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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Vacina brasileira contra a Aids será testada em macacos

Por Karina Toledo

aids-vírusAgência FAPESP – Uma vacina brasileira contra o vírus HIV, causador da Aids, começará a ser testada em macacos no segundo semestre deste ano. Com duração prevista de 24 meses, os experimentos têm o objetivo de encontrar o método de imunização mais eficaz para ser usado em humanos. Concluída essa fase, e se houver financiamento suficiente, poderão ter início os primeiros ensaios clínicos.

Denominado HIVBr18, o imunizante foi desenvolvido e patenteado pelos pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) Edecio Cunha Neto, Jorge Kalil e Simone Fonseca. Atualmente, o projeto é conduzido no âmbito do Instituto de Investigação em Imunologia, um dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), um programa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), apoiado pela FAPESP no Estado de São Paulo.

O trabalho teve início em 2001, com apoio de um Auxílio Regular sob a coordenação de Cunha Neto. Em parceria com Kalil, o pesquisador analisou o sistema imunológico de um grupo especial de portadores do vírus que mantinham o HIV sobre controle por mais tempo e demoravam para adoecer. No sangue dessas pessoas, a quantidade de linfócitos T do tipo CD4 – o principal alvo do HIV – permanecia mais elevada que o normal.

sábado, 3 de agosto de 2013

Governo vacinará crianças contra o HPV

vacina hpvA partir de março de 2014 as meninas brasileiras de 10 a 11 anos receberão a vacina contra o papiloma vírus humano (HPV), de graça, pelo SUS.


As vacinas só poderão ser aplicadas com autorização dos pais ou responsáveis.

A imunização ocorrerá nas unidades de saúde e nas escolas publicas. A meta do Governo Federal é vacinar 80% das meninas brasileiras entre 10 e 11 anos.

O investimento será de R$ 360,7 milhões para comprar 12 milhões de doses.

A vacina vai ser utilizada contra quatro tipos do vírus HPV que, segundo o ministério, são responsáveis pelos altos índices de câncer de colo de útero.

O produto será produzido no Brasil por meio de parceria para o desenvolvimento produtivo (PDP), entre um laboratório internacional Merck ) e o Instituo Butantã.

De acordo com o ministério, a vacina tem eficácia comprovada para pessoas que ainda não iniciaram a vida sexual, mas não elimina as outras formas de prevenção, como o uso de camisinha nas relações sexuais.

É mais uma medida para enfrentar o câncer de colo de útero, que ainda é um problema para a população brasileira, especialmente nas regiões Norte e Nordeste e em outras menos desenvolvidas.

Com informações do Blog do Núcleo do Câncer de Raul Soares

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Capacitação de Pessoal em Sala de Vacina

DSC00191A Superintendência Regional de Saúde de Ponte Nova (SRS) realizou em Rio Casca entre os dias 30/07 e 03/08/12, capacitação para as referências de imunização e técnicos dos municípios da jurisdição da SRS/PN que atuam em sala de vacinação.

O treinamento de pessoal em sala de vacinação é uma capacitação que utiliza a metodologia problematizadora cuja proposta é desenvolver um processo que parte da experiência da prática do treinando, possibilitando uma reflexão sobre esta prática e a sistematização dessa reflexão envolvendo conhecimentos, procedimentos e atividades.

A secretária municipal de Rio Casca, Cristiane, se empenhou em dar total cobertura ao evento, proporcionando aos participantes toda a estrutura necessária como material didático, auditório, equipamentos e lanches.

Participaram desta capacitação os municípios de Araponga, Canaã, São Miguel do Anta, Cajuri, Viçosa, Piedade de Ponte Nova, São Pedro dos Ferros, Rio Casca, Amparo do Serra, Urucânia, Pedra do Anta, Sericita e a SRS/PN.

O curso foi ministrado pela enfermeira sanitarista da SRS de Patos de Minas, Alaídes Gonçalves Corrêa e pela enfermeira referência técnica em imunização da SRS/PN, Lidiane de Jesus Bento.

Dentre as possibilidades de cada município, o que se pode fazer para melhorar as vacinações é dar maior ênfase em reuniões periódicas com a equipe, o acolhimento, melhor ambiente e trabalho de divulgação.

Vacina é prevenção e promoção da saúde.

Pascoal Online, com informações de Wesley Moreira - Comunicação Social/SRS-PN

domingo, 2 de outubro de 2011

Vacina antidengue pode ficar pronta já em 2013

vacina2IPATINGA – Os estudos relacionados à criação da vacina que poderá imunizar a população contra o vírus disseminado pelo Aedes Aegypti estão próximos de ser concluídos, sendo que a vacina poderá ser testada em grande escala já em 2013. É o que afirma o Secretário de Saúde de Timóteo, Fabiano Moreira. “A expectativa é que no final de 2012 e início de 2013 ela esteja sendo testada, sendo que já é sabido de sua eficácia na redução dos sintomas”, afirmou.

O sanitarista explicou que o objetivo principal da vacina é imunizar o indivíduo em relação ao vírus, mas que a população não deve deixar os cuidados específicos em relação ao tema, mesmo quando a vacina estiver em uso. “A vacina vai ter eficácia, vai ser útil, e só de diminuir a sintomatologia já é um ganho. É uma pesquisa séria, sendo feita pela Fundação Oswaldo Cruz. Mas a principal forma de combate é a prevenção, e isto não mudará, mesmo com a vacina”, disse Fabiano.

Instabilidade atrapalhou combate

Segundo Juniel Scarabelli, Referência Técnica no Controle de Endemias da Superintendência Regional de Saúde em Coronel Fabriciano, os municípios do Vale do Aço têm as suas ações de rotina, mas muitas delas foram prejudicadas pela instabilidade política que a região viveu nos últimos anos. “Deparamo-nos com grandes dificuldades. Timóteo e Ipatinga passaram por várias trocas de prefeitos, e isto alterava o quadro de funcionários, o programa de saúde. Atrapalha o trabalho de combate, que é muito importante”, explicou Juniel. Segundo ele, a cada 1000 imóveis é necessária a presença de um agente de saúde, sendo que, em áreas urbanas, 100% das casas devem ser visitadas a cada dois meses. Áreas de risco devem ser visitadas a cada 15 dias.

Juniel afirma que há defasagem de pessoal no Vale do Aço. “Não temos um bom nível de segurança no controle vetorial do Aedes Aegypti, porque não temos o número de agentes necessários, além de eles terem uma remuneração baixa. Acrescente-se a isto problemas com contratações de pessoal para os cargos de agentes, quando muitas vezes as autoridades afirmam que são impedidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal. As coisas hoje parecem que estão tranquilas, mas não podemos nos enganar”, declarou.

Fonte: JVA Online