu filho, não uma ou duas vezes, mas mil vezes. O que meu filho fez para merecer isso?"
Kamal Awaga, pai de Ibrahim, 9 anos, no hospital al Shifa de Gaza.
(Este texto foi retirado do Blog do Bourdoukan [Enquanto houver um explorado e um oprimido não haverá paz])
Nota do POL: O objetivo deste blog é levar informação sobre Raul Soares e região. Mas, depois de assistir a uma cena dessas, não podemos nos omitir e ficar alheios à dor de nossos irmãos mais distantes. O mundo está chocado e não da para entender se realmente estamos vivendo no século 21 ou ainda na pré-história. Como pode a civilização avançar tanto tecnologicamente e regredir tanto espiritualmente, a ponto de tratar seu semelhante com tamanho desprezo? É lamentável ter que assistir a tudo isso e, o que é pior, sem condições de fazer alguma coisa por eles. Porque tanto ódio no coração das pessoas? Parece que ninguém consegue entender mais.
Que toda essa desgraça sirva pelo menos de lição e nos empurre numa direção oposta a tantas barbaridades. Não estamos em nenhum paraíso, pois ainda vivemos no país do "jeitinho", onde para tudo se da um jeito, desde que haja uma contrapartida material. Mas, pelo menos, somos mais unidos e, na maioria das vezes, compartilhamos o pouco que temos com quem não tem quase nada. Mas ainda é pouco. Temos que, além de dar o bom exemplo, também protestar perante o mundo todo que não concordamos com esse genocídio e que exigimos um cessar fogo definitivo para que mais inocentes não percam a vida.
Um fio de linha sozinho não tem muita resistência, mas, vários fios juntos formam uma corda capaz de levantar o que quisermos. Unamos e façamos a nossa parte, porque, certamente, alguém nos escutará.
Eh Pascoal, iremos custar a esquecer o olhar infinito do pequeno Ibrahim, com pedido de socorro. Sinceramente, não entendemos porque tanta guerra, tantas mortes...Acredito que o mundo inteiro está incomodado com essa guerra"santa". Vamos acreditar e emitir nossos pensamentos de otimismo pedindo paz...a força do pensamento poderá ajudar, porque estamos mesmo distante, mas são nossos irmãos. neide galinari
ResponderExcluirEstou estarrecida!!!Primeiro pela barbárie e depois pelo semblante e olhar serenos desta criança...Hô meu amigo, será que este mundo ainda tem jeito???SHALOM!!!
ResponderExcluirMuito triste essa situação, toda guerra só traz destruição e muitas mortes. Esses países que gostam de guerrear como os EUA, deveriam entrar em campos abertos e guerrearem entre si, quem tiver a boca maior comia o outro, o que é inaceitável são crianças, adultos e idosos, serem mortos por causa de interesses pessoais que estão muito além deles, pessoas inoscentes não podem pagar mais com a própria VIDA, que é uma dádiva de DEUS, lamentável essa cena, lamentável mesmo...
ResponderExcluir