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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Mãe que abandonou criança em banheiro de posto é presa

mãe presa matipóA jovem Lúcia Silvana de Souza, 20 anos, moradora da cidade de Matipó, em Minas Gerais, foi presa por ter abandonado um bebê, com apenas um mês de vida, no banheiro de um posto de combustíveis em Venda Nova Imigrante, no último dia 27 de março.

Ela confirmou que deixou a filha no banheiro e alegou que recebeu a ajuda de um ex-vereador da cidade de Matipó, de 54 anos, com quem ela teria um caso e quem ela diz ser pai da criança. Como o homem é casado, ele teria ajudado a moça a abandonar a criança para que ninguém descobrisse seu caso extraconjugal.

A Polícia Civil de Matipó estava investigando o desaparecimento da menina há três semanas, desde quando uma irmã de Lúcia Silvana registrou queixa sobre o sumiço da sobrinha. Na tarde de hoje (27), o delegado de Matipó, Felipe de Ornelas Caldas, trouxe a mãe da criança até Venda Nova do Imigrante, onde ela prestou depoimento à delegada Maria Elizabete Zanoli.

O delegado Felipe, que contou com a ajuda do delegado Carlos Roberto de Souza nas investigações, informou que descobriu que uma criança havia sido encontrada em Venda Nova do Imigrante por meio da internet e desconfiou que poderia ser a filha de Lúcia Silvana.

Uma câmera de um hotel de Manhuaçu registrou a chegada da caminhonete do ex-vereador na noite em que a criança sumiu. Os delegados calcularam que, pelo horário em que a criança foi encontrada, o tempo gasto entre Venda Nova do Imigrante e o hotel daria exatamente o horário em que o casal chegou ao hotel para se hospedar.

O homem suspeito de ser o pai da criança e de ter ajudado a abandonar o bebê está com a prisão decretada, mas está foragido. Após reconhecer a filha que está no abrigo de Venda Nova, Lúcia Silvana foi levada para o presídio de Ponte Nova, em Minas Gerais, onde permanecerá presa. A justiça ainda vai decidir o destino na criança.

O bebê foi encontrado por frentistas, na pia do banheiro de um posto de combustíveis em Venda Nova do Imigrante, no último dia 27 de março. Os frentistas ouviram o choro da criança e a encontraram no banheiro.

Portal Caparaó, com informações de Júlio Huber / Leandro Fidelis - Montanhas Capixabas

Via de acesso às Vilas Barbosa e Esperança em completo abandono

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A via de acesso às Vilas Esperança e Barbosa está em completo abandono. Moradores reclamam que quando chove, a lama toma conta do trecho em frente ao campo de pelada, impedindo o trânsito de pessoas e bicicletas.

Muitos moradores dessas Vilas preferem vir para o trabalho por aquela via por ser mais rápido e com pouco trânsito de veículos, mas, em dias de chuva são obrigados a andar mais um pouco, passando pela Av. Professora Elza Bacelar, para evitar a lama.

Este trecho já foi asfaltado. Com deterioração, parte dele foi substituído por bloquetes. Atualmente, encontra-se com problemas em alguns locais, principalmente entre a Vila Esperança e Vila Barbosa, onde o asfalto deu lugar a um lamaçal nas chuvas e muita poeira em dias de sol.

Os moradores denunciam e esperam que o vereador que mora a poucos metros desse local, cobre da administração municipal providências para restaurar os trechos com problemas.

sábado, 12 de maio de 2012

Prefeito de Ponte Nova diz em BH que não cumprirá promessas de campanha, e cidade continua no abandono

pontenova01Sumido dos noticiários dos jornais de Ponte Nova, o Prefeito de Ponte Nova, reaparece na capital mineira, declarando ao jornal EM, que não cumprira as promessas de campanha.

Segundo ele será impossível, por exemplo, a construção da ETE, Estação de Tratamento de Esgoto orçada em aproximadamente 30 milhões de reais, dinheiro que a prefeitura não tem.

