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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Pesquisa analisa transformação de fábricas falidas em cooperativas

Por Karina Toledo

Agência FAPESP – O processo de transformação de fábricas falidas em cooperativas administradas por ex-trabalhadores dessas empresas foi tema de uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Os resultados mostram que o movimento sindical, por meio de apoio teórico, político e financeiro, tiveram papel decisivo para o sucesso da empreitada no início. Mas, atualmente, a representatividade dos sindicatos é questionada pela maioria dos cooperados.

“Dez anos depois da formação desses grupos, percebemos que os sindicatos ainda não sabem como representar esses trabalhadores, que não são mais assalariados”, afirmou Maria Cecília Camargo Pereira, autora da tese de doutorado "Relações Complexas: sindicalismo e autogestão em debate", financiada pela FAPESP.

O trabalho faz parte do Projeto Temático "A crise do trabalho e as experiências de geração de emprego e renda: as distintas faces do trabalho associado e a questão de gênero", desenvolvido na Unicamp desde 2007 sob coordenação de Marcia de Paula Leite.

domingo, 28 de agosto de 2011

Decretada a falência da fábrica TARZA

fab_tarza270811Em decisão datada de 25 de agosto de 2011, a Juíza Daniele Rodrigues Marota Teixeira decretou a falência da empresa Industrial São Sebastião S.A., fábrica de ferramentas agrícolas “TARZA”, localizada no Bairro Tarza, em Raul Soares.

A convolação de recuperação em falência se deu, segundo a Juíza, em razão do não cumprimento das metas estabelecidas no plano de recuperação judicial, revelando os autos que a empresa não conseguiu reunir as condições econômico-financeiras de continuar a prover suas atividades normais e, no seu entender, tornando-se inviável a continuação provisória dessas atividades.

Em vista de sua análise, nos termos do inciso XI do artigo 99 da Lei 11.101/2005, a Magistrada determinou a lacração do estabelecimento, observado o disposto no artigo 109, da Lei 11.101/2005.

A falência da TARZA, empresa que já proporcionou tanto orgulho aos raul-soarenses, gerando renda e qualidade de vida para muitas famílias, põe fim ao sonho da luta pela sua sobrevivência.

Maus negócios acontecem e a TARZA, infelizmente, foi mais uma vítima. Empresários descompromissados com a comunidade se utilizaram da empresa para saciar a sua ganância, sem se importarem com o social, e a fábrica, apesar de ostentar um nome forte nos cenários nacional e internacional com a marca TARZA e contar com o apoio de toda a sociedade, já combalida e se utilizando de maquinário obsoleto, não foi capaz de reunir forças suficientes para enfrentar uma concorrência feroz, desleal e de tecnologia mais avançada.

Veja a decisão completa aqui