sábado, 27 de agosto de 2016

AMAPI marca presença em reunião do Comitê Interfederativo

reunião Comitê - Agosto 2016

Na semana passada, representantes das prefeituras de Ponte Nova e Mariana, Guto Malta/Prefeito e Israel Quirino, respectivamente, acompanhados do secretário executivo da AMAPI e do CIMVALPI, José Adalberto de Rezende, participaram da reunião mensal do Comitê Interfederativo do Rio Doce.

 

“Este comitê é o que aprova as ações que serão implementadas com os recursos da Fundação Renova. Garantimos a homologação das propostas das priorizações elencadas na reunião de 29 de julho, que aconteceu em Ponte Nova. A inclusão de PN, na relação dos municípios diretamente atingidos, foi novamente pauta e os administradores da Fundação ficaram de avaliar a inclusão sem alterar o acordo”, ressaltou José Adalberto.

O Comitê trabalha na definição de prioridades e validação das ações executadas pela Samarco, no âmbito dos programas definidos no acordo, por meio de câmaras técnicas. As câmaras foram instaladas para debater cada um dos 39 programas propostos, sob demanda e de acordo com a sua área temática, e assim contribuir na análise e avaliação das medidas, ações e projetos. Ao todo já são 10 câmaras instituídas, com a participação de representantes de todas as partes envolvidas no acordo, sendo que cinco já estão em pleno funcionamento e outras cinco encontram-se em fase de instauração. “Valeu a pena participar e constatar, in loco, a seriedade com que o processo está sendo conduzido”, reforçou José Adalberto, já que, segundo o secretário executivo “havia um de receio de que a demora na implementação das ações levasse ao esquecimento do que foi a maior tragédia ambiental do país e a destinação correta da aplicação dos recursos”, finalizou.

Os primeiros projetos a serem apresentados serão para destinação final de resíduos sólidos dos municípios, de forma coletiva, e a elaboração de projetos para coleta e tratamento de esgoto de todos os municípios que fazem parte da calha dos rios atingidos pela lama. A reunião ocorrida em 29 de julho, na sede da AMAPI, foi um marco pela mudança dos encaminhamentos das propostas, que antes vinham prontas para homologação. “Na câmara técnica, voltei a ressaltar que os critérios teriam, prioritariamente, que passar pelo tamanho do impacto e aonde ele foi, uma vez que os recursos eram oriundos do desastre e não de uma ação voluntariada de querer recuperar a Bacia do Rio Doce”, reforçou José Adalberto.

Clarissa Guimarães
Assessora de Comunicação da AMAPI

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