O Prefeito Joãozinho disse que tentou negociar com a Copasa, mas ela queria o DMAES em troca, o que para a cidade não é interessante. Ele anunciou também que não será candidato a reeleição.

pontenova02Joãozinho não citou na reportagem outras promessas de campanha, como a construção do prédio do Corpo de Bombeiros, que já foi anunciado mais de três vezes, sua inauguração, a revitalização da avenida Dr. José Mariano, no seu pedaço crítico dentro do Bairro Palmeiras, a revitalização do Hotel Gloria, que esta caindo aos pedaços, construções de creches em vários bairros, entre outras promessas.

O prefeito também não disse se dará tempo de reconstruir a Beira Rio, que tem local que ainda não foi arrumado desde a enchente de 2009, sendo que foi anunciada na imprensa a liberação de mais de cinco milhões de reais para os estragos das chuvas, mas até agora nada foi feito.

Os locais atingidos pelas enchentes continuam oferecendo risco para a população, principalmente no trecho da ponte da Barrinha até a altura do Posto Rio Doce, aonde foi colocado umas taliscas de madeira, que não protege em nada os transeuntes, sem contar que tem lugar que as pessoas têm que passar pela rua sem nenhuma proteção.

A maior vergonha política de Ponte Nova continua intacta, o Centro Regional de Saúde, onde 8 veículos continuam soterrados, além de remédio vacinas e outros equipamentos. Fruto da falta de respeito do governo estadual com Ponte Nova, falta de força política da cidade.

Em qualquer outra cidade o problema já teria sido resolvido no mesmo ano, sem muito esforço.

Ponte Nova está um caos, ruas cheias de buracos, lixo pra todo lado, desmando total. A conclusão que chegamos é que nem mais quatro anos será o suficiente para consertar a cidade.

A dica para os pré-candidatos é para que pensem num mandato de 8 anos, porque em 4 vai ser impossível consertar Ponte Nova, e talvez seja necessário ser alguém da oposição, porque caminhar junto com o governo estadual, está provado que não adianta.

Enquanto o PDT, PPS, PT, já definem seus pré-candidatos a Prefeito, o PSDB partido do governo continua todo enrolado, porque certamente alguns filiados não aceitam imposições.

Com a palavra as autoridades políticas de Ponte Nova, responsáveis por este caos que se instalou na cidade.

Pascoal on line, com informações do parceiro Unidade Notícias

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Granada, novamente, com seus problemas para resolver

Granada tem dessas coisas! Depois de vermos uma reportagem colírio de lindas garotas para refrescar nossas vistas, um ar tenebroso insiste em retornar ao ambiente.

Esta é a  visão que se tem hoje de uma área de lazer, um quiosque derrubado, acumulado de entulhos, transformando a paisagem deste lugar em uma tragédia!

As paredes do antigo quiosque foram erguidas por um velho morador, funcionário da Prefeitura de Abre Campo e lá residente, no intuito de fazer daquele lugar um bar. Como já existia um outro comércio do gênero no distrito, o projeto acabou não dando certo.

O pior de tudo é que essa área de lazer é patrimônio do povo. Foi construída pela empreiteira Plaenge a pedido da CAT-LEO Energia S/A, que quis proporcionar aos moradores uma área agradável, já que foi retirada a Rua São Geraldo daquele lugar.

E o quiosque foi invadido sem que ninguém tomasse alguma medida cabível na época. E, como não temos vereador local, e muito menos existia uma Associação, o quiosque foi simplesmente invadido. Obviamente, a população se revoltou, mas nada que pudesse impedir que o intruso levantasse as paredes, descaracterizando  a construção, que só foi mesmo abandonada por não ter dado certo.

Agora, o que restou está sendo destruído aos poucos pelos moradores, deixando essa péssima visão do local.

Até o momento ninguém tomou nenhuma iniciativa de retirada daqueles entulhos de lá. O correto seria fazer uma reforma em todos os quiosques, que já faz mais de sete anos que não são reformados, ou, então, refazer a pintura para melhorar pelo menos a aparência.

Fica aqui o apelo da AMODIG para que seja feita alguma coisa para revitalizar essa área de lazer, que também se encontra hoje sem o parquinho, com as telas todas arrebentadas. Quer dizer, um desleixo total.

Cuidar do nosso patrimônio é dever de cada um!

Amodig

sábado, 29 de janeiro de 2011

Raul Soares pede socorro

“Nada é permanente neste mundo cruel, nem mesmo os nossos problemas.” (Charles Chaplin)

Por Joana Darc Faria de Souza e Silva*

Sinto muito honrada por ter nascido em Raul Soares e poder rememorar com meus familiares e amigos os velhos tempos, pelo menos uma vez ao ano. Moro em Toledo, no Paraná, há 35 anos e tive a chance, em 2010, de poder observar bem a minha querida Raul Soares, por três vezes, em vários eventos.

Parabenizo a redação do jornal Regional e a Coluna Pascoal On Line – que há muito tempo vêm cumprindo a função social em mostrar a situação de calamidade do referido município.

A situação caótica que se encontra nossa cidade é comentada, lamentada mesmo, por muitas pessoas de todas as idades e credos, mas, não sabemos porquê, permanecem inertes, só observando. Parecem estar vivendo no tempo em que se dizia “Ver, ouvir e calar”, como na ditadura de triste memória.

É preciso lembrar que a democracia precisa ser vivida e aperfeiçoada todos os dias da nossa vida, em todos os lugares, para que possamos viver com dignidade. Radicalizar a democracia é o caminho mais eficaz para combater as arbitrariedades, o fisiologismo, o nepotismo, o clientelismo, e outros vícios que corrompem a nossa República.

A distância física nunca me separou da minha terra. Tanto que minha indignação pelo abandono, pelo descaso generalizado que constatei por ocasião de minha recente ida até Raul Soares me levou a escrever para externar meu pesar pelo aspecto horrível em que se encontra nossa amada terra. Só para citar alguns exemplos, gostaria de perguntar:

- Por que a principal avenida se transformou em rodovia que dá acesso a Bom Jesus do Galho, Vermelho Velho, Caratinga e outras cidades da região?

- Por que a maior sala de visitas e eventos virou estacionamento de caminhões pesados, caminhonetes, grandes máquinas e outros veículos?

- Por que descaracterizaram a Casa da Cultura recém criada?

- Por que o centro e a periferia estão tomados por tanto lixo?

E, muitas outras perguntas que gostaria de fazer nesse sentido. No outro sentido continuo perguntando: Qual a causa desse abandono? Corrupção? Prevaricação? Será que a atual administração de Raul Soares está no tempo do “o rei sou eu!”?

Para que serve o Executivo? E o Legislativo? E o Judiciário? E os indiferentes? O analfabeto político odeia a política, não ouve, não fala, esquece que “tudo depende das decisões políticas” (Bertolt Brecht).

Onde estão as cabeças pensantes, os intelectuais de nossa cidade? Estão hibernados ou estão no seu casulo, na sua torre de marfim, indiferentes?

Fiquei sabendo que a oposição é minoria na Câmara Municipal. Minoria, porém, não significa incompetência, incapacidade de mobilizar a população no sentido de dar um basta nesse abandono em que colocaram Raul Soares. Ouço raul-soarenses dizer que tão cedo não pretendem aparecer por lá. Que não suportam ver o descaso em que se encontra nossa cidade etc. Não é o meu caso. Procurarei fazer o que estiver a meu alcance, em defesa de Raul Soares, mesmo distante, como me encontro fisicamente. Estarei escrevendo, falando, sugerindo que se promova uma marcha, mobilização de todos aqueles que como eu amam Raul Soares. Apelemos a São Sebastião – padroeiro de Raul Soares – nesse 20 de janeiro e em todos os outros dias, para que nos ajude a manter nossa terra no lugar que sempre mereceu estar: no alto astral de seu povo, uma cidade como nos tempos idos, limpa e digna. Não quero nem pensar em minha querida terra como infelizmente se encontra... pedindo socorro!

*Joana Darc Faria de Souza e Silva é professora de História, pós-graduada em Cultura, Artes e História Afro-Indígena. – Toledo (Pr), janeiro de 2011.